preloader
Your address will show here +12 34 56 78
Anticorrupção

Mais uma conquista do clickCompliance!

Atualmente, o termo compliance tem adquirido cada vez mais força e reconhecimento no mercado brasileiro. Com isso, as certificações e atestados voltados para essa área buscam ganhar reconhecimento que validem sua qualidade. 

Baseado nisso, o clickCompliance conquistou  Atestado de Conformidade que demonstra que as funcionalidades e características do software estão de acordo com o Programa de Certificação de Sistemas de Gestão Anticorrupção da BRA Certificadora e estamos muito orgulhosos por isso. A BRA Certificadora é uma empresa brasileira que atua na área de certificações, auditorias e inspeções. Seu trabalho é pautado na imparcialidade, na conduta e no rigor ao cumprimento das normas. Ela está presente em grande parte do país e é conceituada na área de certificações em Compliance/Anticorrupção/Suborno.  

Além desse atestado, cabe lembrar que a pouco tempo atrás, o clickCompliance foi o primeiro aplicativo brasileiro validado no AppSource da Microsoft. Essas conquistas são muito importantes pois o tamanho e a credibilidade dessas empresas chancelam a qualidade do serviço do clickCompliance.

Atuar de forma segura, responsável e imparcial e garantir o cumprimento de todas normas são dois dos muitos preceitos a serem seguidos para garantir reconhecimento, credenciar e validar a qualidade do produto para o mercado. 

Ao adquirir a licença de uso do software clickCompliance, sua empresa garante que todas funcionalidades disponíveis foram validadas. Além disso, elas estão em conformidade com o previsto na legislação brasileira, Lei nº 12.846/2013, Decreto nº 8.420/2015. Dentre elas estão: alertas e lembretes para os usuários e departamentos, navegação simplificada, registro do aceite das políticas e geração de evidências jurídicas que funcionarão e serão muito úteis para sua área de compliance.

Veja abaixo o Atestado de Conformidade conquistado:


Agende aqui uma rápida demonstração e entenda de que forma clickCompliance pode atuar na automação e gestão do programa de integridade da sua empresa!

0

Anticorrupção

Marketplace da gigante multinacional disponibiliza soluções de negócios inovadoras para clientes Microsoft em todo o mundo.

ClickCompliance é um software de compliance que controla o aceite das políticas e documentos da sua empresa. Ele foi desenvolvido a partir de um aumento de demanda por soluções que facilitassem a criação e operação de programas de compliance nas empresas após a promulgação da Lei Anticorrupção. Dessa forma, a corporação pode se resguardar como pessoa jurídica de eventuais processos judiciais, gerando evidências que poderão responsabilizar as pessoas físicas – funcionários, fornecedores ou revendedores – envolvidas em qualquer ato que seja contra as suas normas internas.

Entre as principais funcionalidades do software estão: Permissionamento, escalonamento, validação e versionamento de políticas, controle de aceite, etc. Todas são responsáveis por fazer com que o software funcione e seja o mais eficiente possível para as empresas. Além disso, o administrador consegue acompanhar dados como: usuários ativos e percentual de aceite por meio de dashboards interativos.

Estamos muito orgulhosos de termos conquistado nosso espaço no AppSource, entre poucas dezenas de parceiros Microsoft em todo o mundo. O AppSource é um Marketplace de soluções de negócios que se tornou uma referência na busca de soluções integradas para os clientes.

Empresas clientes de soluções Microsoft podem se certificar de que os serviços disponíveis no Marketplace são compatíveis com seus softwares e aplicações de negócio além de possuírem a credibilidade da chancela Microsoft; afinal, para que uma empresa garanta que seu aplicativo seja disponibilizado no AppSource é necessário que o produto passe por uma série de crivos e exigências.

Se você já é uma empresa cliente do Office365 é possível fazer uma demonstração em tempo real do clickCompliance com a autenticação do seu próprio usuário do sistema. Dessa forma, você pode experimentar todas as funcionalidades do aplicativo e simular situações para avaliar a aderência do clickCompliance às necessidades do seu negócio.  

 

 

0

Anticorrupção
Políticas de integridade, em tempos de Lava Jato, são uma das maiores preocupações para as empresas se protegerem de futuros problemas que podem acarretar em prejuízos de imagem e reputação, além, é claro, de processos judiciais e multas que impactam nos resultados do negócio.  


Políticas de integridade e Lei Anticorrupção

É dentro desse cenário que a Lei Anticorrupção foi criada com o objetivo de criar novos parâmetros de comportamento empresarial na relação público-privada, demandando das companhias responsabilidade ética e políticas internas de integridade que possam balizar os negócios, envolvendo a responsabilização de funcionários, fornecedores, distribuidores além da alta diretoria e dos próprios sócios.  

A Justiça passou a ter uma rigidez de caráter inabalável para buscar que essas práticas fiquem no passado e que todos o ambiente de negócios compreendam que “o jeitinho brasileiro” é inaceitável nas relações éticas corporativas e deve ser uma expressão relegada ao passado. Baseados nisso, Marcelo Erthal, diretor comercial da Ímpeto e Rafael Mendes, da Chediak Advogados viram aumentar sua demanda por esse tipo de solução a partir do momento que inúmeras empresas começaram a procurar pessoas especializadas no assunto para organizar suas estruturas de Compliance.

Nesse artigo para o Estadão, ambos oferecem sua visão sobre o assunto e dissertam sobre as oportunidades que a tecnologia pode trazer e os benefícios desse fato. Diversos empresários explicitam que a corrupção é um dos principais riscos que qualquer empresa pode enfrentar e, com isso, saber quais passos tomar para evitar esse problema em sua empresa é de grande importância.  

A grande vantagem de contratar pessoas especializadas no assunto é que a maior dificuldade das empresas é saber qual passo tomar para começar a implantar um programa de Compliance e o que pode ser mais adequado para a sua realidade. Nesse momento, a tecnologia de informação é um importante aliado para lidar com as inúmeras demandas geradas pelas implantação de políticas de integridade na companhia.

Veja o artigo publicado no Estadão e entenda porque esse assunto está sendo discutido com tanta frequência nas organizações.

 

0

Anticorrupção
Apesar da sua extrema importância, poucas empresas utilizam um bom programa de compliance pois não acreditam que o mesmo se faz necessário, e é aí que se enganam. Diversos escândalos atuais que rondam as empresas do país, como o acordo de leniência da JBS, mostram que com um bom programa de compliance esse tipo de crime pode diminuir consideravelmente.

O acordo de leniência é a “Delação Premiada” das Pessoas Jurídicas. Segundo a Revista Consultor Jurídico, “o acordo de leniência o faz convergente a adoção obrigatória dos programas de compliance”. Essa afirmação explicita que as empresas que passaram por problemas éticos não serão extintas e que podem voltar ao exercício, porém assumindo seus compromissos sociais e dignos perante a sociedade.

As empresas passarão a controlar com mais veemência o que se passa internamente para evitar danos à sua imagem e reputação. A Lei Anticorrupção que possui um pouco mais de 3 anos fez com que as organizações buscassem ter maior controle interno e regras de conduta pelo fato de que encadearia na redução de futuras multas em casos de irregularidades.


Agora, por que os programas de compliance costumam não sair do papel?

Segundo José Compagno, sócio líder da América Latina do Serviço de Investigação de Fraudes e Disputas da consultoria EY, “estruturas de compliance que existem formalmente, mas não funcionam na prática é algo com que me deparo diariamente no trabalho”.

As empresas que passaram pelos escândalos não conseguiam encerrar seu esquema completo para criar um programa pois o mesmo inviabilizaria a continuação da irregularidade. Nesse dado momento, a lei não possuía tanta influência nas companhias. Porém, a presença de um marco regulatório forte com as ações de fiscalização e a divulgação das punições fazem com que o mercado e as empresas passem por mudanças.

Visando a capacitação de profissionais brasileiros, a Câmara Americana de Comércio recentemente organizou um evento chamado “1ª missão brasileira de compliance nos EUA”. Isso faz com que seja mostrado que os administradores brasileiros estão em busca de informação e aprimoramento para evitar que esse tipo de situação se repita.


Por que possuir um bom programa de compliance?

O motivo mais claro é que a empresa evitará futuros problemas relacionados a corrupção, sonegação de impostos, fraudes, entre outros. É de extrema necessidade que a alta administração das empresas entenda que um bom programa de compliance é uma ação estratégica necessária e que acaba saindo três vezes mais barato investir nele do que não o implementar.


Qual a solução para implementar um bom programa de compliance?

Primeiro, o ideal é que você busque analisar e sistematizar todos os procedimentos e regras de negócios mais sensíveis a fraudes da sua empresa e isso não é uma tarefa fácil. Mapear esses procedimentos, estipular as regras e colocá-las no papel é uma primeira etapa. Você pode fazer esse esforço internamente ou buscar especialistas de compliance no mercado para conduzir a elaboração de um programa adequado à realidade da sua empresa.

Para ajudar você a começar a se organizar, a Ímpeto consolidou um pacote com 10 documentos de políticas de integridade, contendo alguns procedimentos e códigos de conduta para servir como base para você começar o seu trabalho. Caso esse seja um assunto do seu interesse, baixe agora mesmo o pack gratuito com as 10 Políticas de Compliance que preparamos para você!

 

0

Anticorrupção

Empresa carioca de engenharia alerta em seus anúncios que recusa pedidos de subornos

Os irmãos Barbosa contam que não furam filas e ficam irritados quando veem um amigo botar umas notinhas no bolso do garçom para conseguir um tratamento diferenciado. Também ficam chocados quando sabem de alguém que achou um celular no chão e o guardou rapidamente para não devolvê-lo. O mesmo quando, em alguma festa oferecida por eles, notam que um convidado pagou ao serviço para lhe servirem mais camarões. “A corrupção está da padaria ao açougue”, lamentam. O empenho dos Barbosa por não pegar atalhos vem de berço e virou norte da empresa que tocam juntos no Rio de Janeiro, um conhecido escritório de engenharia dedicado à manutenção de prédios e fachadas. Os cartazes pendurados em cada um dos edifícios onde eles trabalham alertam: “A Stanley não dá propina. Se quiser, por favor, não ligue”. Mas há quem ligue.

Quando o que deveria ser normal acaba virando exceção destacada num cartaz, há quem possa lamentar o ponto a que o Brasil chegou atualmente. Mas o aviso dos Barbosa tem sido impresso em cada placa da empresa há mais de 20 anos, muito antes do país se ver às voltas com listas de Janot, como a que foi divulgada nesta terça, envolvendo políticos do Governo e da oposição. A corrupção não é de hoje, reforçam. O que Stanley e Ricardo contam sobre esse micromundo da construção civil, no qual convivem engenheiros, síndicos e as comunidades de vizinhos tem muito a ver, aí sim, com o Brasil de hoje. As propinas e os cartéis entre empresas do ramo, dizem eles, são comuns, provocam sobrepreço dos trabalhos e acabam beneficiando os de sempre. Não há codinomes para se referir aos síndicos, como acontece com os deputados e ministros envolvidos na Lava-Jato, mas sim eufemismos para insinuar a propina a ser adicionada no orçamento: “agrado”, “gordura”, “reserva técnica”, “comissão”…

Stanley, de 62 anos, lembra do dia em que resolveu parar com o fluxo de ligações e propostas indecentes, duas décadas atrás. “Foi a gota d’água”, diz. Ele havia recebido um síndico de um enorme prédio de Botafogo que já chegou elogiando a empresa para anunciar, pouco depois, que os moradores haviam decidido delegar a obra aos Barbosa. Agradecido, Stanley passou uma hora mostrando ao síndico as dependências da empresa, então em Copacabana, para agradá-lo e transmitir confiança, até que por fim o visitante disparou: “E qual é a gordura que vocês deixam para mim?”. O engenheiro não entendeu, mas na hora que o síndico foi mais explícito Stanley resolveu dar um basta e institucionalizar as boas práticas. Naquela época, o irmão Ricardo, de 67 anos, havia passado pelo mesmo constrangimento. “Fui até Niterói com um engenheiro contratado pelo prédio para orçar uma obra e quando estava lá, fazendo o trabalho, ele me pediu para colocar um 10% a mais para ele. Ficamos decepcionados”, lembra Ricardo.

O rigor lhes fez perder clientes, como uma obra de um milhão de reais num prédio do bairro do Recreio, um saboroso contrato para qualquer empresa do setor, mas condicionado a 10% de “reserva técnica” para o síndico. Os irmãos defendem que, pelo menos, economizam o tempo que perdiam em fazer vistorias e orçamentos para depois ter que dizer “não”. “No início, houve um mal estar pelo aviso, mas eu acho que vinha precisamente de quem se via nele. As pessoas honestas passaram a nos procurar mais. Se antes, de 10 obras pediam propina em quatro, agora de 10 temos apenas uma com esse pedido”, explica Stanley, o mais falador dos irmãos. “Se ainda cobram vantagem apesar do aviso? Sempre tem alguém que não lê”, brinca o engenheiro, evangélico e fã do juiz Sérgio Moro –“ele dá à juventude a ideia de que o crime não compensa”.

Os Barbosa, que têm no currículo a reforma e manutenção de mais de 3.000 fachadas, não trabalham com o Governo, em esfera nenhuma. Dizem que por opção. “Sabemos que é muito difícil conseguir contratos se não for com um acordo por trás. Não vamos ficar românticos, a gente sabe que o que vemos na mídia hoje sempre aconteceu”, diz Stanley, que diz ter visto os pais de amigos dos seus filhos chegando à prisão por conta dos escândalos de corrupção.

Filhos de um militar e uma defensora pública, os Barbosa leem com desgosto as manchetes diárias dos jornais. Da trama corrupta que o ex-governador Sergio Cabral costurou cobrando propinas das empresas que trabalhavam para o Governo à lista de envolvidos no esquema da Odebrecht. Stanley, que diz não ter partido e que não perdeu uma passeata anticorrupção, vê, no entanto, uma oportunidade. “É uma situação ímpar, excelente, e o país pode virar a página da corrupção. É um preço caro porque está havendo muito desemprego, mas nunca vimos neste país pessoas com tantos milhões nas contas sendo presos”.

Os Barbosa, no entanto, não se acham ímpares – “há muita mais gente honesta que desonesta” –, mas alertam que o “maior erro e defeito do brasileiro é ser omisso”. Ricardo, em uma tentativa de ilustrar o caminho sem volta da corrupção, recorre ao canteiro de obras: “No final de contas, não é só propina. Quem se corrompe não hesita em botar cal na tinta”.


Fonte: EL PAÍS

 

0

Anticorrupção
Escândalos de corrupção ao redor do mundo mostram a importância de políticas efetivas contra atos criminosos. No Brasil, mais especificamente, é possível acompanhar o desenrolar de julgamentos, que a cada dia ganham contornos mais complexos. Esses acontecimentos culminaram na criação da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013). Com ela, a responsabilização das empresas, seja no âmbito civil ou administrativo, se torna mais objetiva quando são praticados “atos lesivos contra a administração pública nacional ou estrangeira”.

Uma saída encontrada para se proteger desses possíveis processos, são as práticas de compliance. Compliance são instruções para seguir o conjunto de normas, regulamentos, políticas e diretrizes estabelecidos pela empresa, que visa evitar, detectar e tratar desvios de conduta. Por ser formada por pessoas, que apresentam os mais diversos comportamentos, é impossível assegurar-se que nenhum de seus colaboradores, parceiros, fornecedores irá colocar a organização em condição de ré. A partir do momento em que se provam benefícios ilícitos dados às companhias, elas rapidamente ficam sujeitas a sofrer as penalidades.

Agora as empresas são responsabilizadas por práticas ilícitas e poderão pagar multas de até 20% de seu faturamento. Para obter o acordo de leniência, isto é, redução de penas é necessário que as empresas colaborem efetivamente com as investigações e com o processo administrativo. Dele deve resultar a identificação dos envolvidos na infração administrativa, quando couber; e a obtenção célere de informações e documentos que comprovem a infração sob apuração.

Treinamentos presenciais de funcionários, visitas a fornecedores e parceiros, ou até mesmo efetuar a contração de empresas para treinar essas pessoas, são algumas das ações que as corporações vêm adotando para se assegurar que todos cumpram as políticas pré-estabelecidas. No entanto, esses processos são extremamente caros, além de ser difícil comprovar perante às autoridades a sua eficiência e isenção de interesses próprios da empresa nos mesmos.


Solução?

Daí a necessidade de poder contar com ferramentas anticorrupção simples e de baixo custo como o App criado pela Ímpeto: o clickCompliance. O clickCompliance no qual a empresa tem total controle sobre seus funcionários, rede de fornecedores e terceirizados estarem em conformidade com as políticas da organização. Garanta a integridade de sua empresa com o clickCompliance!

 

0

POSTS ANTERIORESPage 3 of 4PRÓXIMOS POSTS