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Ambiente Corporativo, Ambiente Corporativo, Ambiente de trabalho, Business, Transparência

Desde 2013, com a criação da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846) no Brasil, o debate sobre compliance vem conquistando cada vez mais espaço nas organizações. Mas, por ser um assunto novo, ainda restam muitas dúvidas sobre como colocar o que é dito em prática e de forma realmente eficaz.


O compliance corporativo tem como principal objetivo garantir que a empresa esteja em conformidade com as leis e regulamentações que abrangem o seu setor de atuação, bem como evitar condutas ilegais e antiéticas.

Para isso, é criada uma política de compliance para a empresa que reúne um conjunto de regras e procedimentos internos que devem ser seguidos por todos os funcionários. Também é necessário nomear um responsável pela conformidade, o compliance officer, e realizar ações que garantam a eficiência do compliance corporativo.

Entre as tarefas estão a análise de riscos, a criação de um Código de Conduta, a implementação de controles internos, a realização de treinamentos para funcionários e de auditorias para a avaliação interna das práticas de compliance, além de prevenção e investigação de irregularidades.

Entre planejar e executar o amplo trabalho do compliance corporativo, muitos desafios podem surgir. Neste conteúdo, apontaremos quais são os mais comuns e como solucioná-los para garantir a eficiência do programa.

Não deixe de conferir!


O que é compliance corporativo?

O termo compliance corporativo refere-se ao conjunto de regras e procedimentos adotados por uma empresa para garantir que suas atividades estejam em conformidade com as leis, os regulamentos e as normas aplicáveis ao negócio.

É uma ferramenta de extrema importância para as empresas que buscam o crescimento sustentável e a longevidade dos negócios, uma vez que o compliance corporativo é a base para a construção e a consolidação de uma cultura organizacional ética e transparente.


Quais os desafios do compliance corporativo?

A implantação do compliance corporativo pode esbarrar em algumas dificuldades iniciais que, se não forem sanadas, chegam a comprometer sua eficácia.

É válido lembrar que, para uma organização alcançar os resultados desejados com o compliance corporativo, não basta ter apenas um programa. É necessário garantir a sua eficiência prática.

Veja os cinco principais desafios que podem surgir durante a implantação do compliance corporativo e quais são as alternativas para solucioná-lo:

Falta de integração com outras áreas

A integração entre o departamento de compliance e os outros setores da empresa é fundamental para garantir uma colaboração mútua e o cumprimento das práticas de conformidade por todas as áreas da empresa.

A dificuldade ou a ausência de integração irá comprometer os resultados do programa de compliance. Veja as alternativas para solucionar essa questão:

  • Promova a conscientização sobre a importância dos processos de compliance para toda a empresa;
  • Realize reuniões entre os profissionais de compliance e as lideranças dos outros setores;
  • Priorize uma análise de riscos setorial e colaborativa com quem atua em cada área.


Envolvimento dos colaboradores

O compliance corporativo só é eficiente se todas as ações estabelecidas no papel forem colocadas em prática por todos os funcionários, sem exceção. Promover o envolvimento dos colaboradores na causa é um grande desafio, mas isso é totalmente possível. Veja como:

  • Divulgue as regras e os procedimentos de compliance internamente;
  • Realize reuniões com a Alta Administração para que as lideranças atuem como exemplos dentro da empresa;
  • Promova treinamentos de compliance para toda a equipe;
  • Tenha canais de comunicação na empresa para esclarecer dúvidas.

 


Complexidade regulatória

As leis e regulamentações podem sofrer mudanças com o passar do tempo. Como o objetivo do compliance corporativo é assegurar que a empresa se mantenha em conformidade, é preciso que os profissionais da área estejam atentos às informações mais recentes. Para isso, é necessário:

  • Acompanhar as informações sobre a legislação que abrange o setor de atuação;
  • Fazer revisões periódicas no programa de compliance;
  • Quando necessário, implantar uma nova regra ou procedimento interno que deverá ser informado para toda equipe.


Prevenção, investigação e solução de irregularidades

Entre as atribuições do compliance corporativo está o trabalho de prevenção e combate às irregularidades que podem ser praticadas no ambiente corporativo. Para este trabalho, é necessário:

  • Garantir a segurança e o anonimato do denunciante;
  • Dar a devida atenção à denúncia recebida, com o início da apuração dos fatos;
  • Se, após a investigação, a infração for confirmada, aplicar as sanções previstas pelo Código de Conduta.


Conformidade de terceiros

Além da conformidade dentro da empresa, o compliance corporativo deve ficar atento à conduta de fornecedores, parceiros comerciais e investidores a fim de evitar o envolvimento em escândalos de corrupção, fraude e outras condutas que possam prejudicar a imagem institucional. Para isso, é importante:

  • Priorizar o due diligence, que consiste num processo de investigação, análise e avaliação minuciosa de terceiros a fim de avaliar os riscos da parceria.



Quais são os benefícios do compliance corporativo?

A adoção de um programa de compliance corporativo eficaz pode trazer diversos benefícios para a empresa. Confira:

Benefícios internos

O compliance corporativo traz impactos positivos para o ambiente interno da empresa, como:

  • Melhora o clima organizacional;
  • Aumenta a confiança dos funcionários na empresa;
  • Garante maior satisfação da equipe;
  • Aprimora os processos internos;
  • Aumenta a produtividade;
  • Estabelece uma cultura organizacional ética e transparente;
  • Aumento da confiança dos clientes;
  • Melhorias na governança corporativa.


Benefícios externos

O compliance também beneficia financeiramente as empresas, veja:

  • Evita multas e sanções decorrentes do descumprimento da legislação;
  • Reduz os riscos de ajuizamento de ações trabalhistas;
  • Combate irregularidades que podem causar prejuízos financeiros e danos à reputação;
  • Aumenta o potencial atrativo de investidores;
  • É um diferencial competitivo frente à concorrência;
  • Fortalece a imagem institucional diante dos diferentes públicos.


Como ter um compliance corporativo eficiente?

Garantir a eficiência do compliance corporativo é uma forma de obter resultados muito positivos para o seu negócio. Mas como começar?

O clickCompliance pode auxiliar a sua empresa! Nosso software otimiza processos e confere maior agilidade e precisão à rotina do setor. Use a tecnologia ao seu favor!

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Fique por Dentro, Inteligência Artificial

Soluções com Inteligência Artificial podem ajudar empresas da saúde a estar em conformidade e a otimizar seu atendimento. Saiba mais!



Presentes em muitos setores, os avanços tecnológicos também já chegaram na área da saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Inteligência Artificial (IA) ganha proporções ainda mais promissoras no setor, podendo ser uma ferramenta eficaz para melhorar a prestação de serviços em todo o mundo. 

 

Ainda conforme a OMS, o uso dessa tecnologia pode aparecer para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagens de enfermidades, fortalecer pesquisas na área para o desenvolvimento de medicamentos, auxiliar no atendimento clínico e apoiar diversas ações de saúde pública, como vigilância de doenças e gestão de sistemas. 

 

Pensando nestas e outras evoluções trazidas pela Inteligência Artificial para o setor, preparamos um conteúdo que explica a fundo como as empresas da área da saúde estão usando essa nova tecnologia. 

 

Continue a leitura e entenda como as soluções em IA podem melhorar processos, desburocratizar a rotina corporativa e aprimorar a jornada do paciente!


 

Usos de IA nas empresas de saúde 

Nas empresas de tecnologia, os avanços são significativos e estão em constante evolução para acompanhar o desenvolvimento da sociedade. Na saúde, as inovações começaram a ser incorporadas, mostrando um grande potencial para revolucionar muitos processos do setor. 

 

As ferramentas de Inteligência Artificial aparecem em computadores, celulares, máquinas e aparelhos de exames que são usados rotineiramente pelos profissionais da área. Essa união ajuda a criar modelos mais rápidos e eficientes para acompanhar todas as etapas do setor, incluindo a gestão de pacientes e da equipe.

 

A seguir, mostramos como as soluções em IA podem contribuir para melhorias na rotina do setor de saúde:

Gestão de compliance

 

Reconhecido por ser altamente regulamentado, o setor da saúde tem o programa de compliance como ferramenta fundamental para a rotina das organizações e instituições. A Inteligência Artificial (IA) tem sido uma forte aliada neste trabalho. 

 

A tecnologia assegura a eficácia da gestão de obrigações regulatórias, ou seja, que todas as regras, normas e políticas sejam cumpridas pela empresa de saúde. A conformidade é essencial para: 

 

  • Atender os pacientes adequadamente;
  • Fornecer boa qualidade de trabalho para as equipes;
  • Regularizar o espaço físico;
  • Melhorar a credibilidade da instituição;
  • Garantir uma gestão mais eficiente.    

 

Por meio da adoção de tecnologias com IA, as organizações do setor conseguem implementar, aplicar, fiscalizar e aprimorar medidas de compliance, evitando custos desnecessários com multas por falta de cumprimento de responsabilidades. As falhas são identificadas pelos softwares e facilmente resolvidas, sem causar danos à reputação e ao caixa da organização. 

Gestão de pacientes

Como mencionamos anteriormente, a Inteligência Artificial pode ser aplicada em diferentes etapas na área da saúde, principalmente, nos processos que envolvem a gestão de pacientes

 

Com essas tecnologias, a triagem para o atendimento de pessoas tornou-se menos burocrática e morosa. O atendimento via chatbot, por exemplo, possibilita responder questões sobre os pacientes de forma rápida, sem a necessidade de um atendente humano. 

 

No caso de uma consulta, a tecnologia solicita dados para ações como:

 

  • Criar o perfil do paciente;
  • Disponibilizar resultados de exames;
  • Marcar procedimentos;
  • Tirar dúvidas a qualquer hora do dia. 

 

Já em casos emergenciais, as inovações necessitam apenas de algumas informações para traçar o perfil do paciente e priorizar os atendimentos, realizando os encaminhamentos devidos. Em todos os casos, a IA consegue entregar um atendimento ágil e eficiente, resultando em uma experiência mais satisfatória. 

 

É importante ressaltar que a presença da IA não exclui os humanos na gestão de pacientes. As novas tecnologias surgem como aliadas: geram mais disposição e tempo para a equipe oferecer suporte ao paciente em assistências mais complexas.

 

Afinal, é sempre bom ter em mente que, quando o assunto é saúde, não se deve deixar de lado uma abordagem mais humana e empática. Por esse motivo, o recomendado é encontrar um equilíbrio entre o uso da IA e o atendimento humano, garantindo mais satisfação aos pacientes.

 

 

Gestão de equipes

Entre as funcionalidades que o uso da Inteligência Artificial pode trazer para a saúde está a de facilitar o dia a dia de trabalho e, assim, contribuir para a gestão de equipes. Há dispositivos que automatizam tarefas administrativas, como: 

 

  • Cadastro de novos funcionários;
  • Armazenamento de dados pessoais; 
  • Controle de ponto; 
  • Cálculo de horas extras e descontos; 
  • Mapeamento de equipes disponíveis em cada setor; 
  • Controle de estoque de materiais hospitalares.

 

Há, também, os dispositivos de IA que auxiliam a monitorar os pacientes remotamente, aliando segurança, praticidade, precisão e prevenção de riscos. Esse tipo de ação, apesar de envolver diretamente os pacientes, também promove benefícios para a gestão de equipes. 

 

Em monitoramentos manuais, é necessária a locomoção até o leito e a presença de uma equipe médica a todo o momento. Com essas soluções, o acompanhamento de alguns casos pode ser feito remotamente, e os resultados são mais precisos, fazendo com que as equipes possam compreender o quadro evolutivo do paciente de forma mais eficiente. 


Usos de IA em planos de saúde

Nos planos de saúde, a Inteligência Artificial também pode promover bons resultados. Essas tecnologias trazem diferenciais à gestão das operadoras, possibilitando, por exemplo, o processamento de grandes volumes de dados, de forma ágil e precisa. 

 

Um ponto significativo dessas soluções é que a capacidade de aprendizado contínuo permite que as empresas possam aprimorar e personalizar os seus serviços à medida do que for mais eficaz para os seus beneficiários, resultando em uma gestão mais inteligente. 

 

Outro diferencial é que as soluções em IA podem permitir insights e tomadas de decisões mais assertivas, considerando os padrões de atendimento e as tendências do mercado.

A IA pode auxiliar em diferentes frentes nos planos de saúde, como: 

 


 

Saiba mais a seguir! 

 

 

Preservação de dados de usuários

 

As soluções em IA possuem a capacidade de indexar, processar e avaliar informações de forma rápida, precisa e eficiente, otimizando o tempo de muitos processos no meio empresarial. 

 

Essa capacidade também pode ser aproveitada pelos planos de saúde. A chegada de novos beneficiários pode ser registrada nos softwares em IA, que podem realizar o atendimento primário, obter informações para o cadastro, armazenar e preservar todos os dados obtidos no processo. Além disso, sempre que houver uma nova atualização, eles conseguem realizar um update nos dados rapidamente.  

 

Se antes era necessário o trabalho de um atendente humano para processar essas informações e anexá-las em uma nuvem, agora, a IA faz isso automaticamente. Essa medida oferece mais liberdade aos atendentes, otimiza o processo e garante maior eficiência para o armazenamento e a preservação de dados. 

Gestão de contratos

Nos processos burocráticos e administrativos que, inclusive, estão diretamente relacionados ao compliance da empresa, a IA também pode ajudar as empresas de planos de saúde. Os sistemas possuem agilidade para gerenciar etapas como a de contratos. Dessa forma, auxiliam nas seguintes funções:

 

  • Criação de contratos; 
  • Agendamento de consultas; 
  • Processamento de informações de cobranças;
  • Envios de faturas para os pacientes e seguradoras; 
  • Rescisões de contrato; 
  • Disponibilização de informações em casos de dúvidas.

Sinistralidade

 

A sinistralidade é um conceito utilizado para definir a relação entre o custo por acionar o plano de saúde e o valor que a operadora recebe de uma empresa. Sem a IA, essa ação costuma ser feita pelos próprios atendentes da empresa, o que pode levar tempo. Porém, como o uso da tecnologia, os cálculos são feitos de forma mais rápida e precisa, gerando impactos diretos na experiência do cliente que solicita esse tipo de informação. 

Gestão financeira

 

A gestão financeira também se beneficia com o uso da IA. Aspectos que envolvem esse setor podem ser burocráticos, demorados e, em alguns casos, até mesmo cansativos para os colaboradores. 

 

A incorporação de soluções tecnológicas possibilita o planejamento, a análise e o controle mais eficientes. Cabe ressaltar que uma gestão de qualidade nesse setor feita pela IA é de extrema importância, pois qualquer falha pode resultar em prejuízos ou, até mesmo,na falência da operadora. 






Conformidade na saúde é com o clickCompliance

 

Com todo esse conhecimento, agora é hora de colocar em prática algumas medidas tecnológicas para o sucesso da sua empresa. 

 

No clickCompliance, podemos te ajudar a usar a tecnologia para estar em conformidade com todas as normas e leis. Acesse o nosso site e conheça as nossas soluções.

 

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Business

Saiba o que é big tech e qual é a sua relação com o compliance.

 

Google, Apple, Microsoft, Meta e Amazon. O que esses nomes têm em comum? Podemos responder que são big techs que desempenham um papel central no processo de transformação digital vivido pela sociedade.


As soluções desenvolvidas por grandes empresas de tecnologia têm promovido mudanças significativas. A partir delas, foi possível conhecer uma vida online em que podemos estudar, trabalhar, consumir, acessar serviços e interagir com outras pessoas sem sair de casa. 


Mas tantas transformações trouxeram benefícios e desafios. 


Por um lado, a digitalização de serviços, o desenvolvimento de redes sociais e aplicativos, a criação dos mecanismos de pesquisa online, a computação em nuvem e a incorporação da inteligência artificial são sinônimos de praticidade, conforto, inovação e melhorias de processos.


Por outro lado, a grande influência das big techs também traz preocupações em relação à privacidade de dados, concorrência justa e disseminação de desinformação. Por isso, muito tem se discutido sobre a necessidade de regulamentação das grandes empresas de tecnologia. 


Enquanto organizações empresariais, o compliance sempre foi necessário para essas empresas. Mas diante das questões que têm sido levantadas sobre regulamentação, ele passa a exercer um papel ainda de mais destaque.


Quer saber mais sobre a relação entre big tech x compliance x regulamentação? Continue a leitura deste conteúdo!


O que são big techs?


O termo big tech é usado para definir empresas de tecnologia que têm uma presença significativa e influente no setor. A influência é mensurada por características como:


  • Porte;
  • Valor de mercado;
  • Escala global;
  • Impacto na sociedade;
  • Liderança do setor;
  • Concentração de poder.


Em geral, as big techs desenvolvem tecnologias disruptivas que são incorporadas no dia a dia de pessoas e empresas. Confira algumas delas:


  • Smartphones;
  • Redes sociais;
  • Aplicativos de mensagem;
  • Streaming;
  • Buscadores on-line;
  • Aplicativos de transporte;
  • Plataformas de comércio eletrônico;
  • Chat bot
  • Computação em nuvem;
  • Inteligência artificial;
  • Plataforma de gerenciamento de relacionamento com o cliente;
  • Soluções para comunicação interna das empresas;
  • Entre outros.





O que é regulamentação das big techs?


Em linhas gerais, a regulamentação das big techs refere-se às medidas governamentais e legislativas destinadas a definir diretrizes e supervisionar as atividades dessas grandes empresas. 


Entre as motivações para a criação de uma regulamentação específica para big techs estão:

Concorrência justa

As big techs têm acumulado um poder significativo, sendo influentes em diferentes áreas. A preocupação é que a concentração de poder prejudique a chegada de novos concorrentes, por isso, a regulamentação é vista como uma alternativa a frear o domínio excessivo e promover uma concorrência mais justa.

Privacidade e proteção de dados

As empresas de tecnologia lidam com uma grande quantidade de dados pessoais dos usuários. A regulamentação tem como finalidade estabelecer regras para a coleta, o armazenamento e o uso correto das informações.

Combate à desinformação e a propaganda política enganosa

big techs que têm sido apontadas como meios para a disseminação de desinformação, notícias falsas e propaganda política enganosa. Neste sentido, a regulamentação pretende  promover a transparência e a responsabilidade nessas plataformas através da criação de diretrizes e medidas de combate a fake news.

Segurança cibernética

A garantia de um ambiente seguro para os usuários é outra preocupação no contexto de transformação tecnológica vivido pela sociedade. A regulamentação pode estabelecer padrões de segurança para proteger os usuários.

Tributação equitativa

A regulamentação também propõe uma tributação justa e equitativa para essas empresas.


Como está o processo de regulamentação das big techs?

O mundo todo está atento à necessidade de regulamentação, o que acende o alerta sobre a importância do compliance nas big techs. Veja as principais iniciativas:

União Europeia

Em julho de 2022, a União Europeia aprovou um conjunto de regras que têm norteado outras iniciativas, inclusive no Brasil. Em geral, foram criadas regras para o mercado e os serviços digitais que preveem a manutenção do mercado aberto e livre e, também, o combate aos conteúdos ilegais e enganosos na internet.

Brasil

Está em tramitação o Projeto de Lei nº 2630/2020, popularmente chamado de PL das Fake News. Se aprovado, será criada a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet que pretende:


  • Combater a disseminação de notícias falsas e conteúdos ilegais, como discursos de ódio;
  • Assegurar maior transparência para a publicidade na internet;
  • Estabelecer multa e suspensão para as empresas que divulgarem notícia falsa ou conteúdo ilegal. 


É importante destacar, ainda, que em 2018 foi criada a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD (Lei nº 13.709/2018) que determina as regras para a coleta, o armazenamento e o uso de informações pessoais por parte das empresas. A lei entrou em vigor no ano de 2020.





Qual é a relação entre compliance, big techs e regulamentação?


Como observado, o ambiente regulatório das big techs ainda está em construção, por isso, a importância do setor de compliance para acompanhar as mudanças e realizar a adequação necessária às novas legislações.


Mas isso não se restringe às big techs. Considerando que as tecnologias desenvolvidas por essas empresas são utilizadas no dia a dia da sociedade, é importante conhecer as regulamentações para garantir que a sua empresa também esteja em dia com o compliance digital.


Principais desafios do compliance


Neste contexto, veja quais são os principais desafios da equipe ou do profissional de compliance para garantir a conformidade das empresas:


  • Adequação às exigências da LGPD;
  • Ambiente regulatório em evolução;
  • Ausência de um programa de compliance digital;
  • Fiscalização do uso ético das tecnologias incorporadas às empresas;
  • Criação de uma política de transparência sobre o uso de dados;
  • Falta de segurança cibernética dos usuários;
  • Desenvolvimento de ações que envolvam a equipe no uso das novas tecnologias e no cumprimento das normas de conformidade.


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Ao seguir regras e valores adequados, o uso da ferramenta proporciona vantagens como automatização, análise de dados e personalização de experiências.

Inteligência Artificial e compliance

Foto: monsterstudio/Freepik


O que aspectos como capacidade de automatização, análise de dados e personalização de experiências têm em comum?

Todos eles são motivos pelos quais diversas empresas estão adotando serviços de inteligência artificial (IA). 

A rápida evolução dessa ferramenta tem trazido inúmeras vantagens tanto para usuários comuns quanto para empresas, revolucionando a forma como interagimos com a tecnologia. 

Junto a esses benefícios surgem questionamentos sobre a ética envolvida na concepção e aplicação da IA. Com seu acesso a um imenso volume de informações, o recurso deve ser utilizado com base num conjunto de regras e valores

Assim, é possível que as empresas ofereçam produtos e serviços otimizados, sem deixar de lado a segurança dos dados de seus clientes. 

Neste post, vamos explorar a importância de aspectos como tomada de decisões éticas, privacidade de dados, equidade e transparência nos algoritmos, entre outros aspectos relevantes ao tema. 

Melhores práticas para integrar a IA nos serviços empresariais também ganham destaque. Elas têm inúmeros benefícios para o atendimento ao cliente, a otimização de processos, a análise de dados e a personalização de experiências. 

Acompanhe-nos nessa reflexão e descubra ainda como a inteligência artificial é uma aliada indispensável para impulsionar inovações e transformar a maneira como vivemos e fazemos negócios.

Vamos lá?


Qual a importância da ética para empresas que usam Inteligência Artificial?

O uso cada vez mais disseminado da IA em ferramentas para o público em geral e para as organizações tem gerado um intenso debate sobre a ética na inteligência artificial. Suas implicações tanto no mercado quanto na sociedade também entram na conversa.

Diante desse contexto, é crucial que a sociedade esteja atenta aos desafios e às oportunidades facilitadas por essa tecnologia. 

Vale ressaltar que os cuidados com o uso da inteligência artificial não são apenas considerações teóricas, mas sim necessidades práticas para assegurar que os avanços tecnológicos sejam conduzidos de forma responsável.

A adoção de práticas, como transparência, responsabilidade e conformidade com leis e regulamentações, incluindo a lei anticorrupção, é fundamental para o sucesso e a reputação das organizações que incorporaram ou pretendem incorporar a inteligência artificial em seus serviços. 

A ética e o cumprimento das leis contribuem para estabelecer relações de confiança com clientes, parceiros e investidores, além de fortalecer a integridade e a sustentabilidade do negócio.

Responsabilidade no trabalho com IA

No cenário atual, as empresas que utilizam inteligência artificial devem assumir a responsabilidade de garantir que suas soluções sejam desenvolvidas e implementadas de maneira ética, certo? 

Isso envolve a definição de diretrizes claras para o uso responsável da IA. Essa ação aumenta as chances de que as decisões tomadas pelos algoritmos sejam transparentes e compreensíveis. 

Além disso, as empresas devem se comprometer a monitorar e corrigir eventuais vieses algorítmicos, assegurando a equidade e a imparcialidade em suas aplicações.

Redução de riscos

Quando as empresas utilizam a inteligência artificial com base em uma ética sólida, surgem diversos benefícios para o negócio e a sociedade como um todo. Em primeiro lugar, é possível tomar decisões de forma mais justa e imparcial, evitando discriminação e preconceitos.

Dessa maneira, os cuidados também estão intrinsecamente ligados à mitigação de riscos. Deve-se considerar os impactos sociais, econômicos e de segurança que podem surgir, bem como a implementação de salvaguardas adequadas para minimizar eventuais vulnerabilidades. Veja alguns exemplos: 

  • Detecção de fraudes: identifica padrões e comportamentos suspeitos, reduzindo os riscos financeiros para as empresas.
  • Segurança cibernética: prevenção a ataques cibernéticos, ajudando a proteger sistemas e dados sensíveis.
  • Tomada de decisões informadas: análise de grandes volumes de dados de forma rápida e precisa, reduzindo a possibilidade de erros.
  • Monitoramento de processos: por meio da automação e análise contínua, para monitorar processos e identificar potenciais problemas.

Respeito à privacidade

A proteção da privacidade dos usuários é uma questão primordial quando se trata de inteligência artificial.
 

Da parte de quem cria as inteligências artificiais, as companhias devem garantir que os dados coletados sejam tratados com o devido cuidado e em conformidade com as leis e regulamentações de privacidade vigentes. 

Já para empresas que fazem uso de IA, devem estar inclusas medidas como a obtenção de consentimento informado dos usuários, para a coleta e uso de seus dados, e a implementação de medidas de segurança robustas para proteger essas informações contra acesso não autorizado. 

No Brasil, a Lei Geral de Proteção dos Dados (LGPD) determina que um dos fundamentos da disciplina de proteção de informações pessoais, inclusive nos meios digitais, é o respeito à privacidade. Para tal, as inteligências artificiais também devem cumprir questões como:

  • implementar um programa de governança em privacidade;
  • demonstrar a efetividade desse programa.

Ao priorizar a privacidade, as empresas demonstram seu compromisso com a ética e a confiança dos seus clientes.

Colaboradores capacitados


Outro aspecto fundamental para garantir o bom uso da inteligência artificial é o investimento no
desenvolvimento e capacitação dos colaboradores que passam a trabalhar com essas tecnologias. 

É importante fornecer treinamentos de compliance e atualizações constantes para que os profissionais estejam preparados ao lidar com tomadas de decisão relacionadas à IA. 

A própria IA pode ser usada também para conduzir esse tipo de treinamento. O módulo de treinamentos do clickCompliance já está integrado ao ChatGPT. A ferramenta gera perguntas automaticamente a fim de verificar se o colaborador compreendeu tópicos de um treinamento, políticas de compliance e até se entendeu bem o conteúdo de um documento antes de assiná-lo.



Medidas práticas para o aproveitamento correto da IA

A eficiência em tarefas repetitivas e o reconhecimento de padrões são exemplos de ganhos que a IA traz para a sociedade. Com a devida atenção e controle, os resultados podem ser cada vez mais positivos.

Vamos explorar o assunto a seguir! 

Proteção aos dados

A coleta e o uso adequado de informações pessoais são capazes de evitar violações de privacidade e até mesmo de roubos de identidade. 

Por isso, as empresas de IA têm adotado medidas para garantir a proteção e a confidencialidade dos dados dos usuários, o que torna seu uso bastante seguro. Confira alguns exemplos:

  • Criptografia de dados: torna as informações ilegíveis para qualquer pessoa não autorizada.
  • Políticas de acesso e autenticação: limita o acesso apenas a funcionários autorizados e utilizar senhas fortes, autenticação de dois fatores ou biometria. 
  • Monitoramento contínuo: identifica e responde rapidamente a qualquer atividade suspeita.
  • Treinamento e conscientização: Capacita os funcionários sobre as melhores práticas de segurança de dados.
  • Conformidade com regulamentações de privacidade: como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) na União Europeia ou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil.


Essas são apenas
algumas das medidas que as empresas podem adotar para preservar a segurança e a confidencialidade de registros em um contexto ético do uso da inteligência artificial. Cada instituição precisa analisar seu próprio setor de atuação e selecionar os métodos mais adequados para o seu contexto

Manutenção de profissionais capacitados

Um dos pilares da ética digital é garantir que a adoção da IA não resulte em demissões em massa, sabia? A ideia é justamente fazer o oposto: capacitar e treinar pessoas para se adaptarem aos novos mercados que surgem a todo instante. 

Como a automação pode aumentar a eficiência e reduzir custos, é importante equilibrar esse ponto com a preservação dos empregos e a valorização das habilidades humanas. Desse modo, criam-se mecanismos para aliar o avanço tecnológico à manutenção de trabalho qualificado.

Análise dos riscos

A análise adequada dos riscos que uma organização corre no seu setor de atuação é aquela feita antes de implementar programas de IA. Nesse momento, devem ser ajustados os potenciais riscos e os impactos positivos das soluções artificialmente criadas.   

Considerar possíveis vieses algorítmicos, equidade nas tomadas de decisão e transparência nos processos são algumas ações indispensáveis.





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Conheça também o nosso canal de privacidade para estar em conformidade com a LGPD!

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Ambiente Corporativo, Ambiente de trabalho, Fique por Dentro, Funcionalidades

A tecnologia tem sido cada vez mais usada para facilitar o dia a dia das empresas em diferentes aspectos, contribuindo para maior agilidade no atendimento, melhorias nos processos, automatização de serviços, maior precisão técnica nas avaliações de qualidade, entre outras funções. No setor de compliance não é diferente: a tecnologia pode ser uma grande aliada para a realização do trabalho de gestão de riscos com o propósito de evitar o descumprimento das determinações previstas na legislação.

Em síntese, o principal objetivo do compliance é assegurar que uma organização se mantenha em conformidade com as leis, normas regulatórias e outras resoluções que se aplicam ao negócio.
Para isso, é elaborado um conjunto de regras e procedimentos internos com foco na realidade da organização. A rotina do setor de compliance é repleta de processos e ações para a conscientização dos funcionários, prevenção de riscos, investigação de irregularidades, avaliação periódica e atualização da política de compliance.

Todo esse trabalho pode ser beneficiado com a implantação de um sistema compliance. Mas como fazê-lo? Se você quer saber mais sobre o assunto, continue a leitura!

Neste conteúdo, organizamos todas as informações sobre o sistema compliance: o que é, como funciona, quais os benefícios e como implantá-lo.

O que é sistema compliance?

Sistema compliance é uma solução tecnológica desenvolvida para a realização das etapas do trabalho de conformidade nas organizações.
Através do uso de um software de compliance, os profissionais da área podem otimizar processos e torná-los mais precisos, o que contribui para aumentar a eficiência prática da política de compliance que foi criada para a empresa.

Dessa forma, um sistema compliance consiste em empregar a tecnologia no dia a dia de trabalho do setor, a fim de auxiliar a gestão das regras e procedimentos internos criados.

Há vários softwares disponíveis no mercado, mas antes de escolher um deles é preciso avaliar quais são as demandas do setor de compliance.

Como funciona um sistema compliance?

Em geral, o sistema compliance oferece soluções tecnológicas que facilitam o dia a dia de trabalho dos profissionais da área. Isso pode incluir:

Governança de documentos

A tecnologia para a governança de documentos tem como principal finalidade reduzir o tempo gasto com burocracias envolvidas na gestão das políticas corporativas. Assim, é possível, por exemplo:

  • Controlar aceites: o setor de compliance tem a garantia de que o funcionário leu, compreendeu e aceitou as políticas criadas.
  • Acompanhar prazos: a tecnologia oferece notificações sobre prazos, revisões e necessidade de revalidação de documentos.
  • Fazer pesquisa inteligente: é possível buscar documentos específicos por palavras-chave.
  • Criar alertas e lembretes: o sistema compliance para a governança de documentos apresenta a opção para o profissional de compliance receber notificações sobre as etapas do trabalho.
  • Realizar uma aprovação multinível: é possível enviar uma política interna para a aprovação de diferentes lideranças e gestores, a partir de uma configuração personalizada do workflow.
  • Criar declarações e contratos: também é possível elaborar documentos personalizados para cada funcionário.

Canal de denúncias

O sistema compliance também costuma disponibilizar um canal de denúncias, ferramenta indispensável para a prevenção, identificação e fiscalização de irregularidades.
Em geral, o sistema compliance oferece uma ferramenta que permite:

  • Acesso on-line;
  • Denúncia anônima ou identificada;
  • Protocolo para o acompanhamento pelo denunciante;
  • Gestão da apuração, que é feita em sigilo, pelo setor de compliance;
  • Chat anônimo com o denunciante em caso de necessidade de mais informações;
  • Indicadores e relatórios sobre o uso da ferramenta.

Compliance bot

É uma tecnologia que busca agilizar o esclarecimento de dúvidas dos funcionários da empresa. Através do compliance bot, os colaboradores podem fazer perguntas sobre o funcionamento das políticas internas, os procedimentos para a realização de denúncias e, até mesmo, compreender se uma determinada situação é considerada irregular ou antiética.

As perguntas podem ser feitas de forma anônima, fora do horário e local de trabalho, caso o funcionário assim o prefira. Entre as funcionalidades da ferramenta estão:

  • Respostas para dúvidas mais frequentes;
  • Referências a políticas e documentos corporativos;
  • Indicadores sobre atendimento, perguntas e respostas;
  • Encaminhamento da dúvida para o setor de compliance, quando necessário;
  • Avaliação do usuário sobre efetividade;
  • Extensão para o público externo (fornecedores, parceiros, entre outros).

Treinamentos de compliance

O sistema compliance também inclui tecnologias para a realização de treinamentos virtuais, que podem ser customizáveis, de acordo com a demanda da empresa.

Treinar os funcionários é uma das principais ações do setor de compliance. Após a criação da política interna, é necessário informá-la a todos os colaboradores para que as propostas sejam aplicadas na prática.

O sistema para treinamento de compliance não só facilita a realização da capacitação, como oferece funcionalidades que garantem a participação e a compreensão do funcionário sobre as informações que foram trabalhadas.

Processos de compliance

Conforme dito anteriormente, a rotina do setor de compliance envolve muitos processos. Automatizá-los, é uma forma de tornar o trabalho mais ágil e menos suscetível aos erros.
É possível trabalhar questões como:

Isso é feito através da automatização de etapas como:

  • Coleta de informações (preenchimento de formulários);
  • Análise e tratamento dos dados preenchidos;
  • Finalização do processo com a recomendação para cada caso;
  • Recebimento de indicadores e alertas.

O uso do sistema compliance para a realização desses processos permite que apenas as situações mais críticas cheguem ao setor para serem resolvidas de forma manual. Assim há mais tempo para os profissionais da área resolverem os casos delicados

Canal de privacidade

O canal de privacidade é uma tecnologia que assegura a conformidade da organização com a Lei nº 13.709/2018.
Popularmente conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), ela determina que todas as organizações, públicas e privadas, façam o tratamento correto para a coleta, o armazenamento e o uso de informações pessoais.

O canal de privacidade é a ferramenta do sistema compliance que atende todas as exigências da lei, tais como:

  • Confirmação do tratamento de dados pessoais pela organização;
  • Acesso, correção, portabilidade, bloqueio e eliminação de dados;
  • Informações sobre entidades públicas e privadas com as quais houve o compartilhamento;
  • Possibilidade de não fornecer ou revogar o consentimento do uso de dados.



Benefícios do sistema compliance

Conforme visto, o uso do sistema compliance oferece uma série de benefícios para as empresas. Entre os principais estão:

  • Otimização de processos;
  • Redução do tempo gasto pelos profissionais de compliance com burocracias corporativas;
  • Maior agilidade no atendimento e esclarecimento de dúvidas dos funcionários;
  • Auxílio para a identificação e a resolução de irregularidades no ambiente empresarial;
  • Maior precisão em relação aos prazos;
  • Suporte para a conscientização e o treinamento dos funcionários sobre as políticas de compliance.

Como implementar o sistema compliance?

É preciso avaliar quais soluções do sistema compliance melhor atendem as necessidades da organização.

O software do clickCompliance é uma opção completa com uma variedade de módulos que podem ser personalizados para a rotina da sua empresa.

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Fique por Dentro

Ao longo dos anos, as marcas passaram a entender a importância de estarem presentes na internet e nas redes sociais, ambientes que se tornaram fundamentais para a relação com os consumidores e para o crescimento das vendas.  

O comércio eletrônico, mais conhecido como e-commerce, é uma modalidade de negócio em que toda a jornada de compra e venda é realizada no ambiente virtual. Com isso, a divulgação do produto ou serviço, a escolha do produto pelo cliente, o processo de pagamento e o pós-venda acontecem estritamente de forma online.   

Assim como em outros segmentos, o compliance também é uma área fundamental para o e-commerce, já que a adoção de políticas corporativas, a adequação às leis e normas regulatórias, assim como a elaboração de códigos de ética não são práticas exclusivas das “empresas físicas”. Existem diversos benefícios em investir em um programa de integridade e no artigo de hoje, vamos falar sobre como o compliance digital pode ser aplicado no comércio eletrônico.   

Boa leitura!  

 

  

O panorama do e-commerce no Brasil e tendências de comércio eletrônico  

A história do comércio eletrônico no Brasil coincide com a chegada da própria internet no país, na década de 1990. Em 1995, foi fundada a Booknet – loja pioneira que vendia livros pela internet e recebia os pagamentos pelas obras no momento da entrega.   

Hoje, quase 30 anos depois, o e-commerce brasileiro tem o maior crescimento da América Latina, com receita de US$ 49,2 bilhões, segundo o levantamento Latin America 2022 – Ecommerce Region Report, feito pela Retail X. De acordo com a pesquisa, esse valor representa crescimento de US$ 8,1 bilhões no ano de 2022 em relação ao ano anterior.   

Embora a primeira coisa que venha na nossa mente quando pensamos em e-commerce seja um site com o catálogo de produtos e serviços, atualmente a tecnologia e a transformação digital proporcionam ainda mais inovação no comércio eletrônico e, consequentemente, diferentes formas de venda.   

Confira abaixo as principais tendências de e-commerce:   

Social commerce   

Nesta modalidade, conhecida como s-commerce, as marcas usam seus perfis nas redes sociais não apenas para se relacionar com os clientes, como também para disponibilizar uma loja virtual com seus produtos e preços. Dessa forma, o consumidor não precisa entrar no site da marca e pode efetuar a compra diretamente na rede social.   

De acordo com o NuvemCommerce, um levantamento realizado anualmente pela plataforma Nuvemshop, 87% das vendas feitas pelas redes sociais são através do Instagram. Além disso, o Facebook ainda tem destaque no ramo e o TikTok, rede querida pelas gerações mais novas, tem um potencial cada vez maior para ser explorado. 

 
 

Mobile commerce  

Como o próprio nome sugere, o mobile commerce, ou simplesmente m-commerce, refere-se às transações comerciais feitas pelos smartphones ou tablets. De acordo com a We Are Social, uma das principais agências de marketing digital do mundo, o Brasil ocupa o 3º lugar no ranking de países mais conectados. Os brasileiros passam 10 horas navegando na internet por dia e mais da metade desse tempo, a conexão acontece pelos smartphones.   

O relatório Latin America 2022, citado anteriormente, também mostra a preferência pelo mobile: enquanto 48% dos brasileiros escolhem comprar pelo smartphone, apenas 19% dos consumidores peruanos utilizam o mobile para efetivar a transação.   

Com isso, muitas marcas passaram a investir em sites responsivos, ou seja, que adaptam a disposição dos elementos da página conforme o tamanho da tela do usuário ou, ainda, em aplicativos próprios.   


Live commerce  

O live commerce é uma das principais e mais atuais tendências de comércio eletrônico, pois integra marcas e consumidores, oferecendo uma experiência de compra mais interativa. Se você ainda não conhece essa modalidade, trata-se de um evento virtual em que os produtos são apresentados nos máximos detalhes e o cliente pode tirar dúvidas ao vivo.   

Além de saber mais informações sobre o que está sendo ofertado, o consumidor pode comprar de maneira instantânea, com apenas um clique. Outro diferencial do live commerce é a possibilidade de unir o entretenimento às vendas, já que é possível convidar artistas e influencers para apresentar a transmissão ao vivo, gerando maior engajamento por parte do usuário.   

 

Quais são os principais riscos envolvidos no e-commerce?  

Com o avanço da tecnologia, muitos consumidores optam por fazer compras online por sua conveniência e facilidade. No entanto, apesar desses e outros benefícios, como as oportunidades de crescimento das empresas, as transações comerciais que acontecem no ambiente digital ainda são cercadas de alguns riscos, como:   

  • Desconhecimento sobre a legislação vigente;  
  • Questões relacionadas aos dados dos clientes;   
  • Possibilidade de ataques de hackers, phishing e malware;  
  • Transações fraudulentas;  
  • Falta de credibilidade e alta concorrência.   


Além das soluções tecnológicas que podem ajudar a organização a combater essas ameaças, investir em um bom programa de compliance é um dos principais passos para prevenir os riscos inerentes ao e-commerce. E é isso o que veremos a seguir! 
 

  

Como o compliance digital pode ajudar a mitigar os riscos do e-commerce?  

É inegável que o compliance tem conquistado cada vez mais espaço no mercado, mas você realmente sabe do que se trata o termo?   

A palavra tem origem no verbo inglês “to comply”, que significa cumprir ou obedecer. Assim, é função da área garantir que o negócio esteja em conformidade com a legislação vigente, além de criar os códigos de conduta e ética que todos os colaboradores devem seguir.   

No caso do e-commerce, a equipe deve aplicar o compliance digital e o primeiro passo é conhecer as leis e normas que regulam as práticas no ambiente virtual. Confira as principais delas abaixo:   


 

Lei do E-commerce  

O Decreto n° 7.962, sancionado em 2013, regula o comércio eletrônico no Brasil, como a venda de produtos e as estratégias de marketing. Existem texto três tópicos principais que as lojas virtuais devem se atentar: informações claras sobre os produtos, serviços e fornecedores; atendimento ao cliente facilitado e, por último, o direito ao arrependimento.   

Marco Civil da Internet   

A Lei n° 12.965/2014 tem objetivo de regulamentar o uso da Internet no país e determina os princípios, garantias, direitos e deveres para quem utiliza a rede, além de estabelecer diretrizes para a atuação do Estado.   

Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)  

Já a Lei n° 13.709, de 2018, estabelece como as empresas devem tratar os tratar os dados pessoais das pessoas com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade. Uma das principais preocupações dos usuários atualmente é em relação à privacidade dos dados.

No comércio eletrônico, uma série de informações sensíveis, como CPF, endereço e dados bancários são solicitados e, por isso, as empresas devem se atentar à LGPD e ao que deve ser feito em caso de
vazamento de dados.   



  

Benefícios do compliance digital  

Atualmente, a transparência é um valor cada vez mais prezado pelos consumidores e uma das formas de consegui-la é aderir ao programa de integridade. Além da segurança jurídica, ao implantar um sistema inteligente de gestão de compliance, seu negócio garante uma série de outros benefícios, como:   

  • Grau mais alto de satisfação e fidelização dos clientes;   
  • Mais credibilidade perante o mercado;   
  • Atração de novos clientes;   
  • Fortalecimento da imagem corporativa;  
  • Proteção contra casos de fraudes.  


O clickCompliance é um software especializado em programas de compliance e integridade. Com a ferramenta, sua empresa pode automatizar e tornar a gestão do compliance mais inteligente. Caso você tenha interesse em saber mais, agende uma demonstração com o nosso time agora mesmo
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