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A Inovação Disruptiva descreve um processo pelo qual um produto ou serviço inicialmente se desenvolve marginalmente em um mercado — normalmente por ser menos caro e mais acessível — e, em seguida, torna-se dominante, eventualmente desbancando concorrentes estabelecidos.
 


Cunhado no início da década de 1990 pelo professor da Harvard Business School, Clayton Christensen, o termo tornou-se onipresente de Wall Street ao Vale do Silício. Consequentemente, é também um dos termos mais mal compreendidos e mal aplicados no léxico empresarial. 
 


Inovações disruptivas não são tecnologias inovadoras que melhoram os bons produtos; em vez disso, são inovações que tornam os produtos e serviços mais acessíveis, tornando-os disponíveis para uma população maior.
 

 

Tecnologias disruptivas compliance

 

Qual a Principal Característica de Uma Inovação Disruptiva?  

A inovação disruptiva não é o processo de melhorar ou aprimorar produtos para o mesmo público-alvo; em vez disso, envolve as tecnologias usadas para torná-las fáceis de usar e disponíveis para o mercado maior e não direcionado.  

Um exemplo de inovação disruptiva é a introdução de downloads de música digital, que, de longe, substituíram os CD’s. 

 

Tecnologias sustentáveis foram aquelas que permitiram que uma empresa melhorasse gradualmente suas operações em um prazo previsível. Essas tecnologias e a forma como foram incorporadas ao negócio foram projetadas principalmente para permitir que as empresas permanecessem competitivas, ou pelo menos mantivessem um status quo.  


As tecnologias disruptivas e a forma como estão integradas — as inovações disruptivas — foram menos fáceis de planejar e potencialmente mais devastadoras para as empresas que não prestaram atenção suficiente a elas.
 

 

Outras características da inovação disruptiva: 

  1. Margens de lucro mais baixas, pelo menos no início. 
  2. Maiores riscos. 
  3. Ou interrompe um mercado existente ou cria um segmento de mercado. 
  4. Argumentos de vendas e medidas de valor geralmente são fundamentalmente alterados. 
  5. Muitas vezes envolve novas tecnologias e/ou um novo modelo de negócio. 
  6. Acontece lentamente no início até chegar ao mainstream depois do qual cresce. 

 

Qual a Importância da Inovação Disruptiva? 

 

Investir em uma inovação disruptiva pode ser complicado. Exige que o investidor se concentre em como as empresas se adaptarão à tecnologia disruptiva, em vez de focar no desenvolvimento da própria tecnologia.  


Empresas como Amazon, Google e Meta (ex-Facebook) são exemplos de empresas que se concentraram fortemente na internet como uma tecnologia disruptiva.
 

 

Como a disrupção difere da inovação? Há alguns cruzamentos entre os dois, mas também há diferenças. Assim como todos os polegares são dedos, mas nem todos os dedos são polegares, todos os disruptores são inovadores, mas nem todos os inovadores são disruptores. 


Disruptores e inovadores são semelhantes na forma como criam e fazem ideias, itens, produtos ou serviços. No entanto, a principal diferença é que um disruptor não apenas cria algo ou melhora em um processo; eles literalmente mudam a indústria e alteram a maneira como pensamos, nos comportamos e agimos sobre uma determinada ideia, item, produto ou serviço.
 

 

tecnologia disruptiva compliance

 

Qual a Relação do Tema Com o Compliance? 

 

Uma pesquisa de 2019, divulgada pela IDC, previu que mais de 60% do PIB global seria digitalizado até 2022. E, que cerca de US$ 7 trilhões em investimentos serão injetados no setor de TI, impulsionando ofertas digitalmente aprimoradas que proporcionarão crescimento em todos os setores.  

 

Com um crescimento projetado como esse, é fundamental que as organizações entendam os riscos apresentados por essas tecnologias em ascensão para que os profissionais em gestão de riscos, segurança corporativa e segurança da informação possam começar a construir estratégias e iniciativas para preparar seus negócios para abraçar e aproveitar ao máximo essas tecnologias.   

 

  • Conformidade e Violações Legais  

Consumidores e reguladores esperam que as empresas identifiquem, resolvam e atenuem os riscos em torno da privacidade e proteção dos dados dos consumidores na nuvem. 

Embora isso signifique manter-se a par da legislação atual e futura de proteção de dados, as medidas de conformidade e mitigação de riscos precisam se estender além de simplesmente cumprir a legislação.  

 

  • Privacidade do usuário
 

Imagina uma grande empresa enfrentando uma violação que expõe as informações pessoais de milhões de clientes? Através do ataque, os hackers poderiam ter acesso a nomes, números de telefone, e-mails, números de passaporte, detalhes de viagem e informações de pagamento dos clientes.  

Com violações como essa em ascensão, as empresas estão enfrentando a dificuldade de coletar esses dados sem violar a privacidade de seus usuários ou expor suas informações pessoais a atores mal-intencionados. 

 

  • Equidade 

O aprendizado de máquina continua a ser uma forma interessante de tecnologia disruptiva para muitas aplicações, pois oferece a possibilidade de remover vieses humanos da equação ao fazer julgamentos e decisões importantes. No entanto, isso só é eficaz se o conjunto de dados e o modelo estiverem livres de viés. 

 

  • Risco de reputação 

O chatbot “Tay” da Microsoft oferece um conto preventivo de um sistema de IA que se tornou desonesto, criando um grande constrangimento para a empresa. Tay “aprendeu” com suas interações com usuários do Twitter, alguns dos quais a “ensinaram” a fazer declarações extremistas e preconceituosas. O bot foi rapidamente desligado após apenas um dia na plataforma. 

 

  • Chatbots falsificados 

Os impostores podem criar um chatbot malicioso com a marca de um negócio legítimo e colocá-lo em uma loja de aplicativos onde clientes desavisados dessa marca procuram ajuda e baixam o chatbot. A partir daí, eles têm uma linha direta para esse consumidor e todas as informações confidenciais e informações pessoalmente identificáveis. 

 

  • Preocupações Éticas e Legais 

À medida que se tornam mais inteligentes e ganham mais agência, abordar as questões éticas e legais dessas inovações disruptivas será uma preocupação proeminente. Por exemplo, as empresas que estão pesquisando carros automáticos devem lidar com suas próprias versões de dilemas filosóficos, como o problema do bonde.  

Quando um acidente é inevitável, é aceitável que um carro automático desvie seu curso para salvar mais pessoas se isso colocar a vida de seus passageiros em risco? De quem deve ser priorizada a vida – os passageiros do carro ou os pedestres fora do veículo? 

 

  • Maior Complexidade na Internet das Coisas (IoT) 

A Ericsson prevê que haverá 29 bilhões de dispositivos conectados à Internet das Coisas até 2022, desde smartphones e dispositivos GPS até termostatos e torradeiras “inteligentes”. Este crescimento maciço de IoT oferece bilhões de novos vetores de ataque para atores mal-intencionados. 

 

  • Segurança Pública 

As violações dos dados pessoais e financeiros dos clientes são devastadoras o suficiente, mas as repercussões são limitadas ao indivíduo. O que acontece quando os invasores são capazes de invadir uma rede IoT que gerencia a infraestrutura pública? Desde hackear semáforos até derrubar usinas, as possibilidades são extensas, e os riscos são graves. 

 

 

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Entender as implicações do metaverso começa com a compreensão do que é o metaverso em si. A própria palavra se traduz em “além do universo”, mas isso não ajuda muito.  O Facebook define o metaverso como um espaço virtual onde as pessoas podem se estabelecer e interagir com outras pessoas, não importa onde estejam.  

 

É o conceito de uma futura interação da Internet, consistindo em uma rede persistente e compartilhada de espaços conectados a um espaço virtual. Muito simplesmente, é um mundo virtual onde você pode interagir com outras pessoas e lugares por meio de um avatar. 

 

Desta forma podemos ir além do que não é possível para nós devido às limitações físicas. Sabemos que o metaverso será um lugar onde você poderá interagir com qualquer pessoa ou qualquer coisa, em qualquer lugar do mundo.  

 

Metaverso compliance

 

Quais as Mudanças Trazidas pelo Metaverso? 

 

O desenvolvimento do metaverso pode ser atribuído em parte ao advento das tecnologias blockchain, ativos digitais e criptomoedas Este último, baseado na tecnologia blockchain como um banco de dados imutável, tornou possível pagar por serviços, como moedas de depósito comuns, mas no mundo virtual.  

 

A tokenização de ativos permite que qualquer coisa física ou digital seja armazenada em um livro digital baseado em blockchain e, consequentemente, usado para provar a propriedade de um item específico.  


Metaverso e NFTs 


Arte, jogos, música, colecionáveis ​​esportivos, bens e itens de moda já foram tokenizados e podem ser adquiridos digitalmente em plataformas como OpenSea, NBA Topshots e SuperWorld. Os NFTs são ativos virtuais que permitem transferir a propriedade de ativos para um NFT em blockchains.
 

 

Isso significa que quase tudo no mundo virtual pode ser comprado, o que também aumenta o progresso do metaverso. O valor que o NFT tem é de singularidade e rastreabilidade de autenticidade do próprio NFT.  Isso significa que um NFT não pode ser substituído por outro.   

 

Uma vez que um NFT representando um trabalho é gravado no blockchain, ele pode se tornar um ativo negociável. No entanto, se o trabalho não é salvo na própria blockchain, não está protegido contra cópia não autorizada. 

 

NFT compliance blockchain

A LGPD no Metaverso 

Usar o Metaverso envolve coletar uma variedade de tipos diferentes de Dados Pessoais. Ele expandirá significativamente o conhecimento atual sobre as pessoas adquirido por meio da coleta de dados pessoais por meio de vários canais.  

O fato de as pessoas passarem uma parte significativa de seu tempo em suas vidas virtuais, permitirá que as instituições obtenham novos tipos de informações sobre as pessoas, como seus movimentos, ações ou hábitos, e assim obter insights mais profundos, por exemplo, em seu comportamento de consumo.  

 

Nesse sentido, surgem várias questões de proteção de dados. De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados, o cumprimento da lei é de responsabilidade da pessoa que decide sobre a finalidade e os meios de processamento de dados pessoais.  

 

No Metaverso, não será fácil determinar quem é o responsável pelo processamento dos dados, pois toda uma rede descentralizada pode estar envolvida. Deve, portanto, ser esclarecido quem é o responsável em caso de perda ou roubo de dados.  

Neste contexto, também deve ser determinado como os avisos de proteção de dados dos vários órgãos são exibidos aos usuários. 

 

Também deve ser considerado como o consentimento pode ser dado, especialmente no que diz respeito aos dados. Dados confidenciais (dados biométricos) e dados coletados de menores, por exemplo. Essas são apenas algumas das perguntas que surgirão em relação à LGPD. 


Quais Riscos de Crime Financeiro o Metaverso Representa?
 

 

Assim como o metaverso pode ser um lugar para trabalhar, socializar e fazer compras, é também um lugar onde os criminosos inevitavelmente buscarão – e encontrarão – oportunidades para aproveitar o sistema para obter lucro. 

 

Hackers, golpes e roubo de identidade são todos exemplos de crimes financeiros que poderiam ser perpetuados no metaverso, exacerbados pelo fato de que sua carteira digital está conectada a tudo o que você faz. 

 

Atualmente não há uma ideia clara do que as regulamentações de crimes financeiros, se houver, se aplicam ao metaverso.  

A maior preocupação é a falta de verificações de Know Your Customer (KYC) realizadas nos usuários e, geralmente, a falta de consenso sobre quais regras se aplicam ao metaverso.  

A internet não está sujeita a nenhuma autoridade central ou estrutura regulatória, e parece que o metaverso está definido para seguir uma direção semelhante. 

 

compliance metaverso

 

Potenciais Desafios Legais  

 

Existem vários desafios que podem fazer com que as organizações hesitem em aderir ao metaverso. A maioria será resolvida com o tempo, mas algumas podem exigir intervenção legal: 

 

  • Direitos autorais 

A internet causou uma infinidade de problemas de direitos autorais para músicos, estúdios de cinema e a indústria de software, e o metaverso provavelmente virá com seu próprio conjunto de questões de direitos autorais.  

Há muitos aspectos do metaverso que provavelmente serão protegidos por direitos autorais, como software, gráficos, gravações de vídeo e áudio.  

 

  • Trademarks 

Trademarks provavelmente também serão válidos no metaverso. Uma marca registrada é um tipo de propriedade intelectual que consiste em uma palavra, frase, slogan, design ou logotipo que identifica produtos ou serviços de uma determinada fonte e os distingue de outros.  

A lei de marcas protege contra o uso não autorizado de terceiros de uma marca de qualquer forma que possa diluir a marca. 

 

  • Patentes 

Proprietários de invenções patenteadas usadas no metaverso podem ter que lidar com desafios na violação do policiamento porque o uso de uma patente de software pode não ser visível no metaverso.  

Também pode envolver a revelação do código fonte do pedido, a fim de provar a violação da patente, o que poderia desencadear um novo debate. 

 

  • Direitos de Propriedade 

O metaverso abre oportunidades ilimitadas para novas formas de entretenimento imersivo, incluindo jogos, filmes, música, shows e festivais.  

Isso significa que a aplicação e reinterpretação de leis e regulamentos relativos aos direitos de propriedade intelectual provavelmente ocorrerá. 

 

Embora as jurisdições tenham feito esforços para modernizar suas leis de privacidade digital, as regulamentações exigirão atualização constante para acompanhar uma paisagem em rápida mudança.  

Ter diretrizes mais claras em vigor garantirá ainda mais o consentimento adequado antes de usar quaisquer dados coletados.   

As empresas que olham para o metaverso precisarão estar atentas às considerações de privacidade e garantir que as melhores práticas da classe sejam empregadas, tanto no desenvolvimento quanto na participação nos metaversos. 

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Anticorrupção, Governança de Documentos

A concessão pública é um contrato firmado entre o poder público e uma associação privada que tem como objetivo autorizar a exploração de uma atividade econômica que envolve o patrimônio, recursos e/ou a infraestrutura do Estado ou para operar um serviço público. 

 

A concessão se difere da privatização pois não se trata de uma venda, mas uma autorização de operação com tempo pré-determinado por contrato. São contratos de alta complexidade que exigem das partes atenção às boas práticas de governança e relação com entes públicos, para evitar corrupção, fraudes, carteis e outros problemas correlatos.  

Quais são os Modelos de Concessão? 

 

Um dos exemplos mais conhecidos são as concessões para operações na área de infraestrutura, como portos, aeroportos, rodovias, linha ferroviárias e metroviárias; áreas da administração pública, cujo a gestão costuma ser terceirizada. 

 

Modelos de concessão devem levar em consideração três pilares importantes: o ente público, o ente privado e o usuário. São esses interesses que devem ser balanceados para uma boa e satisfatória gestão da concessão pública: 

  • Ente Público 

Aquele que, perante a legislação, tem o poder de encarregar um ente privado para a gestão de um serviço público, podendo exigir ou não, o investimento em infraestrutura. 

 

  • Ente Privado 

Opera o serviço, sendo responsável pelo atendimento ao usuário. 

 

  • Usuário 

Faz o pagamento de uma tarifa de serviço diretamente à concessionária. 

 

As concessionárias devem também se atentar aos direitos e deveres reservados aos usuários, que são: 

 

  • Informar as autoridades e a concessionária de quaisquer irregularidades de que tenham conhecimento relacionadas com o serviço prestado;  
     
  • Notificar às autoridades competentes dos atos ilícitos praticados pela concessionária na prestação do serviço;  
     
  • Contribuir para a manutenção do bom estado dos bens públicos através dos quais os serviços são prestados.  
     

A lei também exige que as concessionárias ofereçam aos consumidores seis datas diferentes para quitação de dívidas em um mês. Então, quando o fornecedor de energia elétrica solicita a melhor data de vencimento da conta de energia elétrica, está cumprindo uma obrigação legal. 

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Benefícios dos Contratos de Concessão 

 

No seu melhor, os contratos de concessão são uma forma de terceirização que permite que todas as partes se beneficiem de vantagem comparativa. Muitas vezes, um país ou empresa possuirá recursos que não tenham o conhecimento ou capital para usar efetivamente.  

Ao terceirizar o desenvolvimento ou operação desses recursos para outros, é possível ganhar mais do que eles poderiam sozinhos.  

 

Por exemplo, um país pode não ter capital e habilidades técnicas para utilizar reservas de petróleo offshore. Um contrato de concessão com uma multinacional petrolífera pode gerar receita e empregos para aquele país. 

 

Os contratos de concessão também podem ser usados para gerenciar riscos. Suponha que um país invista uma quantia significativa na produção de uma única mercadoria. Então, esse país terá um alto risco relacionado ao preço dessa mercadoria.  

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Compliance Para Empresas Concessionárias  

 

O setor de compliance deve monitorar as atividades da concessionária, dando especial atenção para a legislação que regula a relação dessas empresas com o poder público.   

 

A Lei nº 12.846/13, conhecida como Lei Anticorrupção, é a principal de uma série de legislações que combatem a corrupção, que também inclui a Lei de Ação Popular (Lei nº 4.717/65) Lei de Ação Civil Pública (Lei nº 7.347/85), Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/92), Lei de Restrição ou Lei de Registro Limpo (Lei de Alteração 135/10), entre outras. 

 

O prestador é responsável por algumas responsabilidades, como por exemplo:  

  

  • Prestar o serviço corretamente;  

 

  • Prestar conta de gerenciamento de serviço;  

 

  • Permitir livre acesso para inspeção;  

 

  • Incentivar as desapropriações e criar servidões aprovadas pelo poder concedente; 

 

O cumprimento da lei anticorrupção não protege apenas colaboradores, mas também a própria empresa e seus stakeholders. Um ato impensado contrário à lei causa danos irreparáveis ​​à empresa, que pode ter sua atividade prejudicada ou até mesmo inviabilizada por multas e pendências com a justiça. 

 

É importante também estar atento às Pessoas Expostas Politicamente dentro da sua empresa e estar vigilante para práticas de conflito de interesses e de suborno via brinde e presentes. Por isso é preciso investir em treinamentos, um canal de denúncias seguro e uma eficaz governança de documentos. 

 

Com base nesse entendimento, são criados os mecanismos e procedimentos utilizados pelo Compliance para garantir uma administração pública eficiente, transparente, ética e responsável.  

 

Algumas ferramentas podem auxiliar nesse processo:  

 

 

  • Código de Ética: O cargo de servidor público é regido por legislação que abrange as esferas federal, estadual e municipal. No entanto, a elaboração de um código de ética para órgãos públicos ajuda a obter não apenas informações abrangentes sobre o setor público, mas também informações específicas sobre o dia a dia de uma determinada estrutura. Isso contribui para aumentar a qualidade do serviço prestado.  
  • Treinamento: As informações necessárias para uma gestão eficiente devem ser fornecidas aos administradores e funcionários públicos por meio de treinamento.  
  • Canal de denúncias e ouvidoria: são ferramentas essenciais para o diálogo com os cidadãos. O primeiro tem a proposta de receber informações sobre irregularidades, enquanto o segundo trata de reclamações relacionadas ao serviço prestado.  
  • Auditorias: Mecanismo de acompanhamento dos trabalhos realizados para garantir o cumprimento da lei pela administração pública. 

 

Automatize os Processos 

 

O software da clickCompliance informatiza e automatiza todos os procedimentos internos de um programa de compliance, dando acesso a diversas funcionalidades específicas, como: 
 
 

  • Formulários de compliance distribuídos automaticamente para os funcionários 
  • Obrigatoriedade de preenchimento com cobrança automática por e-mail até ser preenchido pelo funcionário 
  • Filtros que te avisam automaticamente sempre que uma resposta preenchida no formulário for digna de atenção (como por exemplo quando o colaborador for uma PEP). 
  • Seção para registrar e monitorar o recebimento de presentes e brindes para colaboradores.  
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Fique por Dentro, Fique por Dentro, Fique por Dentro, Fique por Dentro

Entre os dias 20 e 22 de setembro acontece o 9º Congresso Internacional de Compliance, no Villa Blue Tree, em São Paulo.

O evento é organizado pela Legal, Ethics and Compliance, a LEC, e com patrocínio do clickCompliance, entre outras empresas. Ele reunirá os principais players do mercado de governança, risco e compliance do país.

Realizado anualmente, o congresso conta com mais de 1.000 participantes, durante 3 dias, com atrações como palestras, workshops, stands de venda e encontros que proporcionam a troca entre os profissionais do setor.

Esse ano serão mais de 100 palestras e terá como keynote speaker o filósofo, professor e escritor Mário Sérgio Cortella.

 

Neste artigo nós vamos entender a importância e a história do congresso, seus temas mais quentes que estão previstos para essa edição e como ele movimenta todo o setor de compliance do Brasil.

Como Surgiu e Por Que Participar?

 

Fundado no Brasil em 2012, a LEC tornou-se a maior comunidade do mundo dedicada a promover uma cultura de compliance. Seus eventos e cursos ajudam os profissionais a desenvolver suas carreiras e os negócios a se adaptarem às melhores práticas de integridade.

 

O Congresso Internacional de Compliance foi criado com o objetivo de promover o então incipiente setor de compliance nas organizações brasileiras, promovendo a cultura da integridade e da governança, buscando promover uma imersão de profissionais em diferentes trilhas de conhecimento, além de fortalecer o networking profissional.

 

Com o advento da Lei Anticorrupção e investigações de grande repercussão que atingiram grandes corporações envolvidas em casos de corrupção, o compliance se consolidou como uma necessidade para as grandes empresas, transformando o congresso num espaço onde são discutidos tendências, temas e novidades com os principais players do mercado.

 

Como Garantir Um Lugar?

 

No site oficial do evento você pode adquirir três tipos de ingressos:

  • Fullpass

Dá acesso a três dias de evento, (20,21 e 22 de setembro).

  • Main Event

Dá acesso a 2 dias de evento (21 e 22 de setembro).

  • Workshop Day

Dá acesso a 1 dia de evento (20 de setembro).

Há ainda duas modalidades de VIP, com benefícios específicos. O evento acontece no Villa Blue Tree, São Paulo, e contará com tradução simultânea, almoço e acessibilidade (sendo possível solicitar adaptação de acessibilidade específica no e-mail contato@lec.com.br).

 

Quais Serão Os Principais Temas do Congresso?

Divididos em quatro dias, o evento vai abordar os principais tópicos que vem pautando o mercado nos últimos anos. A variedade de palestras é tanta que não conseguiríamos colocar tudo aqui, mas é importante destacar que o evento se divide em duas fases: o primeiro dia voltado para workshop, o segundo e o terceiro para palestras.

congresso internacional compliance

No dia 21 de setembro, algumas de grande destaque são:

 

  • Painel de CEOs – Benchmarking de cultura corporativa em um ano de guerra e expectativa de recessão
O tradicional encontro de grandes CEOs do Congresso Internacional de Compliance, que proporciona uma rica troca de experiências sobre como disseminar, fortalecer e mensurar a cultura corporativa de uma empresa, especialmente em um momento extremamente complexo para os negócios como o que vivemos atualmente.

 

  • As peças-chave para colocar em prática a adequada gestão ESG, na visão de Conselhos de Administração e Comitês

A importância de Programas ESG é latente e os Conselheiros de Administração têm um papel fundamental na definição de metas, estratégias e objetivos corporativos alinhados a boas práticas nos três critérios (ambiental, social e governança corporativa).

 

  • A interação com autoridades locais e internacionais. Erros e acertos das áreas jurídica e de compliance.

As principais questões de atenção e os dilemas práticos enfrentados na colaboração com autoridades locais e internacionais, no contexto de uma investigação interna, a exemplo do que ocorre com a SEC, DOJ, CGU, CADE e Ministério Público Federal.

 

  • Compliance em defesa da concorrência, no Brasil e nos países da América Latina
Assim como o CADE que lançou em 2016 importantes orientações sobre a estruturação e os benefícios da adoção de programas de compliance concorrencial em seu “Guia de Programas de Compliance”, a Superintendência da Indústria e Comércio (“SIC”) da Colômbia, reconheceu recentemente orientações similares sobre os benefícios dos programas de compliance em defesa da concorrência.

congresso internacional compliance

 

Já no dia 22 de setembro, os temas serão mais voltados à gestão e diretoria, ESG, investigações e tecnologia:

  • Tone at the top – Práticas inovadoras adotadas por empresas para a construção de cultura corporativa em favor do compliance.

Quais as inovações que podem ser tomadas diretamente pelos CEO´s e seus departamentos para engajar, encorajar e valorizar as atividades das áreas de ética e integridade

 

  • Blockchain, criptoativos e metaverso. O grande próximo degrau para os executivos jurídicos e de compliance

A adoção da tecnologia blockchain e a disseminação dos criptoativos, nfts e metaversos dentro do mercado tradicional podem significar a oportunidade da década para os executivos jurídicos e de compliance. Por outro lado, a constante inovação e incertezas regulatórias dos mercados internacionais e do Brasil oferecem novos riscos de segurança, privacidade, compliance e regulatórios às empresas.

 

  • Alta liderança, Comitês e Conselhos de Administração

A visão da alta administração sobre como realizar uma integração efetiva dos Comitês e Conselhos de Administração para garantir a mitigação dos riscos de integridade, ESG e proteção de dados, e a maximização das oportunidades com o foco em uma gestão mais eficiente.

 

  • Shadow Investigations – Quais são os limites a serem respeitados e as melhores práticas?
A Shadow Investigation é o acompanhamento das etapas da investigação interna que confere conforto ao auditor para assinar as demonstrações financeiras, normalmente a partir do momento em que surge uma alegação de corrupção sobre uma organização e isso torna-se público por meio da mídia.
 

Congresso Contará Com Workshops Para Compliance

 

O primeiro dia do evento, antecedendo as palestras, é dedicado a workshops temáticos que abrangem grande parte das frentes de atuação do setor de compliance no país. Dentre os quais podemos destacar:

 

  • Gestão de riscos, reavaliações periódicas e seus KPIs

Como as grandes empresas estão construindo sólidos programas baseados em métricas e suportados por novas tecnologias.

 

  • A construção do Programa ESG partindo do zero
O que é ESG, por que a sigla é tão importante para as empresas hoje em dia? Ao contrário do que muita gente pensa, você vai perceber que pode aproveitar recursos já existentes para tirar o seu projeto do papel.
 
  • Investigações internas independentes: do incentivo à denúncia até as melhores técnicas de entrevista.

Estudos de casos reais, em que grandes empresas tiveram sucesso ao incrementar a confiabilidade de seu canal e a eficiência das suas investigações.

 

  • A jornada de implementação de um programa de proteção de dados em 2022

Uma visão moderna sobre o passo a passo de implementação do programa, a inserção do tema na cultura da empresa e o investimento necessário para criar novos processos preventivos em cibersegurança.

 

O clickCompliance Estará Presente

 

Sempre conectado às novidades e movimentações do mercado, nós estaremos presentes como patrocinadores e com um stand no evento, onde nossos representantes apresentarão as nossas soluções de tecnologia pela área de compliance.

 

O clickCompliance surgiu a partir da demanda de clientes por um software que ajudasse a aproveitar o poder da tecnologia para otimizar os processos de compliance.

 

Ouvimos o mercado, aperfeiçoamos a nossa proposta e conseguimos criar uma ferramenta que corrige as ineficiências dos procedimentos de compliance a partir da nossa ampla experiência com automação de negócios.

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Formulários de Compliance, Formulários de Compliance, Legislação, Legislação

Imagina que você é analista de RH de uma grande empresa de comunicação e acaba de abrir uma vaga Junior no departamento de criação. A diretora é uma grande amiga e te envia uma mensagem assim: “Olá, fulana, tudo bem? Vi que você está cuidando do processo seletivo da nova vaga aberta aqui no meu departamento. Meu sobrinho é um dos candidatos, um garoto muito preparado e capaz, olha para ele com carinho…”. Você saberia como reagir?

 

Essa prática se chama conflito de interesses e é um dos grandes fatores de atenção da área de compliance. Isso porque essas práticas podem corromper o funcionamento das instituições, minando a competitividade justa e mesmo a produtividade da empresa.

 

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), define o conflito de interesses como uma “situação gerada pelo confronto entre interesses públicos e privados, que possa comprometer o interesse coletivo ou influenciar, de maneira imprópria, o desempenho da função”.

 

No caso exposto, a mensagem da diretora tem como único objetivo buscar o favorecimento em prol de um laço pessoal dela, em detrimento do interesse da empresa: que o candidato escolhido seja o mais adequado ao perfil da vaga e que o critério seja seu desempenho. Neste artigo vamos falar sobre como identificar e prevenir essa prática nas corporações.

O Que Causa O Conflito de Interesses?

 

Um conflito de interesses surge quando uma pessoa privilegia ganho pessoal em vez dos deveres para uma organização na qual é parte interessada ou explora sua posição para ganho pessoal de alguma forma.

 

Conflitos de interesse são um embate que ocorre mais frequentemente entre requisitos e interesses. Vários tipos podem ocorrer devido à natureza das relações versus regras de organizações ou leis federais e estaduais.

 

As pessoas podem facilmente se tornar tendenciosas (têm uma preferência injusta) por causa de pequenas coisas como amizade, comida ou bajulação, ou podem ser influenciadas a tomar uma decisão devido ao potencial de ganhar poder, prestígio ou dinheiro.

 

Os conflitos podem ser reais, potenciais ou percebidos, ou representar um conflito de dever.

 

  • Conflito real de interesses:

Há um conflito real entre os deveres públicos de um empregado ou diretor e interesses privados.

 

  • Potencial conflito de interesses:

Um empregado ou diretor tem interesses privados que podem entrar em conflito com seus deveres públicos. Isso se refere a circunstâncias em que é previsível que um conflito possa surgir no futuro e que medidas devem ser tomadas agora para mitigar esse risco futuro.

 

  • Conflito de interesses percebido:

O público ou um terceiro poderiam formar a opinião de que os interesses privados de um funcionário ou diretor poderiam influenciar indevidamente suas decisões ou ações, agora ou no futuro.

 

  • Conflito de deveres:

Surgirá quando uma pessoa é obrigada a cumprir dois ou mais papéis que podem realmente, potencialmente ou serem percebidos como em conflito uns com os outros.

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Deveres Públicos E Interesses Privados

 

As funções públicas são as tarefas oficiais que você desempenha como funcionário ou diretor. Os interesses privados podem ser diretos ou indiretos, e financeiros ou não financeiros:

 

  • Interesses diretos:

Inclui interesses pessoais, familiares, profissionais ou comerciais de um funcionário ou diretor.

 

  • Interesses indiretos:

Inclui os interesses pessoais, familiares, profissionais ou comerciais de indivíduos ou grupos com os quais o funcionário ou diretor está, ou foi recentemente, intimamente associado.

 

  • Interesses financeiros:

Envolve um ganho ou perda financeira real, potencial ou percebida. O dinheiro não precisa mudar de mãos para que os juros sejam financeiros.

As pessoas têm interesse financeiro se (ou um parente, ou um associado próximo) possuem ações, têm uma posição em uma empresa licitando para o trabalho do governo, recebem benefícios como concessões, descontos, presentes ou hospitalidade de uma determinada fonte relacionada à organização do setor público, ou podem se beneficiar financeiramente de uma decisão significativamente influenciada ou tomada pela organização.

 

  • Interesses não financeiros:

Surgem de relações pessoais ou familiares, ou envolvimento em atividades esportivas, sociais ou culturais. Eles incluem qualquer tendência para o favoritismo ou preconceito resultante de amizade, animosidade ou outro envolvimento pessoal com outra pessoa ou grupo.

Se os valores pessoais provavelmente impactarão no bom desempenho do dever público, então estes também podem levar a um conflito de interesses.

 

Conflito de Interesses No Setor Público

 

O acesso dos agentes a informações privilegiadas pode fazer com que suas ações entrem em conflito com os interesses da comunidade, o que não seria correto ou ético por parte da administração pública, por exemplo.

 

Assim como o poder estatal pode ser instrumentalizado para atender demandas estranhas ao papel social do setor público, o que deve gerar atenção não só de agentes públicos, mas também de agentes privados que se relacionam com eles. 

 

A legislação brasileira já prevê uma regulamentação sobre o tema no art. 3º da Lei 12.813/2013, que define conflito de interesse como:

.

 “Situação decorrente do confronto de interesses públicos e privados que pode comprometer o interesse coletivo e afetar indevidamente a execução do serviço público”.

 

Esta definição se aplica especificamente à funcionários públicos e se concentra no que pode levar a esses conflitos de interesse.

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Conflito de Interesses No Setor Privado

 

No caso do setor privado não existe uma legislação específica que regulamente o tema, cabendo ao setor de compliance e integridade definir as políticas internas e procedimentoS para identificar, investigar e prevenir potenciais casos.

 

Neste sentido, para formular uma política eficiente você pode:

  1. Criar um formulário de conflito de interesses
  2. Ter indicadores em tempo real para monitoramento
  3. Configurar alertas de novos riscos
  4. Ter integrações com bases de usuários
  5. Ter uma solução com login e senha
  6. Automatizar a cobrança do preenchimento
  7. Criar grupos de usuários
  8. Fazer acompanhamento do tratamento dos riscos

 

Automatize Os Processos

 

O trabalho de prevenção e combate às irregularidades no ambiente corporativo integra a rotina da empresa. Por isso, o programa de compliance não envolve apenas ações pontuais.

 

É preciso realizar o monitoramento contínuo, por meio de auditorias e avaliações, a fim de evitar os riscos e coibir práticas irregulares.

 

O clickCompliance disponibiliza soluções tecnológicas para otimizar os processos de implantação e efetivação dos programas de compliance e integridade.

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Como fazer, Como fazer

A certificação PQO (Programa de Qualificação Operacional) é emitida com o objetivo de atestar o conhecimento de profissionais dos mercados geridos pela B3. É considerado fundamental para os profissionais da área, pois qualifica o exercício de instituições financeiras, habilitando-as para estar em conformidade com os padrões de alto rendimento.

 

O processo de certificação é conduzido pela Ancord e supervisionado pela B3 Educação nos termos do Manual de Certificação de Profissionais. É realizado através de uma prova que está dividida em 8 modalidades:

  • Compliance

Aplica-se aos profissionais responsáveis pela supervisão dos procedimentos e dos controles internos.

  •  Risco

Aplica-se aos profissionais responsáveis pelo monitoramento do risco nas operações realizadas nos mercados e sistemas da B3.

  •  Operações

Aplica-se aos profissionais que realizam a intermediação de operações nos sistemas da B3.

  •  Back office

Aplica-se aos profissionais responsáveis pelas atividades de liquidação, registro, controle de garantias, custódia e cadastro de clientes.

  •  Custódia

Aplica-se aos profissionais de back office que realizam apenas atividades relativas à custódia nos respectivos sistemas da B3.

  •  Liquidação

Aplica-se aos profissionais de back office que realizam apenas atividades relativas à liquidação das operações realizadas nos respectivos ambientes da B3.

  • Cadastro de Cliente

Aplica-se aos profissionais responsáveis por procedimentos de cadastro de clientes do participante.

Neste artigo vamos nos debruçar um pouco mais no módulo e na importância do PQO para profissionais de compliance que atuam em mercados ligados à B3.

Como Tirar O Certificado PQO?

 

Criada em 2006, pela Ancord, o exame é aplicado em parceria com a FGV. A partir de 2020, a instituição começou a aplicar a prova remotamente em decorrência da pandemia de covid-19. A inscrição é feita pelo site da instituição

 

Os exames continuam com os mesmos critérios anteriormente exigidos pela B3 Educação:

 

  • uma prova de 60 questões,
  • duração 3 horas e
  • mínimo de 60% de acertos.

 

A exceção é o módulo de Cadastro de Clientes tem uma metodologia diferente das outras, você pode conferir aqui

 

No momento da inscrição o candidato deve optar pelo tipo da prova que irá realizar, de certificação ou de renovação da certificação, bem como a área de conhecimento entre os 8 módulos.


É preciso também se atentar ao fato de que:

  1. Não serão aceitas inscrições em mais de uma prova que seja da mesma área de conhecimento.
  2. Não será validada a inscrição para renovação de certificação se o candidato não tiver a certificação no mesmo segmento.

O valor da taxa de inscrição é R$ 278,00 para certificação e para a renovação da certificação. Os profissionais que exercem atividades relacionadas aos mercados B3 (segmento BM & F/BOVESPA) devem estar devidamente cadastrados no módulo profissional do Sistema Integrado de Cadastro B3 (Sincad) além de possuir certificação vigente em sua área de atuação.

pqo compliance certificado

PQO Compliance: Quem Precisa Ter?

 

A certificação de compliance é para profissionais que realizam atividades de controle interno e monitoramento de processos para cumprir com as leis e regulamentos aplicáveis ​​ao participante. Ao profissional de compliance cabe:

 

  • Assegurar o cumprimento das normas e processos definidos pela B3 e pelas leis e regulamentos aplicáveis ​​e prestar esclarecimentos solicitados pela B3.
  • Identificar, monitorar e analisar os riscos relacionados com a prevenção de lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo.
  • Supervisão de transações com partes relacionadas, carteira própria, erros de conta e facilitação.
  • Monitorar o risco operacional através do mapeamento dos controles internos, planejar e implementar processos de controle do risco operacional.
  • Conduzir e monitorar rotinas e controles internos visando garantir que os processos do Participante estejam em conformidade com a Regulamentação e com a legislação aplicável, incluindo cadastro de clientes, habilitação, combate à lavagem de dinheiro, monitoramento de operações e ofertas, processamento de custódia, Tecnologias da Informação e quaisquer outros necessários à realização de operações nos mercados e ambientes administrados pela B3.
  • Fornecer as informações necessárias para que a B3 identifique e qualifique os clientes do assinante, atualize e seja compatível com o cadastro de clientes do assinante.
  • Assegurar o acesso dos clientes ao código de conduta praticado pelo participante e demais normas legais e regulamentares aplicáveis.

pqo compliance certificado

 

Vigência Da Certificação E Processo De Renovação


A certificação é válida por cinco anos a partir da data de aprovação. O profissional deve manter sua certificação em dia, caso contrário a prática de sua atividade perante a B3 é considerada irregular.

 

 A renovação da certificação é válida por cinco anos a partir da data de expiração da certificação aplicável. Visa estabelecer um processo de atualização contínua para profissionais certificados que exercem atividades relacionadas aos mercados administrados pela B3, devendo ser iniciado pelo profissional no máximo 30 dias antes da data de expiração de sua certificação.

 

O processo de renovação da certificação para equivalência a outras certificações deve ser iniciado pelo profissional em até 60 dias antes da data de vencimento.

 

O Que Estudar Para a Prova de PQO Compliance?

 

Embora não haja pré-requisito para a realização da prova, ela exige uma preparação aprofundada e completa. É preciso entender a estrutura da B3 tecnicamente, e hoje há no mercado inúmeros cursos preparatórios que podem ajudar o candidato a se capacitar.

 

Como gestora de mercados organizados de ações e de balcão, a B3 possui uma estrutura de negociação e pós-negociação verticalmente integrada para todas as principais classes de ativos: desde ações, renda fixa e ações, contratos derivativos financeiros e de commodities até câmbio.

 

Com um modelo de negócios diversificado, a estrutura da B3 inclui ainda plataformas de registro de balcão e serviços de listagem para emissores de valores mobiliários, empréstimo de ativos, divulgação de informações (market data), entre outros.

 

Entre os tópicos abordados na prova, sugerimos estudar:

  • Sistema financeiro nacional;
  • Mercado de capitais;
  • B3 no mercado de capitais;
  • Renda variável;
  • Derivativos;
  • Renda fixa;
  • Mercado de câmbio;
  • Fundos e clubes de investimentos;
  • Tributação;
  • Gestão de risco na câmara B3;
  • Risco corporativo;
  • Controles e auditoria interna e compliance;

 

Onde Estudar?

 

Além de cursos preparatórios, existem na internet outras mídias e conteúdo que podem te auxiliar na hora de se preparar para a prova. Busque por:
  • Canais no YouTube
  • Manuais gratuitos
  • Simulados,
  • Grupos no Telegram
  • Apostilas.

A própria B3 oferece gratuitamente um Manual de Estudos gratuitamente da instituição com toda a trilha de estudo que um candidato precisa passar. Você pode acessar clicando aqui.

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