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Ao seguir regras e valores adequados, o uso da ferramenta proporciona vantagens como automatização, análise de dados e personalização de experiências.

Inteligência Artificial e compliance

Foto: monsterstudio/Freepik


O que aspectos como capacidade de automatização, análise de dados e personalização de experiências têm em comum?

Todos eles são motivos pelos quais diversas empresas estão adotando serviços de inteligência artificial (IA). 

A rápida evolução dessa ferramenta tem trazido inúmeras vantagens tanto para usuários comuns quanto para empresas, revolucionando a forma como interagimos com a tecnologia. 

Junto a esses benefícios surgem questionamentos sobre a ética envolvida na concepção e aplicação da IA. Com seu acesso a um imenso volume de informações, o recurso deve ser utilizado com base num conjunto de regras e valores

Assim, é possível que as empresas ofereçam produtos e serviços otimizados, sem deixar de lado a segurança dos dados de seus clientes. 

Neste post, vamos explorar a importância de aspectos como tomada de decisões éticas, privacidade de dados, equidade e transparência nos algoritmos, entre outros aspectos relevantes ao tema. 

Melhores práticas para integrar a IA nos serviços empresariais também ganham destaque. Elas têm inúmeros benefícios para o atendimento ao cliente, a otimização de processos, a análise de dados e a personalização de experiências. 

Acompanhe-nos nessa reflexão e descubra ainda como a inteligência artificial é uma aliada indispensável para impulsionar inovações e transformar a maneira como vivemos e fazemos negócios.

Vamos lá?


Qual a importância da ética para empresas que usam Inteligência Artificial?

O uso cada vez mais disseminado da IA em ferramentas para o público em geral e para as organizações tem gerado um intenso debate sobre a ética na inteligência artificial. Suas implicações tanto no mercado quanto na sociedade também entram na conversa.

Diante desse contexto, é crucial que a sociedade esteja atenta aos desafios e às oportunidades facilitadas por essa tecnologia. 

Vale ressaltar que os cuidados com o uso da inteligência artificial não são apenas considerações teóricas, mas sim necessidades práticas para assegurar que os avanços tecnológicos sejam conduzidos de forma responsável.

A adoção de práticas, como transparência, responsabilidade e conformidade com leis e regulamentações, incluindo a lei anticorrupção, é fundamental para o sucesso e a reputação das organizações que incorporaram ou pretendem incorporar a inteligência artificial em seus serviços. 

A ética e o cumprimento das leis contribuem para estabelecer relações de confiança com clientes, parceiros e investidores, além de fortalecer a integridade e a sustentabilidade do negócio.

Responsabilidade no trabalho com IA

No cenário atual, as empresas que utilizam inteligência artificial devem assumir a responsabilidade de garantir que suas soluções sejam desenvolvidas e implementadas de maneira ética, certo? 

Isso envolve a definição de diretrizes claras para o uso responsável da IA. Essa ação aumenta as chances de que as decisões tomadas pelos algoritmos sejam transparentes e compreensíveis. 

Além disso, as empresas devem se comprometer a monitorar e corrigir eventuais vieses algorítmicos, assegurando a equidade e a imparcialidade em suas aplicações.

Redução de riscos

Quando as empresas utilizam a inteligência artificial com base em uma ética sólida, surgem diversos benefícios para o negócio e a sociedade como um todo. Em primeiro lugar, é possível tomar decisões de forma mais justa e imparcial, evitando discriminação e preconceitos.

Dessa maneira, os cuidados também estão intrinsecamente ligados à mitigação de riscos. Deve-se considerar os impactos sociais, econômicos e de segurança que podem surgir, bem como a implementação de salvaguardas adequadas para minimizar eventuais vulnerabilidades. Veja alguns exemplos: 

  • Detecção de fraudes: identifica padrões e comportamentos suspeitos, reduzindo os riscos financeiros para as empresas.
  • Segurança cibernética: prevenção a ataques cibernéticos, ajudando a proteger sistemas e dados sensíveis.
  • Tomada de decisões informadas: análise de grandes volumes de dados de forma rápida e precisa, reduzindo a possibilidade de erros.
  • Monitoramento de processos: por meio da automação e análise contínua, para monitorar processos e identificar potenciais problemas.

Respeito à privacidade

A proteção da privacidade dos usuários é uma questão primordial quando se trata de inteligência artificial.
 

Da parte de quem cria as inteligências artificiais, as companhias devem garantir que os dados coletados sejam tratados com o devido cuidado e em conformidade com as leis e regulamentações de privacidade vigentes. 

Já para empresas que fazem uso de IA, devem estar inclusas medidas como a obtenção de consentimento informado dos usuários, para a coleta e uso de seus dados, e a implementação de medidas de segurança robustas para proteger essas informações contra acesso não autorizado. 

No Brasil, a Lei Geral de Proteção dos Dados (LGPD) determina que um dos fundamentos da disciplina de proteção de informações pessoais, inclusive nos meios digitais, é o respeito à privacidade. Para tal, as inteligências artificiais também devem cumprir questões como:

  • implementar um programa de governança em privacidade;
  • demonstrar a efetividade desse programa.

Ao priorizar a privacidade, as empresas demonstram seu compromisso com a ética e a confiança dos seus clientes.

Colaboradores capacitados


Outro aspecto fundamental para garantir o bom uso da inteligência artificial é o investimento no
desenvolvimento e capacitação dos colaboradores que passam a trabalhar com essas tecnologias. 

É importante fornecer treinamentos de compliance e atualizações constantes para que os profissionais estejam preparados ao lidar com tomadas de decisão relacionadas à IA. 

A própria IA pode ser usada também para conduzir esse tipo de treinamento. O módulo de treinamentos do clickCompliance já está integrado ao ChatGPT. A ferramenta gera perguntas automaticamente a fim de verificar se o colaborador compreendeu tópicos de um treinamento, políticas de compliance e até se entendeu bem o conteúdo de um documento antes de assiná-lo.



Medidas práticas para o aproveitamento correto da IA

A eficiência em tarefas repetitivas e o reconhecimento de padrões são exemplos de ganhos que a IA traz para a sociedade. Com a devida atenção e controle, os resultados podem ser cada vez mais positivos.

Vamos explorar o assunto a seguir! 

Proteção aos dados

A coleta e o uso adequado de informações pessoais são capazes de evitar violações de privacidade e até mesmo de roubos de identidade. 

Por isso, as empresas de IA têm adotado medidas para garantir a proteção e a confidencialidade dos dados dos usuários, o que torna seu uso bastante seguro. Confira alguns exemplos:

  • Criptografia de dados: torna as informações ilegíveis para qualquer pessoa não autorizada.
  • Políticas de acesso e autenticação: limita o acesso apenas a funcionários autorizados e utilizar senhas fortes, autenticação de dois fatores ou biometria. 
  • Monitoramento contínuo: identifica e responde rapidamente a qualquer atividade suspeita.
  • Treinamento e conscientização: Capacita os funcionários sobre as melhores práticas de segurança de dados.
  • Conformidade com regulamentações de privacidade: como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) na União Europeia ou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil.


Essas são apenas
algumas das medidas que as empresas podem adotar para preservar a segurança e a confidencialidade de registros em um contexto ético do uso da inteligência artificial. Cada instituição precisa analisar seu próprio setor de atuação e selecionar os métodos mais adequados para o seu contexto

Manutenção de profissionais capacitados

Um dos pilares da ética digital é garantir que a adoção da IA não resulte em demissões em massa, sabia? A ideia é justamente fazer o oposto: capacitar e treinar pessoas para se adaptarem aos novos mercados que surgem a todo instante. 

Como a automação pode aumentar a eficiência e reduzir custos, é importante equilibrar esse ponto com a preservação dos empregos e a valorização das habilidades humanas. Desse modo, criam-se mecanismos para aliar o avanço tecnológico à manutenção de trabalho qualificado.

Análise dos riscos

A análise adequada dos riscos que uma organização corre no seu setor de atuação é aquela feita antes de implementar programas de IA. Nesse momento, devem ser ajustados os potenciais riscos e os impactos positivos das soluções artificialmente criadas.   

Considerar possíveis vieses algorítmicos, equidade nas tomadas de decisão e transparência nos processos são algumas ações indispensáveis.





Conte com o clickCompliance

Sua empresa emprega tecnologias de IA e quer descobrir como potencializar o uso dessa ferramenta no seu campo de atuação?

Acesse nosso site e conheça as soluções inovadoras do clickCompliance. Otimize seus processos, garanta conformidade e fortaleça a cultura de integridade da sua empresa.

Conheça também o nosso canal de privacidade para estar em conformidade com a LGPD!

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Fique por Dentro, Funcionalidades

A tecnologia tem sido cada vez mais usada para facilitar o dia a dia das empresas em diferentes aspectos, contribuindo para maior agilidade no atendimento, melhorias nos processos, automatização de serviços, maior precisão técnica nas avaliações de qualidade, entre outras funções. No setor de compliance não é diferente: a tecnologia pode ser uma grande aliada para a realização do trabalho de gestão de riscos com o propósito de evitar o descumprimento das determinações previstas na legislação.

Em síntese, o principal objetivo do compliance é assegurar que uma organização se mantenha em conformidade com as leis, normas regulatórias e outras resoluções que se aplicam ao negócio.
Para isso, é elaborado um conjunto de regras e procedimentos internos com foco na realidade da organização. A rotina do setor de compliance é repleta de processos e ações para a conscientização dos funcionários, prevenção de riscos, investigação de irregularidades, avaliação periódica e atualização da política de compliance.

Todo esse trabalho pode ser beneficiado com a implantação de um sistema compliance. Mas como fazê-lo? Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura!

Neste conteúdo, organizamos todas as informações sobre o sistema compliance: o que é, como funciona, quais os benefícios e como implantá-lo.

O que é sistema compliance?

Sistema compliance é uma solução tecnológica desenvolvida para a realização das etapas do trabalho de conformidade nas organizações.
Através do uso de um software de compliance, os profissionais da área podem otimizar processos e torná-los mais precisos, o que contribui para aumentar a eficiência prática da política de compliance que foi criada para a empresa.

Dessa forma, um sistema compliance consiste em empregar a tecnologia no dia a dia de trabalho do setor, a fim de auxiliar a gestão das regras e procedimentos internos criados.

Há vários softwares disponíveis no mercado, mas antes de escolher um deles é preciso avaliar quais são as demandas do setor de compliance.

Como funciona um sistema compliance?

Em geral, o sistema compliance oferece soluções tecnológicas que facilitam o dia a dia de trabalho dos profissionais da área. Isso pode incluir:

Governança de documentos

A tecnologia para a governança de documentos tem como principal finalidade reduzir o tempo gasto com burocracias envolvidas na gestão das políticas corporativas. Assim, é possível, por exemplo:

  • Controlar aceites: o setor de compliance tem a garantia de que o funcionário leu, compreendeu e aceitou as políticas criadas.
  • Acompanhar prazos: a tecnologia oferece notificações sobre prazos, revisões e necessidade de revalidação de documentos.
  • Fazer pesquisa inteligente: é possível buscar documentos específicos por palavras-chave.
  • Criar alertas e lembretes: o sistema compliance para a governança de documentos apresenta a opção para o profissional de compliance receber notificações sobre as etapas do trabalho.
  • Realizar uma aprovação multinível: é possível enviar uma política interna para a aprovação de diferentes lideranças e gestores, a partir de uma configuração personalizada do workflow.
  • Criar declarações e contratos: também é possível elaborar documentos personalizados para cada funcionário.

Canal de denúncias

O sistema compliance também costuma disponibilizar um canal de denúncias, ferramenta indispensável para a prevenção, identificação e fiscalização de irregularidades.
Em geral, o sistema compliance oferece uma ferramenta que permite:

  • Acesso on-line;
  • Denúncia anônima ou identificada;
  • Protocolo para o acompanhamento pelo denunciante;
  • Gestão da apuração, que é feita em sigilo, pelo setor de compliance;
  • Chat anônimo com o denunciante em caso de necessidade de mais informações;
  • Indicadores e relatórios sobre o uso da ferramenta.

Compliance bot

É uma tecnologia que busca agilizar o esclarecimento de dúvidas dos funcionários da empresa. Através do compliance bot, os colaboradores podem fazer perguntas sobre o funcionamento das políticas internas, os procedimentos para a realização de denúncias e, até mesmo, compreender se uma determinada situação é considerada irregular ou antiética.

As perguntas podem ser feitas de forma anônima, fora do horário e local de trabalho, caso o funcionário assim o prefira. Entre as funcionalidades da ferramenta estão:

  • Respostas para dúvidas mais frequentes;
  • Referências a políticas e documentos corporativos;
  • Indicadores sobre atendimento, perguntas e respostas;
  • Encaminhamento da dúvida para o setor de compliance, quando necessário;
  • Avaliação do usuário sobre efetividade;
  • Extensão para o público externo (fornecedores, parceiros, entre outros).

Treinamentos de compliance

O sistema compliance também inclui tecnologias para a realização de treinamentos virtuais, que podem ser customizáveis, de acordo com a demanda da empresa.

Treinar os funcionários é uma das principais ações do setor de compliance. Após a criação da política interna, é necessário informá-la a todos os colaboradores para que as propostas sejam aplicadas na prática.

O sistema para treinamento de compliance não só facilita a realização da capacitação, como oferece funcionalidades que garantem a participação e a compreensão do funcionário sobre as informações que foram trabalhadas.

Processos de compliance

Conforme dito anteriormente, a rotina do setor de compliance envolve muitos processos. Automatizá-los, é uma forma de tornar o trabalho mais ágil e menos suscetível aos erros.
É possível trabalhar questões como:

Isso é feito através da automatização de etapas como:

  • Coleta de informações (preenchimento de formulários);
  • Análise e tratamento dos dados preenchidos;
  • Finalização do processo com a recomendação para cada caso;
  • Recebimento de indicadores e alertas.

O uso do sistema compliance para a realização desses processos permite que apenas as situações mais críticas cheguem ao setor para serem resolvidas de forma manual. Assim há mais tempo para os profissionais da área resolverem os casos delicados

Canal de privacidade

O canal de privacidade é uma tecnologia que assegura a conformidade da organização com a Lei nº 13.709/2018.
Popularmente conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), ela determina que todas as organizações, públicas e privadas, façam o tratamento correto para a coleta, o armazenamento e o uso de informações pessoais.

O canal de privacidade é a ferramenta do sistema compliance que atende todas as exigências da lei, tais como:

  • Confirmação do tratamento de dados pessoais pela organização;
  • Acesso, correção, portabilidade, bloqueio e eliminação de dados;
  • Informações sobre entidades públicas e privadas com as quais houve o compartilhamento;
  • Possibilidade de não fornecer ou revogar o consentimento do uso de dados.



Benefícios do sistema compliance

Conforme visto, o uso do sistema compliance oferece uma série de benefícios para as empresas. Entre os principais estão:

  • Otimização de processos;
  • Redução do tempo gasto pelos profissionais de compliance com burocracias corporativas;
  • Maior agilidade no atendimento e esclarecimento de dúvidas dos funcionários;
  • Auxílio para a identificação e a resolução de irregularidades no ambiente empresarial;
  • Maior precisão em relação aos prazos;
  • Suporte para a conscientização e o treinamento dos funcionários sobre as políticas de compliance.

Como implementar o sistema compliance?

É preciso avaliar quais soluções do sistema compliance melhor atendem as necessidades da organização.

O software do clickCompliance é uma opção completa com uma variedade de módulos que podem ser personalizados para a rotina da sua empresa.

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Ambiente Corporativo, Ambiente Corporativo, Ambiente Corporativo, Ambiente Corporativo, Ambiente de trabalho, Ambiente de trabalho, Ambiente de trabalho, Ambiente de trabalho, Fique por Dentro, Programa de Integridade

Em outubro de 2021 foi sancionada a Lei nº 14.230/2021, que ficou conhecida como a Nova Lei de Improbidade Administrativa (NLIA). Ela altera o texto criado na década de 1990 sobre o assunto, que estava até então vigente no Brasil.

Em linhas gerais,
a NLIA aborda a aplicação de sanções em caso de atos contrários aos princípios básicos da Administração Pública. Dessa forma, pessoas físicas e jurídicas que cometam tais práticas de forma dolosa, isto é, intencionalmente, serão penalizadas.

Em caso de improbidade praticada dentro das empresas, sócios, acionistas, diretores e colaboradores podem responder pelo ato quando comprovada a participação ou o benefício em investigação realizada pelo Ministério Público.
Conhecer as mudanças promovidas pela NLIA é fundamental para assegurar a conformidade nas organizações e evitar a aplicação das sanções previstas pelo texto.

Neste conteúdo, explicaremos alguns pontos da legislação e mostraremos como o
compliance pode auxiliar no cumprimento da lei no dia a dia.

Boa leitura!

O que é improbidade administrativa?

A improbidade administrativa pode ser compreendida como um ato ilegal que fere os princípios básicos da Administração Pública no Brasil.

A
Constituição Federal estabelece quais são esses princípios:

  • Legalidade;
  • Impessoalidade;
  • Moralidade;
  • Publicidade;
  • Eficiência.

Também no texto da Constituição estão previstas sanções para o agente público que agir de forma contrária a tais princípios. Veja:

  • Perda da função pública;
  • Suspensão de direitos políticos;
  • Ressarcimento dos recursos públicos.

Como foi criada a primeira lei de Improbidade Administrativa?

Em 1992, foi sancionada a Lei de Improbidade Administrativa (LIA), que ficou popularmente conhecida como Lei do Colarinho Branco. Ela definiu quais ações são consideradas atos de improbidade.

Condutas que configuram crimes de improbidade administrativa:

  • Enriquecimento ilícito: recebimento de propinas, uso de bens públicos em benefício próprio, dentre outros.
  • Prejuízo aos cofres públicos: pagamento de despesas com dinheiro público, facilitação da venda de bens públicos, realização de contratos informais, dentre outros.
  • Conduta em desacordo aos princípios da Administração Pública: revelar informações antes da divulgação oficial, nomear parente de até terceiro grau para exercer cargo comissionado, ocultar irregularidades, dentre outros.

Nova Lei de Improbidade Administrativa


Principais mudanças da Nova Lei de Improbidade Administrativa

A Nova Lei de Improbidade Administrativa (NLIA) preserva parte do texto da lei anterior, mas realiza ajustes que merecem atenção.

Confira seis importantes mudanças feitas pela NLIA:

1) Improbidade relacionada ao comportamento doloso

Atos cometidos por imprudência ou negligência não se configuram mais em improbidade administrativa. A NLIA caracteriza o crime apenas quando há o comportamento doloso, com a intenção de cometer a prática ilícita.

2) Nepotismo e promoção pessoal

O nepotismo, que se constitui em favorecer parentes próximos, segue como um ato de improbidade, mas desde que comprovado o dolo. A promoção pessoal também foi inserida na NLIA como crime de improbidade.

3) Ministério Público define titularidade do ato

Os responsáveis pelo crime de improbidade serão nomeados após investigação do Ministério Público.

4) Prazo para a prescrição

Outra mudança promovida pela NLIA foi a ampliação do prazo para que atos de improbidade administrativos prescrevam e, assim, não possam mais ser investigados. O limite passou de cinco para oito anos.

5) Prazo do inquérito civil

O tempo para a abertura de inquérito também aumentou, passando de 180 dias para um ano.

6) Novas sanções

As penalidades também foram modificadas. Confira:


Enriquecimento ilícito:

  • Perda de direitos políticos para até 14 anos;
  • Multa com valor referente ao crescimento patrimonial que foi alcançado;
  • Proibição de contrato ou recebimento de incentivo público no período de 14 anos.

Prejuízo aos cofres públicos:

  • Perda de direitos políticos para até 12 anos;
  • Multa com valor referente ao prejuízo causado;
  • Proibição de contrato com a Administração Pública no período de 12 anos.

Conduta em desacordo aos princípios da Administração Pública:
  • Multa civil com valor referente a até 24 vezes a remuneração;
  • Proibição de contrato com a Administração Pública no período de 4 anos.


Como combater a improbidade nas empresas

A melhor maneira para uma empresa garantir conformidade com a legislação vigente é ter um programa de compliance ativo e eficiente. Por isso, há duas principais orientações para combater a improbidade no ambiente corporativo:

  1. Quem não tem deve implantar um programa de compliance;
  2. Quem já tem deve realizar uma análise do programa de compliance para a realização de ajustes.

De qualquer forma, cabe ao profissional de compliance estudar as novas informações trazidas pela NLIA e definir quais adequações devem ser feitas na empresa.

Essa análise consiste em uma avaliação de riscos para identificar quais as áreas da empresa estão mais suscetíveis ao descumprimento da lei.

Ferramentas de compliance contra a improbidade

Durante a gestão do programa de compliance, algumas ferramentas podem auxiliar no combate aos atos de improbidade. Dentre as quais destacam-se:

Como o clickCompliance pode ajudar

O clickCompliance disponibiliza soluções tecnológicas para a implantação e o aprimoramento do programa de compliance. A automatização de processos confere maior agilidade e precisão ao trabalho.

Para saber mais,
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Governança de Documentos

A governança corporativa é um dos principais aspectos que merecem a atenção de gestores que almejam a longevidade dos negócios.

Afinal, o mercado tem valorizado, cada vez mais, as empresas que adotam boas práticas em prol da qualidade dos processos, das rotinas, dos serviços e, também, do bem-estar dos colaboradores.

No entanto, apesar de ser considerada um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento das empresas, dados revelam que a
aplicação do sistema de governança ainda é um desafio. Estudo feito pela PwC Brasil identificou que 49% dos profissionais responsáveis pelo planejamento econômico da empresa estão insatisfeitos com o grau de formação de governança corporativa dos executivos.

Ainda segundo o levantamento, 51% deles também não confiam na eficiência dos conselhos de administração responsáveis pela gestão de riscos da empresa. Enquanto 50% consideram-se insatisfeitos com o trabalho de detecção de irregularidades, como fraudes e outros crimes.

As informações revelam a
necessidade de disseminar o conhecimento sobre o que é governança, como ela se aplica na prática e, sobretudo, como realizar esse trabalho de forma eficiente no dia a dia das empresas.

Se você quer saber mais sobre este assunto, continue a leitura. Neste conteúdo, explicaremos o conceito de governança, as melhores práticas, qual é a relação com o compliance, o ESG, dentre outras informações.

Bom artigo!

O que é governança corporativa?

Quem se interessa pelo tema, primeiramente, deve compreender o que é governança corporativa.

Na definição do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), o conceito está relacionado ao sistema adotado pelas organizações para
gerir os relacionamentos corporativos. Dentre as instâncias participantes, podemos destacar:

  • sócios;
  • conselho de administração;
  • diretoria;
  • órgãos de fiscalização;
  • demais interessados (acionistas, potenciais investidores, colaboradores, dentre outros).

Isso significa que é através da governança corporativa que ocorre o alinhamento entre os interesses de stakeholders e o que é disposto por órgãos responsáveis pela regulamentação e a fiscalização. Dessa forma, a organização reitera o seu valor diante do mercado.

Na prática, a governança corporativa transforma princípios básicos em orientações objetivas, com foco nos seguintes aspectos:

  • preservação do valor econômico a longo prazo;
  • acesso aos recursos;
  • qualidade da gestão;
  • bem-estar comum;
  • longevidade dos negócios.

princípios da governança corporativa

Quais são os princípios da governança corporativa?

Para colocar o conceito de governança corporativa em prática nas organizações, é necessário que sejam adotados alguns princípios básicos que irão nortear esse sistema. São eles:

  • Transparência;
  • Equidade;
  • Prestação de contas;
  • Responsabilidade corporativa.

Como implantar a governança corporativa nas empresas

A partir do conhecimento sobre o conceito, a aplicação prática e os princípios básicos que norteiam a governança corporativa, é possível planejar a sua implantação. Para isso, é necessário que a empresa se organize em algumas etapas:

  1. Crie um conselho de administração;
  2. Estabeleça um código de ética;
  3. Estruture um processo de gerenciamento de riscos;
  4. Promova uma postura ética na organização;
  5. Fortaleça as lideranças internas;
  6. Incentive práticas transparentes;
  7. Sistematize processos essenciais do negócio;
  8. Aprimore a relação com os diferentes públicos (interno e externo);
  9. Realize auditorias periódicas;
  10. Tenha um plano de sucessão para os principais postos da empresa.

Governança corporativa e compliance: entenda a diferença

Podemos identificar algumas semelhanças entre a governança corporativa e a proposta do programa de compliance. No entanto, os conceitos não possuem o mesmo significado.

Para entender a diferença entre ambos, é preciso saber
o que é compliance, o seu funcionamento e qual é a relação com a governança corporativa.

O que é compliance?

O termo compliance tem origem no verbo em inglês “ to comply”, que pode ser traduzido para o português como “cumprir”, “obedecer”, “concordar”. Assim, o compliance significa estar em concordância ou em conformidade com a legislação vigente.

Um programa de compliance tem como principal propósito identificar as leis que abrangem a atividade exercida pela empresa,
mapear os riscos de não cumpri-las e, assim, elaborar ações que evitem o descumprimento dessa legislação.

Por ser um trabalho contínuo, o compliance também abrange ações de monitoramento e fiscalização a fim de prevenir e combater irregularidades.

Relação entre a governança corporativa e o compliance

Dessa forma, o compliance está relacionado às etapas da governança corporativa que envolvem o gerenciamento de riscos, as auditorias e a promoção de uma conduta ética na organização.

A governança corporativa busca evitar os conflitos de interesses dos
stakeholders. Já o compliance prioriza a conformidade com a legislação vigente. Os dois objetivos apontam para um mesmo caminho, em direção a uma cultura organizacional responsável, ética e transparente.

Por isso, o programa de compliance é considerado um aliado para as boas práticas de governança corporativa.


ESG: o que é e como se relaciona com a governança corporativa?

Outro conceito que também é considerado fundamental para as boas práticas de governança corporativa é o ESG, sigla que vem do inglês “Environmental, Social, and Corporate Governance”. Em português, pode ser traduzido como “Ambiental, Social e Governança Corporativa”.

O ESG tem como foco a sustentabilidade dos negócios para além do aspecto financeiro, abrangendo os impactos ambientais e sociais promovidos pela empresa.

Dessa forma, o ESG orienta que a organização pense o futuro, adotando uma postura consciente desde já. Para isso são necessárias ações que visem:

  • a redução do desperdício;
  • o uso consciente dos recursos;
  • o impedimento de impactos negativos para o meio ambiente;
  • a preservação ambiental;
  • a diversidade da equipe;
  • a promoção do bem-estar dos colaboradores;
  • a colaboração com causas sociais.

O ESG é responsável por agregar valor à empresa e, por isso, está diretamente relacionado às boas práticas de governança corporativa.

Conheça as soluções do clickCompliance

Se você quer saber mais sobre governança corporativa, compliance, ESG e outros temas, acesse o nosso blog!

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Ambiente de trabalho, Como fazer, LGPD

Ter uma política de segurança da informação tornou-se fundamental em meio ao aumento do fluxo de dados e dos riscos de fraudes e golpes na era digital.

O vazamento de dados é um crime que implica diferentes penalidades. Portanto, garantir a proteção das informações pessoais de clientes, colaboradores e parceiros é obrigatório por lei.

Também chamada de
LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) estabelece os cuidados adequados para a coleta, o armazenamento e o tratamento dessas informações.

Estar em
conformidade com a LGPD e garantir os cuidados necessários com todo tipo de informação que abrange a atividade são ações essenciais para quem busca longevidade no mercado.

Para saber mais sobre o que é, como funciona, qual é a importância e como implantar uma política de segurança da informação, não deixe de ler esse conteúdo até o final!

 

O que é política de segurança da informação?

É um conjunto de práticas que buscam proteger e preservar os dados de uma organização.

Essa política deve ser criada com base no dia a dia da instituição, considerando o fluxo de dados recebidos e o trabalho de seu armazenamento.

A política de segurança da informação deve ser registrada em documento e divulgada para que todos os colaboradores tomem conhecimento e, assim, ela possa ser colocada em prática de forma efetiva.

Quais os princípios da política de segurança da informação?

  • Autenticidade: garante a identificação do usuário para o acesso aos dispositivos que permitem inclusão e exclusão de informações, assegurando que apenas pessoas devidamente autorizadas possam fazê-lo
  • Confidencialidade: as informações devem ser protegidas, e o acesso é restrito apenas à pessoa autorizada e credenciada pela organização
  • Confiabilidade: assegura a autenticidade e a veracidade das informações
  • Disponibilidade: pessoas autorizadas têm acesso aos dados sempre que necessário
  • Integridade: a informação oferecida é exata, completa e protegida contra fraudes e manipulações

Quem deve adotar uma política de segurança da informação?

Toda e qualquer organização que tenha acesso às informações pessoais de colaboradores, clientes, fornecedores e outros indivíduos.

A política de segurança da informação é o caminho para a preservação e a proteção dessas informações que, cada vez mais, têm sido alvo de golpes no país.

A responsabilidade de proteger esses dados cabe a qualquer tipo de instituição que tenha acesso a eles, independentemente do tamanho e setor de atuação.

Dessa forma, podemos resumir:

  • profissionais autônomos (advogados, contadores e consultores, por exemplo);
  • empresas da iniciativa privada (comércio, indústria e serviços);
  • organizações do terceiro setor;

O que são informações pessoais?

Segundo a LGPD, são consideradas informações pessoais aquelas que permitem identificar o titular. Alguns exemplos são:

  • informações de contato (endereço, telefone, e-mail);
  • data e local de nascimento;
  • dados bancários;
  • nome dos pais;
  • documentos;
  • gênero;
  • nome.

A LGPD esclarece, ainda, que entre as informações pessoais há aquelas que são consideradas “dados sensíveis”, por deixarem o titular vulnerável à discriminação, como:

  • informações da vida íntima e sexual;
  • dados genéticos ou biométricos;
  • condições de saúde;
  • opinião política;
  • filiação sindical;
  • raça e etnia.

4 razões para implementar uma política de segurança da informação

O fluxo de informações abrange desde os profissionais autônomos e pequenos negócios até as grandes instituições. Implementar uma política de segurança tornou-se uma necessidade real. Saiba os motivos:

1. Reduz os riscos
Lidar com informações pessoais é uma grande responsabilidade e, consequentemente, um risco. Toda organização que precisa desse tipo de dado para exercer suas atividades deve adotar uma política de segurança a fim de evitar uso indevido, roubo, golpes e fraudes.

2. Evita multas, sanções e penalidades
O vazamento de dados pessoais implica penalidades. A LGPD prevê advertência, multa de até R$ 50 milhões, bloqueio do banco de dados e até a proibição parcial ou total das atividades. Por isso, a segurança da informação também é uma garantia de segurança jurídica.

3. Evita processos
Vítimas que tiveram seus dados expostos podem processar os responsáveis na Justiça. Além dos custos, a situação provoca danos à imagem e à reputação.

4. Mantém a credibilidade no mercado
Outro motivo para investir numa política de segurança da informação é evitar perder a credibilidade conquistada no mercado. Ter o nome envolvido em um episódio de vazamento de dados mancha a reputação e interfere negativamente na imagem perante o público.

Política de segurança da informação e compliance: qual a relação?

Por tudo que foi mencionado até aqui, dá para observar uma relação direta entre política de segurança da informação e compliance.

Considerando que o compliance é um conjunto de normas estabelecidas a fim de garantir a conformidade com a legislação vigente, pode-se afirmar que a política de segurança da informação é um dos mecanismos usados por ele para atingir seu objetivo.

Ela é uma aliada, sobretudo, para o
compliance digital, que tem como foco o atendimento às leis que regem o ambiente digital.



Como criar uma política de segurança da informação?

Esse trabalho pode ser realizado pela equipe ou profissional responsável pelo compliance. Para tal, será necessário:

  • avaliar o fluxo de informações recebidas, como é feito o armazenamento e quais setores lidam com esses dados;
  • realizar um diagnóstico de segurança da informação junto aos profissionais de TI para uma análise de riscos em potencial;
  • categorizar os tipos de informação da empresa em pública, privada, íntima e sigilosa;
  • estabelecer os níveis de acesso para cada tipo de informação, identificando as pessoas autorizadas a lidar com cada uma delas;
  • utilizar recursos tecnológicos para aumentar a segurança das informações;
  • traduzir todos os processos anteriores em normas de conduta que deverão ser seguidas por toda a equipe;
  • divulgar as normas, incluindo penalidades para o descumprimento, para todos os membros da organização. Isso pode ser feito por meio da inclusão dessas práticas no Código de Ética;
  • realizar campanhas internas e treinamentos de compliance para envolver a equipe e esclarecer eventuais dúvidas;
  • ter um canal de denúncias para a apuração de irregularidades;
  • incorporar a política de segurança da informação como uma ação de compliance, que exige monitoramento periódico para o seu
    aprimoramento.

Saiba como começar

As soluções tecnológicas desenvolvidas pelo clickCompliance podem ajudar nos processos de elaboração, implantação, divulgação e monitoramento da política de segurança da informação nas organizações.

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Anticorrupção, Business, Ética

As certificações são cedidas as organizações que procuram se adequar aos padrões normativos de qualidade, meio ambiente, saúde ocupacional e segurança, entre outras, obtém um grande diferencial competitivo no mercado, utilizando padrões de excelência global. 

Confira nesse artigo a diferença que faz para um negócio em ter ou não ter uma certificação e como a clickCompliance se encontra nesse cenário. 

Boa leitura! 

 

Afinal, qual o valor de uma certificação? 

A certificação de sistemas de gestão é uma ferramenta indispensável para organizações que buscam aprimorar processos, produtos e serviços e, assim, demonstrar aos mercados nacional e internacional seu compromisso com a melhoria contínua e a satisfação de seus clientes.

As organizações que buscam se adequar a padrões normativos como qualidade, meio ambiente, saúde e segurança, utilizando padrões globais de excelência, obtêm uma enorme vantagem competitiva no mercado.
 


O valor da certificação vai além do aspecto mercadológico do marketing, pois o processo envolve todos os colaboradores e recursos, ajudando as organizações a entender melhor seus processos e suas interfaces internas e externas, levando-as à melhoria contínua que produz resultados financeiros e estratégicos. 
 

 

Do que se trata a CP-Integrity®?  

O Programa de Certificação de Sistemas de Gestão Anticorrupção da BRA (CP-Integrity®) garante que a empresa certificada cumpre com uma série de exigências e normas para garantir uma gestão de compliance bem-feita e estruturada de maneira correta e honesta. O certificado que a empresa recebe faz parte desse programa exclusivo, completo e permanentemente atualizado da BRA Certificadora, que garante pleno atendimento à ISO 37001 (Antissuborno) e avança sobre todos os outros riscos de corrupção. 


O Programa de Certificação de Sistemas de Gestão Anticorrupção da BRA Certificadora é o mais completo do mercado e continuamente atualizado. Abrange os requisitos das principais diretrizes, normas e leis que visam combater o suborno, a corrupção e demais práticas lesivas (cartéis, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, entre outras).
 


Conhecendo profundamente a cada cliente, seu business, seu planejamento estratégico e riscos, o CP-Integrity® mergulha no cotidiano real da organização por meio de diversas verificações antes de qualquer reconhecimento, sendo muito mais do que um selo, mas uma bússola que mostra com clareza e valor para onde a empresa está caminhando, de fato, quando o tema é seu Programa e sua Cultura de Integridade.
 


Desenvolvido a partir de um grupo de trabalho formado por especialistas em certificações, conformidade e compliance anticorrupção, liderados pelo Diretor Executivo da BRA Certificadora – Tiago Martins e pelo então Sócio Sênior em Investigações e Compliance da Chediak Advogados e Ex-Diretor de Governança e Conformidade da Petrobras – Rafael Gomes.
 

 

CP integrity certificadora BRA

 

O que significa para nós termos recebido esse certificado? 

Para nós, ter a consciência de que o Software clickCompliance está em conformidade para apoiar os nossos clientes em concomitância aos requisitos de um programa de certificação neste nível, é ter a certeza de que seguimos no caminho certo e de que oferecemos uma ferramenta realmente capaz de entregar valor, conformidade, segurança, credibilidade e eficiência aos nossos clientes. 


Por conta disso, os clientes que usam nossos serviços, não somente terão a garantia de um produto de qualidade e transparente que está verdadeiramente agregando valor, mas também estes mesmos clientes ficam bem mais próximos de cumprir os requisitos para se certificar no CP-Integrity®.
 


Agende sua demonstração e confie na clickCompliance para ser o braço direito dos seus processos de compliance.
 

 

 

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