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Eventos
O clickCompliance estará presente no Compliance Across Americas 2019, nos dias 5, 6 e 7 de setembro. O evento é um dos mais importantes do setor de Compliance, Governança Corporativa, Gestão de Riscos e Auditoria. As maiores empresas da área estarão presentes, e os mais importantes profissionais da área vão fazer diversas palestras sobre o setor.

Além do clickCompliance ser patrocinador do evento, estaremos lá para mostrar como funciona o clickCompliance e tirar dúvidas sobre o software. Estaremos também estreando a maior novidade, nosso novo módulo de Treinamento de Compliance EAD.

treinamento de compliance interface

Além disso, quem for nos visitar vai ter a chance de ganhar um livro sobre Compliance. O livro vai ser sorteado ao final do evento entre as pessoas que passaram no nosso estande e deixaram o cartão de visitas. E para ninguém sair sem nada, todos que forem nos ver vão receber adesivos exclusivos para exibir o orgulho de ser profissional de Compliance pelo evento.

O evento será realizado no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Confira a programação e participe com 50% de desconto escolhendo o clickCompliance como o apoiador, e venha nos conhecer!
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Anticorrupção
O treinamento de Compliance tem sido uma das ferramentas mais buscadas para estimular a cultura de Compliance nas empresas. Ter certeza de que seus funcionários foram capacitados para lidar com situações de risco não só diminui incidência de ilegalidades, como mostra a órgãos fiscalizadores, e ao mundo, que a sua empresa está comprometida com a criação de um espaço íntegro.

Mas como ainda é uma estratégia que está ganhando força, você pode se esbarrar em algumas dificuldades na hora de promover esses treinamentos. Por exemplo, baixo engajamento, falta de controle de quem fez e dos resultados, divulgação e custos. Abaixo vamos explicar como usar a tecnologia para potencializar o desempenho dos treinamentos de Compliance.

treinamento de compliance interface

Tenha dados para acompanhamento

Você sabe quais funcionários fizeram quais treinamentos? E quanto eles completaram em cada um? Você sabe quais setores da sua empresa estão menos envolvidos com os treinamentos ou que demoram mais? Com um treinamento de Compliance em EAD que registra tudo isso, é possível acompanhar todas essas métricas.

Assim, você pode distribuir melhor seus esforços e recursos de divulgação para quem precisa mais, e ainda fazer outras ações para quem já está mais engajado. O treinamento do clickCompliance, por exemplo, integra com o Office 365 e GSuite, permitindo todos esses relatórios em gráficos. Fica fácil de acompanhar, e suas ações serão mais precisa.

Dê maior acessibilidade com o mobile

Oferecer uma maior quantidade de opções para os funcionários também ajuda a aumentar a eficácia. Alguns podem tirar um tempo no trabalho para assistir algumas aulas. Mas ter uma boa opção mobile permite que seus funcionários façam os treinamentos de Compliance no tempo e espaço mais eficiente para eles. Seja no transporte, na cama, em casa ou no trabalho, o funcionário tem a chance de assistir treinamento com qualidade quando quiser, e isso com certeza aumenta o uso.

Use conteúdos multimídia

Um dos maiores presentes que o digital nos deu é a possibilidade de usar recursos multimídia. As pessoas têm cada vez mais dificuldade em manter a atenção e o interesse em conteúdos estáticos. E convenhamos que o Compliance, ao primeiro olhar, não é o assunto mais interessante para um funcionário. Mas ao utilizar diferentes recursos, é possível despertar mais interesse e engajamento com o conteúdo.

Por exemplo, o treinamento de Compliance do clickCompliance usa vídeos animados, textos, documentos anexos, slides e mais para criar aulas mais dinâmicas. Isso sem contar com a melhora na qualidade do conteúdo, que fica muito mais profundo e completo. Com tudo isso, não só o engajamento e interesse aumentam, como a absorção do conteúdo também.



Consequências

Redução de custos

A redução de custos está sempre atrelada ao uso de tecnologia. Isso porque, quando o tempo e a qualidade são otimizados, você ganha todo o tempo e recursos que são perdidos com a ineficiência. Por exemplo, tudo que você gasta fazendo campanha para tentar convencer os funcionários a participarem de treinamentos ou assistirem os materiais enviados. Com o uso específico do EAD para os treinamentos, podemos pensar em 2 exemplos claros de redução de custos.

O primeiro é com equipe. Os profissionais de Compliance não precisam perder tempo de trabalho fazendo palestras e treinamentos. Assim, podem se dedicar a tarefas que precisam de mais atenção e seu tempo também é usado de forma mais eficiente.

O segundo é com o próprio tempo dos funcionários. Quando eles têm a opção de assistir os treinamentos quando quiserem, organizam seu tempo de forma mais eficiente. Ao escolher, por exemplo, fazer no transporte, não perde tempo no trabalho nem precisa interromper nenhuma tarefa.

O uso da tecnologia, para muitos, ainda está ligado a investimentos muito grandes, apesar de eventuais benefícios financeiros no longo prazo. Mas agora, com o SAAS (software-as-a-service, ou software como serviço), você paga um valor mensal de acordo com a quantidade de usuários. Ou seja, não exige nenhum investimento inicial e é adaptável à medida que entram ou saem usuários.

Maior engajamento

O benefício mais interessante para o uso de tecnologia no treinamento de Compliance é o aumento do engajamento. É muito difícil ainda estimular a participação nas atividades promovidas pelo setor de Compliance. E ainda por cima, com treinamentos, temos o receio adicional relacionado aos sentimentos negativos que pessoas têm quanto a estudos, “provas”, aprender conteúdo, “perda de tempo”, etc.

Com a tecnologia você tem uma infinidade de recursos para criar o conteúdo mais interessante, e ainda customizar as aulas de acordo com as necessidades da sua empresa e dos seus funcionários. Sem dúvidas, quando o conteúdo é feito para encaixar no que é melhor para o seu funcionário, ele vai entender por que é tão importante e engajar mais com ele e disseminar essa cultura de Compliance.

 
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Como fazer

Por que ter um Canal de Denúncias?

estatística canal de denúncias 1

É muito difícil fazer alguma coisa ilícita ou contra as normas da empresa sem que ninguém saiba. Normalmente alguém descobre, mas por diversos fatores, não falam nada. Pode ser medo de retaliações, falta de confiança na resolução do problema, medo de virar um “dedo-duro”, ou simplesmente não saber onde e como denunciar. Mas um Canal de Denúncias e Compliance bons e bem planejados podem solucionar todos esses problemas.

  • Lei Anticorrupção:

Redução de multas em empresas que possuem “mecanismos e procedimentos internos de incentivo à denúncia de irregularidades”


  • O impacto financeiro de não ter um Canal de Denúncias e Compliance bem estruturados é um grande incentivo. Nós gostaríamos que não fosse o principal, mas sabemos que para muitas empresas, ainda é.


Para onde vai esse dinheiro?

• Receitas desviadas/perdidas
• Processos jurídicos


canal de denúncias - estatística - 2


Apesar disso, no Brasil a quantidade de fraudes descobertas por denúncias é muito menor do que mundialmente. E no Brasil, o meio de descoberta mais comum, a auditoria externa, é bem menos usual no resto do mundo.

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O que preciso fazer para que ele funcione bem?

1: As denúncias que podem ser feitas a um canal dizem respeito não só a atos ilícitos, mas a todas as normas e políticas da empresa. Mas os funcionários não têm como saber o que reportar se não sabem o que é ou não proibido.

Por isso, um dos passos mais básicos é assegurar que os colaboradores saibam bem o conteúdo das políticas corporativas da empresa. Além disso, devem receber treinamentos que reforcem isso, mas que também abordem legislação.

Assim, eles estarão bem preparados para denunciar situações quando surgirem.

2: Um dos obstáculos dos profissionais de Compliance na hora de incentivar denúncias é a cultura, ainda muito presente, do medo de ser “dedo-duro” contra os “espertos”.

Para combater isso, é necessário um trabalho contínuo de promoção da ética e integridade como um valor da empresa, e a denúncia como uma coisa positiva.

Assim, os funcionários se sentem à vontade para cuidar do ambiente de trabalho e contribuir ativamente para sua empresa no dia a dia.

Este texto é apenas uma parte do nosso E-Book “Canal de Denúncias: Da Denúncia à Investigação”. Nele, tem uma lista completa de dicas para implementação de Canal. Também incluímos dicas para investigações e entrevistas.


 
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Anticorrupção
O Due Diligence é uma prática que consiste basicamente em fazer uma investigação e um levantamento de tudo que pode ser um risco futuro antes de firmar um relacionamento contratual. É uma definição bastante abrangente, e isso é porque existem diversos tipos mais específicos. Esses têm seus próprios procedimentos e finalidades.

Mas o que é comum em todos é que o due diligence serve para conhecer com quem você está prestes a criar um relacionamento e decidir se será um risco ou não e se vai valer a pena ou não para você.

Due Diligence de Compliance

Um dos pilares do Programa de Compliance é o due diligence. Com a Lei Anticorrupção, empresas podem ser responsabilizadas por atos cometidos em seu benefício, mesmo sem seu conhecimento ou autorização. Essa inspeção prévia serve justamente para evitar se vincular a uma empresa que pode vir a cometer algum ato ilícito e fazer você sofrer alguma consequência.

No processo, serão checadas ações judiciais da qual a empresa pode estar participando, irregularidades fiscais, aparência na mídia, questões ambientais, seu relacionamento com o ambiente e a comunidade e a efetividade (ou existência) de seu programa de Compliance. No entanto, hoje em dia nem recomendamos se vincular a uma empresa que não tenha programa de Compliance. Ela acaba sujeita a muitos riscos.

Também podem ser verificados os relacionamentos da empresa com a administração pública e frequência dessa interação. Pode ser maior ou menor até dependendo do tipo de empresa. Esse due diligence é feito normalmente em dois casos, na contratação de terceiros e fusões e aquisições.

Due Diligence de Terceiros

As empresas brasileiras possuem uma forte relação com o uso de terceiros. Empresas maiores, inclusive, possuem centenas de fornecedores ou prestadores de serviços espalhados pelo país e pelo mundo. Nos olhos de muitas empresas, fazer uma due diligence de tanta gente acaba sendo muita burocracia e trabalho, e acabam preferindo não fazer.

Mas é por isso que é um dos pilares do programa de Compliance. A estrutura e os procedimentos para fazer o due diligence precisam já estar estabelecidos antes de surgir uma relação nova. Assim, o processo fica mais eficiente. Até porque é muito necessário. O prejuízo virá ou por causa da ineficiência no seu processo de due diligence, se não for bem preparado, ou em forma de consequências por não ter feito.

Para fazer essa inspeção, serão analisados aspectos financeiros, contábeis, previdenciários, trabalhistas, imobiliários, tecnológicos, jurídicos, entre outros.

Due Diligence em Fusões e Aquisições

Quando você vai fazer uma fusão ou aquisição, você está aceitando absorver tudo dessa outra empresa. Isso com certeza vai te trazer benefícios. Mas também pode te colocar no meio das coisas ruins possivelmente associadas a ela. Quando você vai fazer o due diligence antes de se fundir, normalmente são feitos todos os tipos de análise. Isso porque literalmente tudo sobre aquela empresa vai estar associada a você a partir desse momento. Vocês literalmente se tornam uma só. Portanto, qualquer problema de qualquer setor pode ser um risco hoje ou no futuro.

Due Diligence Ambiental

Uma due diligence ambiental normalmente é feita quando você vai se relacionar com uma empresa que tem maiores impactos no meio ambiente. Alguns exemplos mais óbvios são, por exemplo, empresas que trabalham com extração de minério, petróleo, etc. Como temos visto, as consequências da falta de manutenção e de procedimentos de emergência podem ser muito graves. E a sua empresa não vai querer estar associada a isso.

Alguns dos aspectos analisados são, por exemplo, o cumprimento das leis ambientais, contaminação de água, solo, e pessoas, além de procedimentos existentes de resposta de emergência e prevenção de acidentes. Esse tipo de auditoria também pode ser feita na compra de um imóvel. Pode acontecer, por exemplo, de você adquirir um imóvel e só depois descobrir que foi construído em terreno ilegal. E é você quem herda os problemas e prejuízos.

Due Diligence Trabalhista

Já o due diligence trabalhista se relaciona muito com um outro setor da empresa, o RH. Esse tipo de inspeção é feita, na maioria dos casos, na contratação de novos funcionários. O interessante é que pode ser realizada das mais baixas posições às mais altas. Casos antigos de assédio ou participação em algum escândalo podem se repetir na sua empresa e afetar a sua reputação.

Mas um cuidado muito importante que é preciso ter é evitar que essa inspeção do funcionário seja discriminação. Por exemplo, checar antecedentes criminais de um candidato. Isso só pode ser feito em casos em que a posição requere muita confiança da empresa ou que seja de teor mais sensível. Se não for o caso, sua empresa pode ser processada por discriminação.


 
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Anticorrupção
Este artigo apareceu primeiro no Estadão

O cenário brasileiro nas empresas é de vigilância total. A Lava-Jato e a Lei Anticorrupção, como já estamos cansados de saber, iniciou uma corrida pelo Compliance e por novas tecnologias e propostas de conformidade. Mais do que seguir leis, a conformidade hoje é seguir os negócios com integridade e ética, em todos os setores da empresa.

E um tipo de comportamento ilícito ainda se destaca não só no Brasil, mas no mundo inteiro: a fraude e os crimes financeiros. Tanto que são uma das principais frentes de combate do Compliance. Podemos destacar 5 motivos que os tornam particularmente interessantes: a ocorrência tão frequente que é uma conduta quase esperada, a abrangência (de forma alguma é um problema mais brasileiro ou até latino-americano), o impacto financeiro e social que causam, quem comete, e a dificuldade em flagrar e combater.

Uma pesquisa da Thompson Reuters mostrou que a média de crimes financeiros que ocorrem dentro das empresas brasileiras é de 67%. A média mundial é de 59%. É fácil ficarmos no “o Brasil que é país de corruptos mesmo” (apesar de que realmente caímos 9 posições no ranking de percepção de corrupção em 2018). Mas para uma média global, 57% ainda é um número estarrecedor. Dentre estes crimes estão considerados fraude, lavagem de dinheiro, roubo, suborno e corrupção, etc.

A necessidade de as empresas combaterem esse tipo de prática vai muito além de apenas estar em Compliance e se proteger da Lei Anticorrupção. A fraude e a corrupção acarretam perdas imensas todo ano. Estes custos representam, em média, 2,47% das receitas anuais das empresas. De acordo com o Report to the Nations 2018, a perda média em casos de fraude na América Latina foi de US$193 mil para cada empresa.

Também são significativos os efeitos na reputação, que hoje em dia mais do que nunca têm grandes impactos financeiros. Em cima de tudo isso, empresas precisam se preocupar com possíveis penalidades da Lei Anticorrupção, que são um agravante particular do Brasil.

Tudo isso é sem contar o efeito altamente prejudicial que os crimes financeiros têm na economia do país e diretamente na vida do brasileiro. Um relatório da ONU descobriu que o país perde cerca de R$ 200 bilhões com esquemas de corrupção por ano.

Mas a informação que mais se destacou para nós no Report to the Nations 2018 foi a que mostrou quem na empresa era o responsável pela maior parte dessas perdas. Os funcionários que ocupavam cargo de dono ou executivo na empresa causavam uma perda quase 11 vezes maior do que funcionários comuns, e 4 vezes maior do que gerentes.

A primeira conclusão é óbvia. Para o Compliance, isso mostra ainda mais o quanto é importante o bom e velho “Tone at the Top”. Parece que uma cultura de liderança ética como exemplo ainda precisa de muita evolução, e não só aqui no Brasil. E seguindo a ideia do “Tone at the Top”, essas perdas mais baixas dos funcionários comuns e gerentes poderiam ser evitadas com uma cultura mais forte de Compliance vindo de cima. Mas os dados também reforçam outra conclusão interessante que pode passar despercebida, mas nos impactou aqui no clickCompliance.

Nós oferecemos um software de processos de Compliance, e uma de suas funções é automatizar e registrar leituras e os aceites das políticas corporativas pelos funcionários. Para fazer o login, o funcionário usa o e-mail corporativo. E por isso, nossos clientes sempre trazem o mesmo questionamento: para que vou contratar um serviço que só atinge os funcionários digitais? Os vendedores, faxineiros, caixas, etc. não precisariam estar inclusos?

fraude institucional clickcompliance

Como o gráfico acima nos mostra, os colaboradores que têm acesso ao ambiente digital, as áreas financeiras e de vendas, por exemplo, e as de cargos mais altos, são as que mais deixam a empresa vulnerável a fraudes e corrupção. Não só os danos financeiros são mais graves, como são os tipos de crime financeiro que podem tornar a empresa alvo de investigações pela Lei Anticorrupção. Para esses funcionários “de risco”, é preciso ter uma política de Compliance à altura. Basicamente, o que aprendemos com isso é que cada tipo de funcionário precisa de investimentos correspondentes aos riscos que apresentam.

E como isso se manifesta nesses funcionários “deixados de fora” pelo clickCompliance? É claro que não é por que não são um risco tão grande de crimes financeiros que a empresa deve deixar de implementar um programa de Compliance robusto direcionado a eles. Mas isso pode (e deve) ser feito através de treinamentos presenciais e reforços mais práticos no dia a dia do trabalho. Isso porque o tipo de não Compliance que acontece nesses setores são relacionados principalmente ao Código de Ética e Conduta. Nesses casos encontramos assédio, preconceito, etc., em vez de crimes financeiros através de ambientes digitais.

Essa mesma conclusão também pode ser tomada com um bom trabalho de due diligence e avaliação de riscos. Ao investigar e mapear as áreas de maior risco na empresa (que na maioria das vezes acabam sendo essas áreas financeiras e “digitais”), o bom profissional de Compliance consegue criar estratégias e abordagens mais completas e direcionadas. Esse é, afinal, o objetivo do novo Compliance. Criar um programa completo e eficaz dos mais altos escalões aos mais baixos. E com ferramentas e tecnologias cada vez mais qualificadas para alcançar esses objetivos.

Marcelo Erthal é CEO da Ímpeto, empresa criadora do clickCompliance



 
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Entrevista

Entrevistamos a fundadora do grupo Potencial Compliance, que reúne profissionais de GRC para debater e compartilhar conteúdo da área. Continue lendo para saber o que é o Compliance para ela, como surgiu o grupo e como participar.

O que é Compliance nas suas palavras?

Nos termos gerais, Compliance é um conjunto de disciplinas a fim de cumprir e se fazer cumprir as normas legais e regulamentos. Porém, ao meu ver, Compliance vai muito além de regras e procedimentos. Posso dizer que é um estilo de vida das empresas.

Como é a comunidade do Compliance no Brasil hoje? Você acha que mudou nos últimos tempos?

A comunidade do Compliance tem crescido muito por alguns motivos:

  • É uma área de demanda crescente 
  • É uma área que remunera bem
  • É uma área que traz dinamismo ao negócio

Por isso, muitos advogados migraram para esta área em busca de novos desafios. Porém, dentro da estrutura de Compliance há diversas sub-categorias de atuação que atendem diversos nichos de mercado. Administradores, engenheiros, químicos, farmacêuticos e assim por diante! Por ser uma área relativamente nova, ainda há muitas coisas a serem descobertas. Mas, sem dúvida, a comunidade do Compliance cresceu de forma exponencial.

Qual é a parte do Potencial Compliance nessa comunidade?

O Potencial Compliance reúne estes especialistas e cria sinergia e troca de conhecimento entre eles. Em função do grande número de profissionais que atuam com Compliance, hoje nosso grupo cresceu fortemente. Isso potencializa todas as áreas do conhecimento: Compliance, auditoria interna, investigação, inovação e assim por diante!

Por que você decidiu começar o Potencial Compliance?

Tudo começou em um curso. Fizemos alguns amigos e não queríamos perder contato. Foi então que decidi criar o grupo, mas ele foi crescendo
tanto que hoje é um dos maiores grupo de Compliance, ou GRC.

Como é a interação das pessoas no grupo?

Nós discutimos (respeitosamente) diversos assuntos que permeiam o Compliance. Dividimos e tiramos nossas dúvidas e dificuldades, um ajudando o outro! Compartilhamos nossas experiências, vitórias e, claro, derrotas também. Mas sempre com o espírito colaborativo.

Que tipo de conteúdo é compartilhado entre os participantes?

Todos que estejam disponíveis e acessíveis para utilização do público. Por exemplo, material da CGU, TCU, IBGC e outros instituições. É sempre muito bom ver o pessoal agradecendo pela ajuda ou pelo material.

Em quais plataforma/redes o grupo funciona?

Temos um grupo grande no Whatsapp/Telegram, Linkedin e Intagram. Praticamente todas. Temos também o nosso podcast semanal. Participar é muito fácil. Temos um link do grupo, mas você precisaria me mandar mensagem no Whatsapp. 


Glades Cheury é Diretora da ANEFAC (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) e fundadora do Potencial Compliance. Interessados em participarem do grupo de Whatsapp podem enviar uma imagem para o número (11) 9.6069-9123.
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