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Compliance Bot, Inteligência Artificial, Marcelo

Saiba como potencializar o atendimento ao cliente através de chatbots com Inteligência Artificial.


Provavelmente, você acompanhou alguma conversa recente envolvendo o uso de Inteligência Artificial (IA), não é mesmo? Isso porque ela já faz parte do nosso dia a dia.

 

Nos últimos anos, a IA evoluiu significativamente, impulsionada pela crescente disponibilidade de dados, avanços na capacidade de processamento e algoritmos cada vez mais sofisticados. 

 

A IA tem feito grandes revoluções em diferentes áreas. Na saúde, com a análise de dados para a realização de diagnósticos feitos com maior precisão e agilidade. Na mobilidade, com os carros autônomos. No setor financeiro, com a otimização de operações e identificação de tendências. 

 

Na comunicação, a IA tem sido a base para tecnologias que transformaram a nossa realidade. Podemos citar vários exemplos.

 

A assistência virtual, por meio de assistentes de voz, como Siri, Alexa e Google Assistant, auxilia na realização de diferentes tarefas cotidianas. 

 

Nas plataformas de streaming, o uso dos algoritmos permite identificar as preferências dos usuários e, assim, apresentar sugestões de conteúdos personalizadas. 

 

Há, ainda, os chatbots por Inteligência Artificial, que têm sido fundamentais para o trabalho de empresas que exercem diferentes atividades. Neste conteúdo, falaremos especificamente desta ferramenta. 

 

Se você quer descobrir os benefícios dos chatbots por IA, continue a leitura!


 

Como é um chatbot por inteligência artificial?

O chatbot é um robô capaz de simular uma conversa com as pessoas, tirando suas dúvidas e auxiliando nas soluções das demandas apresentadas. 

 

É muito comum ver esse tipo de atendimento automático ao cliente em aplicativos de bancos, por exemplo. 

 

Mas quando esse sistema é integrado à tecnologia de Inteligência Artificial, os resultados podem ser ainda melhores.  

 

Em geral, um chatbot por IA apresenta as seguintes características:

Linguagem mais natural

Com a tecnologia de processamento de linguagem natural (PLN), os robôs conseguem simular uma conversa mais espontânea com os usuários. 

 

Essa é uma característica da Inteligência Artificial que permite a melhor comunicação entre homens e máquinas. Portanto, é um recurso que ajuda computadores a entender, interpretar e traduzir a linguagem humana.

 

Assim, as respostas não são mecânicas, pois o bot tem a capacidade de entender o diálogo e oferecer algo mais personalizado a fim de solucionar quaisquer dúvidas. 

 

Os chatbots de Inteligência Artificial fogem do padrão de sistema de resposta simples, baseado em regras pré-estabelecidas. Assim, eles são capazes de: 

 

  • Assimilar frases longas;
  • Identificar sinônimos;
  • Compreender o tempo verbal.

 

Essa dinâmica pode ser muito estratégica para empresas que possuem processos mais complexos de interação com o cliente. 

Aprimoramento por aprendizado de máquina (Machine Learning)

Um sistema de IA é capaz de ser treinado para aprender com os dados. Assim, o funcionamento do software compreende as seguintes etapas: 

 

  • Coleta de dados
  • Análise de dados
  • Identificação de padrões
  • Tomada de decisão
  • Treinamento 
  • Aprimoramento dos parâmetros

 

Portanto, a cada nova interação com um chatbot por Inteligência Artificial, novos dados são armazenados, aumentando a base de conhecimento da máquina. 

 

Por isso, trata-se de um sistema que consegue se atualizar de forma constante e autônoma, aprimorando o conhecimento para gerar respostas melhores

 

Com a tecnologia Machine Learning uma grande base de dados pode ser analisada, possibilitando a entrega de resultados cada vez mais rápidos e precisos.

Base de conhecimento assertiva

A coleta de dados é a base do funcionamento dos softwares de IA. Dessa forma, ele utiliza uma diversidade de fontes de conhecimento para produzir respostas. 

 

No entanto, há, ainda, a capacidade de aprendizado próprio da máquina ao longo do processo de interação com humanos. 

 

Assim, uma vez que um robô de Inteligência Artificial aprende qual é a resposta para uma pergunta, ele guarda aquela informação. 

 

Portanto, a base de conhecimento que essa tecnologia proporciona é enorme. Além disso, sua capacidade de aprimoramento assegura respostas cada vez mais assertivas.





Quais as vantagens do chatbot por IA para sua empresa?

Diante de todas essas características, é possível concluir que o uso do chatbot por IA confere uma série de vantagens:

Reduz tempo de atendimento

Esse tipo de tecnologia é capaz de fornecer respostas instantâneas, pois consegue processar um grande volume de dados em segundos. Isso faz com que o atendimento ocorra de forma muito mais agilizada. 

 

Assim, é possível proporcionar uma melhor experiência ao cliente, reduzindo o tempo de espera.

 

Esse é um fator que, inclusive, pode melhorar a imagem de uma empresa. Imagine como os clientes ficam mais satisfeitos ao encontrarem suporte na empresa para resolver problemas de forma rápida e fácil.

Está sempre disponível

Como se trata de robôs, não há necessidade que o atendimento ocorra apenas no horário comercial. 

 

Os bots podem estar disponíveis aos clientes a qualquer momento, 24 horas por dia, sete dias por semana

 

A disponibilidade garante assistência permanente ao cliente, de acordo com suas necessidades.

Favorece captação de leads

A tecnologia de IA aplicada aos chats permite coletar e armazenar dados sobre o público-alvo.

 

Sabendo a localização, o comportamento e os interesses dos usuários, é possível desenvolver estratégias específicas para aumentar a conversão e fidelizá-los.

 

Por isso, uma das vantagens da atuação dos bots é a influência na captação de leads, ou seja, potenciais clientes. 

Otimiza processos

O funcionamento dos bots ocorre de maneira automatizada, assim, atividades repetitivas podem ser realizadas de forma mais prática. 

 

A otimização de processos é uma característica desse tipo de tecnologia, que pode ser aplicada em diversas áreas da empresa. 

 

Com a automatização de parte das funções, os funcionários podem dedicar mais tempo às tarefas complexas, aumentando a produtividade da empresa.

Personalização e segmentação do atendimento

Através da capacidade da IA para compreender o diálogo com o cliente, o atendimento fica mais personalizado, ajustando-se de acordo com as necessidades individuais apresentadas

 

O bot de Inteligência Artificial possui acesso a um banco de dados completo, contendo informações sobre cada cliente. Com base nisso, é capaz de direcionar as informações e sugerir soluções considerando as especificidades do perfil de cada um.

Análise de dados para melhorias constantes

Os dados coletados pelos bots servem para identificar tendências e padrões de necessidade desse público, o que permite descobrir oportunidades e necessidades de melhorias. 

 

As empresas podem usar essas análises para promover aprimoramentos nas seguintes áreas: 

 

  • Produtos
  • Serviços
  • Experiência do cliente.


Auxilia o setor de compliance



Os chatbots por IA contribuem não só para o atendimento externo ao cliente, mas também para o trabalho interno das empresas. Um exemplo é a solução desenvolvida pelo clickCompliance, que permite o seu uso como
canal de denúncias da empresa.

 

A solução integra o bot por IA ao WhatsApp. Na prática, garante que as informações sejam relatadas de forma detalhada ao setor de compliance, permitindo ao denunciante fazer o relato de forma anônima.

 

Além da segurança, a ferramenta oferece outras vantagens, como: 

 

  • Disponibilidade em tempo real, caso a denúncia seja feita fora do horário de trabalho;
  • Suporte de mídias, podendo ser anexado evidências em fotos ou vídeos;
  • Multiformato, os relatos podem ser em áudio ou texto; 
  • Multilinguagem, ao incorporar códigos de idiomas como português, inglês e espanhol. 

 

O Compliance Bot possui funcionalidades que permitem o atendimento ao usuário, segundo as políticas da empresa. A integração com o OpenAI/ChatGPT garante respostas mais assertivas. Outro fator positivo é que a própria avaliação do usuário contribui para o aprimoramento da solução.

 

Além disso, o bot consegue fazer um encaminhamento para a equipe de gestão quando for necessário. Por isso, essa é uma ferramenta essencial para otimização de processos.

Conte com o clickCompliance 

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Ambiente Corporativo, Fique por Dentro, Inteligência Artificial

Soluções com Inteligência Artificial podem ajudar empresas da saúde a estar em conformidade e a otimizar seu atendimento. Saiba mais!



Presentes em muitos setores, os avanços tecnológicos também já chegaram na área da saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Inteligência Artificial (IA) ganha proporções ainda mais promissoras no setor, podendo ser uma ferramenta eficaz para melhorar a prestação de serviços em todo o mundo. 

 

Ainda conforme a OMS, o uso dessa tecnologia pode aparecer para melhorar a velocidade e a precisão do diagnóstico e da triagens de enfermidades, fortalecer pesquisas na área para o desenvolvimento de medicamentos, auxiliar no atendimento clínico e apoiar diversas ações de saúde pública, como vigilância de doenças e gestão de sistemas. 

 

Pensando nestas e outras evoluções trazidas pela Inteligência Artificial para o setor, preparamos um conteúdo que explica a fundo como as empresas da área da saúde estão usando essa nova tecnologia. 

 

Continue a leitura e entenda como as soluções em IA podem melhorar processos, desburocratizar a rotina corporativa e aprimorar a jornada do paciente!


 

Usos de IA nas empresas de saúde 

Nas empresas de tecnologia, os avanços são significativos e estão em constante evolução para acompanhar o desenvolvimento da sociedade. Na saúde, as inovações começaram a ser incorporadas, mostrando um grande potencial para revolucionar muitos processos do setor. 

 

As ferramentas de Inteligência Artificial aparecem em computadores, celulares, máquinas e aparelhos de exames que são usados rotineiramente pelos profissionais da área. Essa união ajuda a criar modelos mais rápidos e eficientes para acompanhar todas as etapas do setor, incluindo a gestão de pacientes e da equipe.

 

A seguir, mostramos como as soluções em IA podem contribuir para melhorias na rotina do setor de saúde:

Gestão de compliance

 

Reconhecido por ser altamente regulamentado, o setor da saúde tem o programa de compliance como ferramenta fundamental para a rotina das organizações e instituições. A Inteligência Artificial (IA) tem sido uma forte aliada neste trabalho. 

 

A tecnologia assegura a eficácia da gestão de obrigações regulatórias, ou seja, que todas as regras, normas e políticas sejam cumpridas pela empresa de saúde. A conformidade é essencial para: 

 

  • Atender os pacientes adequadamente;
  • Fornecer boa qualidade de trabalho para as equipes;
  • Regularizar o espaço físico;
  • Melhorar a credibilidade da instituição;
  • Garantir uma gestão mais eficiente.    

 

Por meio da adoção de tecnologias com IA, as organizações do setor conseguem implementar, aplicar, fiscalizar e aprimorar medidas de compliance, evitando custos desnecessários com multas por falta de cumprimento de responsabilidades. As falhas são identificadas pelos softwares e facilmente resolvidas, sem causar danos à reputação e ao caixa da organização. 

Gestão de pacientes

Como mencionamos anteriormente, a Inteligência Artificial pode ser aplicada em diferentes etapas na área da saúde, principalmente, nos processos que envolvem a gestão de pacientes

 

Com essas tecnologias, a triagem para o atendimento de pessoas tornou-se menos burocrática e morosa. O atendimento via chatbot, por exemplo, possibilita responder questões sobre os pacientes de forma rápida, sem a necessidade de um atendente humano. 

 

No caso de uma consulta, a tecnologia solicita dados para ações como:

 

  • Criar o perfil do paciente;
  • Disponibilizar resultados de exames;
  • Marcar procedimentos;
  • Tirar dúvidas a qualquer hora do dia. 

 

Já em casos emergenciais, as inovações necessitam apenas de algumas informações para traçar o perfil do paciente e priorizar os atendimentos, realizando os encaminhamentos devidos. Em todos os casos, a IA consegue entregar um atendimento ágil e eficiente, resultando em uma experiência mais satisfatória. 

 

É importante ressaltar que a presença da IA não exclui os humanos na gestão de pacientes. As novas tecnologias surgem como aliadas: geram mais disposição e tempo para a equipe oferecer suporte ao paciente em assistências mais complexas.

 

Afinal, é sempre bom ter em mente que, quando o assunto é saúde, não se deve deixar de lado uma abordagem mais humana e empática. Por esse motivo, o recomendado é encontrar um equilíbrio entre o uso da IA e o atendimento humano, garantindo mais satisfação aos pacientes.

 

 

Gestão de equipes

Entre as funcionalidades que o uso da Inteligência Artificial pode trazer para a saúde está a de facilitar o dia a dia de trabalho e, assim, contribuir para a gestão de equipes. Há dispositivos que automatizam tarefas administrativas, como: 

 

  • Cadastro de novos funcionários;
  • Armazenamento de dados pessoais; 
  • Controle de ponto; 
  • Cálculo de horas extras e descontos; 
  • Mapeamento de equipes disponíveis em cada setor; 
  • Controle de estoque de materiais hospitalares.

 

Há, também, os dispositivos de IA que auxiliam a monitorar os pacientes remotamente, aliando segurança, praticidade, precisão e prevenção de riscos. Esse tipo de ação, apesar de envolver diretamente os pacientes, também promove benefícios para a gestão de equipes. 

 

Em monitoramentos manuais, é necessária a locomoção até o leito e a presença de uma equipe médica a todo o momento. Com essas soluções, o acompanhamento de alguns casos pode ser feito remotamente, e os resultados são mais precisos, fazendo com que as equipes possam compreender o quadro evolutivo do paciente de forma mais eficiente. 


Usos de IA em planos de saúde

Nos planos de saúde, a Inteligência Artificial também pode promover bons resultados. Essas tecnologias trazem diferenciais à gestão das operadoras, possibilitando, por exemplo, o processamento de grandes volumes de dados, de forma ágil e precisa. 

 

Um ponto significativo dessas soluções é que a capacidade de aprendizado contínuo permite que as empresas possam aprimorar e personalizar os seus serviços à medida do que for mais eficaz para os seus beneficiários, resultando em uma gestão mais inteligente. 

 

Outro diferencial é que as soluções em IA podem permitir insights e tomadas de decisões mais assertivas, considerando os padrões de atendimento e as tendências do mercado.

A IA pode auxiliar em diferentes frentes nos planos de saúde, como: 

 


 

Saiba mais a seguir! 

 

 

Preservação de dados de usuários

 

As soluções em IA possuem a capacidade de indexar, processar e avaliar informações de forma rápida, precisa e eficiente, otimizando o tempo de muitos processos no meio empresarial. 

 

Essa capacidade também pode ser aproveitada pelos planos de saúde. A chegada de novos beneficiários pode ser registrada nos softwares em IA, que podem realizar o atendimento primário, obter informações para o cadastro, armazenar e preservar todos os dados obtidos no processo. Além disso, sempre que houver uma nova atualização, eles conseguem realizar um update nos dados rapidamente.  

 

Se antes era necessário o trabalho de um atendente humano para processar essas informações e anexá-las em uma nuvem, agora, a IA faz isso automaticamente. Essa medida oferece mais liberdade aos atendentes, otimiza o processo e garante maior eficiência para o armazenamento e a preservação de dados. 

Gestão de contratos

Nos processos burocráticos e administrativos que, inclusive, estão diretamente relacionados ao compliance da empresa, a IA também pode ajudar as empresas de planos de saúde. Os sistemas possuem agilidade para gerenciar etapas como a de contratos. Dessa forma, auxiliam nas seguintes funções:

 

  • Criação de contratos; 
  • Agendamento de consultas; 
  • Processamento de informações de cobranças;
  • Envios de faturas para os pacientes e seguradoras; 
  • Rescisões de contrato; 
  • Disponibilização de informações em casos de dúvidas.

Sinistralidade

 

A sinistralidade é um conceito utilizado para definir a relação entre o custo por acionar o plano de saúde e o valor que a operadora recebe de uma empresa. Sem a IA, essa ação costuma ser feita pelos próprios atendentes da empresa, o que pode levar tempo. Porém, como o uso da tecnologia, os cálculos são feitos de forma mais rápida e precisa, gerando impactos diretos na experiência do cliente que solicita esse tipo de informação. 

Gestão financeira

 

A gestão financeira também se beneficia com o uso da IA. Aspectos que envolvem esse setor podem ser burocráticos, demorados e, em alguns casos, até mesmo cansativos para os colaboradores. 

 

A incorporação de soluções tecnológicas possibilita o planejamento, a análise e o controle mais eficientes. Cabe ressaltar que uma gestão de qualidade nesse setor feita pela IA é de extrema importância, pois qualquer falha pode resultar em prejuízos ou, até mesmo,na falência da operadora. 






Conformidade na saúde é com o clickCompliance

 

Com todo esse conhecimento, agora é hora de colocar em prática algumas medidas tecnológicas para o sucesso da sua empresa. 

 

No clickCompliance, podemos te ajudar a usar a tecnologia para estar em conformidade com todas as normas e leis. Acesse o nosso site e conheça as nossas soluções.

 

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Recurso tem sido um dos temas mais discutidos no momento e promissores para o futuro próximo. Saiba mais!

 


Você sabe
o que é uma inteligência artificial? Nos últimos anos, esse recurso tem sido um dos temas mais discutidos e promissores no mundo da tecnologia. 

Sua capacidade de simular a inteligência humana e realizar tarefas complexas tem despertado o interesse de diversos setores, incluindo o compliance.

Mas afinal, como ela pode atuar, em conjunto com o compliance, para impulsionar a conformidade nas organizações? 

 

Neste post, vamos explorar essas questões e destacar as vantagens e possibilidades que essa tecnologia oferece.

 

Fique conosco até o final. Boa leitura! 


O que é uma inteligência artificial?

A IA é uma tecnologia que busca simular a inteligência humana, permitindo que máquinas tenham autonomia para tomar decisões e resolver problemas lógicos. Desde sua concepção pelo matemático Alan Turing, em 1950, ela evoluiu significativamente e se tornou parte integrante do nosso cotidiano.

 

Atualmente, está presente em diversas aplicações, desde as simples até as mais complexas, como:

  • algoritmos de redes sociais;
  • assistentes de voz como Siri e Alexa;
  • reconhecimento facial dos smartphones;
  • recomendações de produtos ao fazer compras em um site;
  • e-mails direcionados para a caixa de spam;
  • carros autônomos.

 

Essas tecnologias são impulsionadas por recursos como redes neurais artificiais, algoritmos e sistemas de aprendizado, que permitem simular capacidades humanas ligadas à inteligência.

 

Na América Latina, o uso de tecnologias de IA aumentou de 32% em 2018 para 48% em 2020, de acordo com o Índice de Nível de Inovação e Crescimento IA (Inicia). Essa crescente adoção se deve à necessidade das empresas de se manterem atuantes em um mercado cada vez mais disruptivo e inovador. 

 

Assim, a IA oferece recursos que vão além da automação mecânica, englobando processos cognitivos que melhoram a capacidade de aprendizado das equipes, reduzindo atividades repetitivas e facilitando a tomada de decisões.

 

As ferramentas da IA, como Machine Learning, Deep Learning e Processamento de Linguagem Natural (PLN), estão moldando a forma como os computadores aprendem e pensam. 

 

No futuro, a projeção é de que plataformas e sistemas tenham inteligência suficiente para aprender com nossas interações e dados de maneira ainda mais eficaz, já imaginou? Tudo isso para proporcionar agilidade e escalabilidade, sem substituir o ser humano

 


Inteligência artificial auxilia o compliance?


Sim! A IA tem se mostrado uma aliada poderosa para auxiliar o compliance nas organizações. Um estudo realizado pelo Instituto Internacional de Finanças revelou que as tecnologias de inteligência artificial e aprendizado de máquina possibilitam às empresas alcançarem conformidade regulatória com maior eficiência do que as tecnologias convencionais.

 

Uma das principais vantagens de integrar a IA aos programas de conformidade é a otimização de processos. Por exemplo, a coleta de dados de uma reclamação feita no canal de denúncias, que é uma atividade operacional, pode ser realizada de forma ágil e eficiente por um robô

 

Mas, como isso ocorre? A tecnologia inteligente coleta informações detalhadas sobre o conteúdo da manifestação, tais como:

 

  • o fato em si;
  • os envolvidos e seus cargos;
  • local da ocorrência;
  • infrações;
  • falas apresentadas;
  • dados objetivos sobre a situação. 

 

Com base nessas informações, o time de compliance pode tomar as medidas necessárias para lidar com a situação, incluindo entrevistas no processo de investigação e outras atividades.

 

Além disso, a tecnologia também pode ser utilizada na otimização da governança de documentos. Essas ferramentas facilitam a revisão de documentos e registros, proporcionando excelentes resultados para o setor de compliance.

 

Outra forma de adotar a IA para fins de conformidade é na etapa de treinamento de compliance para as equipes corporativas. Uma inteligência artificial é capaz de gerar automaticamente perguntas para verificar se um colaborador entendeu o conteúdo de um treinamento.

 

Em outros cenários, soluções baseadas em IA têm se mostrado eficazes ao identificar problemas no compliance financeiro antecipadamente.


Como o compliance atua no uso da inteligência artificial?

 

À medida que plataformas digitais se tornam mais imersivas e interativas, é necessário garantir a conformidade com questões de segurança cibernética e privacidade.

 

Com a utilização de tecnologias como machine learning e inteligência artificial, as empresas têm a oportunidade de oferecer experiências personalizadas e aprimoradas aos clientes. É primordial que elas também estejam em conformidade com as regulamentações e leis de proteção de dados.

 

Nesse sentido, o compliance assegura a segurança, a privacidade e a transparência no uso da inteligência artificial. Isso é feito por meio de, por exemplo, políticas de proteção de dados, obtenção de consentimento adequado e implementação de medidas de segurança. Além disso, um programa de conformidade promove a transparência dos algoritmos, evitando práticas discriminatórias.

 

A Commission Nationale de l’informatique et des Libetres – autoridade francesa de proteção de dados – oferece orientações valiosas nesse sentido. Conheça algumas delas a seguir. 


Objetivo
 

Ao implementar um sistema de inteligência artificial baseado no uso de dados pessoais, é preciso definir um propósito claro desde a fase de concepção do projeto. 

 

Esse propósito deve ser:

 

  1. legítimo;
  2. compatível com as missões da organização;
  3. compreensível.

 

Isso porque o respeito ao propósito garante o uso apenas dos dados relevantes e a adequação do período de retenção.

 

Já a implementação de um sistema de IA baseado em aprendizado de máquina envolve duas fases distintas:

 

  1. Fase de aprendizagem: o sistema é projetado, desenvolvido e treinado.
  2. Fase de produção: implantação operacional do sistema.

 

É importante separar essas fases em termos de proteção de dados, garantindo que a finalidade do tratamento das informações pessoais seja determinada, legítima e clara em cada etapa.


Legalidade
 

Para implementar um sistema de IA que utilize dados pessoais, é necessário estabelecer uma base legal justificada por lei. A LGPD e a GDPR (legislação de proteção de dados da União Europeia) definem seis fundamentos. Eles incluem:

 

  1. consentimento;
  2. cumprimento de obrigações legais;
  3. execução de contratos;
  4. interesse público;
  5. interesses vitais;
  6. interesse legítimo.

 

A escolha da base legal garante a conformidade e pode afetar as obrigações da organização e os direitos dos indivíduos. 

 

Lembre-se: a base legal deve ser determinada antes da implementação do processamento de dados.


Auxiliar banco de dados
 

A constituição de banco de dados é crucial para sistemas de inteligência artificial, especialmente aqueles baseados em aprendizado de máquina. Esses conjuntos de informações são necessários para treinar e avaliar os sistemas de IA. 

 

Existem duas opções principais:

 

  1. coletar dados pessoais especificamente para esse propósito;
  2. reutilizar dados já coletados para outros fins.

 

É preciso, todavia, garantir que a constituição desses dados respeite os direitos dos seus titulares


Relatórios de acompanhamento
 

Os relatórios de acompanhamento são fundamentais para os programas de compliance em relação à inteligência artificial. 

 

Eles fornecem informações detalhadas sobre o uso da tecnologia, incluindo dados, desempenho e conformidade. 

 

O material produzido ajuda a garantir a conformidade legal, promover a transparência e construir confiança com os usuários. 


Chat GPT e programas de integridade

 

O ChatGPT, uma ferramenta de inteligência artificial baseada em linguagem natural, pode ser aproveitado no setor de compliance para melhorar os processos das empresas. 

 

A integração com o chatbot permite gerar perguntas automaticamente sobre políticas e documentos, garantindo que os colaboradores compreendam o conteúdo e possam comparar diferentes versões de documentos de forma clara, destacando as diferenças relevantes. 

 

Essa parceria entre a IA e o compliance oferece uma oportunidade de tornar os programas de integridade mais eficientes e engajar os funcionários de forma efetiva.




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Otimize seus processos, garanta conformidade e fortaleça a cultura de integridade da sua empresa, com a ajuda da inteligência artificial.

 

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Ao seguir regras e valores adequados, o uso da ferramenta proporciona vantagens como automatização, análise de dados e personalização de experiências.

Inteligência Artificial e compliance

Foto: monsterstudio/Freepik


O que aspectos como capacidade de automatização, análise de dados e personalização de experiências têm em comum?

Todos eles são motivos pelos quais diversas empresas estão adotando serviços de inteligência artificial (IA). 

A rápida evolução dessa ferramenta tem trazido inúmeras vantagens tanto para usuários comuns quanto para empresas, revolucionando a forma como interagimos com a tecnologia. 

Junto a esses benefícios surgem questionamentos sobre a ética envolvida na concepção e aplicação da IA. Com seu acesso a um imenso volume de informações, o recurso deve ser utilizado com base num conjunto de regras e valores

Assim, é possível que as empresas ofereçam produtos e serviços otimizados, sem deixar de lado a segurança dos dados de seus clientes. 

Neste post, vamos explorar a importância de aspectos como tomada de decisões éticas, privacidade de dados, equidade e transparência nos algoritmos, entre outros aspectos relevantes ao tema. 

Melhores práticas para integrar a IA nos serviços empresariais também ganham destaque. Elas têm inúmeros benefícios para o atendimento ao cliente, a otimização de processos, a análise de dados e a personalização de experiências. 

Acompanhe-nos nessa reflexão e descubra ainda como a inteligência artificial é uma aliada indispensável para impulsionar inovações e transformar a maneira como vivemos e fazemos negócios.

Vamos lá?


Qual a importância da ética para empresas que usam Inteligência Artificial?

O uso cada vez mais disseminado da IA em ferramentas para o público em geral e para as organizações tem gerado um intenso debate sobre a ética na inteligência artificial. Suas implicações tanto no mercado quanto na sociedade também entram na conversa.

Diante desse contexto, é crucial que a sociedade esteja atenta aos desafios e às oportunidades facilitadas por essa tecnologia. 

Vale ressaltar que os cuidados com o uso da inteligência artificial não são apenas considerações teóricas, mas sim necessidades práticas para assegurar que os avanços tecnológicos sejam conduzidos de forma responsável.

A adoção de práticas, como transparência, responsabilidade e conformidade com leis e regulamentações, incluindo a lei anticorrupção, é fundamental para o sucesso e a reputação das organizações que incorporaram ou pretendem incorporar a inteligência artificial em seus serviços. 

A ética e o cumprimento das leis contribuem para estabelecer relações de confiança com clientes, parceiros e investidores, além de fortalecer a integridade e a sustentabilidade do negócio.

Responsabilidade no trabalho com IA

No cenário atual, as empresas que utilizam inteligência artificial devem assumir a responsabilidade de garantir que suas soluções sejam desenvolvidas e implementadas de maneira ética, certo? 

Isso envolve a definição de diretrizes claras para o uso responsável da IA. Essa ação aumenta as chances de que as decisões tomadas pelos algoritmos sejam transparentes e compreensíveis. 

Além disso, as empresas devem se comprometer a monitorar e corrigir eventuais vieses algorítmicos, assegurando a equidade e a imparcialidade em suas aplicações.

Redução de riscos

Quando as empresas utilizam a inteligência artificial com base em uma ética sólida, surgem diversos benefícios para o negócio e a sociedade como um todo. Em primeiro lugar, é possível tomar decisões de forma mais justa e imparcial, evitando discriminação e preconceitos.

Dessa maneira, os cuidados também estão intrinsecamente ligados à mitigação de riscos. Deve-se considerar os impactos sociais, econômicos e de segurança que podem surgir, bem como a implementação de salvaguardas adequadas para minimizar eventuais vulnerabilidades. Veja alguns exemplos: 

  • Detecção de fraudes: identifica padrões e comportamentos suspeitos, reduzindo os riscos financeiros para as empresas.
  • Segurança cibernética: prevenção a ataques cibernéticos, ajudando a proteger sistemas e dados sensíveis.
  • Tomada de decisões informadas: análise de grandes volumes de dados de forma rápida e precisa, reduzindo a possibilidade de erros.
  • Monitoramento de processos: por meio da automação e análise contínua, para monitorar processos e identificar potenciais problemas.

Respeito à privacidade

A proteção da privacidade dos usuários é uma questão primordial quando se trata de inteligência artificial.
 

Da parte de quem cria as inteligências artificiais, as companhias devem garantir que os dados coletados sejam tratados com o devido cuidado e em conformidade com as leis e regulamentações de privacidade vigentes. 

Já para empresas que fazem uso de IA, devem estar inclusas medidas como a obtenção de consentimento informado dos usuários, para a coleta e uso de seus dados, e a implementação de medidas de segurança robustas para proteger essas informações contra acesso não autorizado. 

No Brasil, a Lei Geral de Proteção dos Dados (LGPD) determina que um dos fundamentos da disciplina de proteção de informações pessoais, inclusive nos meios digitais, é o respeito à privacidade. Para tal, as inteligências artificiais também devem cumprir questões como:

  • implementar um programa de governança em privacidade;
  • demonstrar a efetividade desse programa.

Ao priorizar a privacidade, as empresas demonstram seu compromisso com a ética e a confiança dos seus clientes.

Colaboradores capacitados


Outro aspecto fundamental para garantir o bom uso da inteligência artificial é o investimento no
desenvolvimento e capacitação dos colaboradores que passam a trabalhar com essas tecnologias. 

É importante fornecer treinamentos de compliance e atualizações constantes para que os profissionais estejam preparados ao lidar com tomadas de decisão relacionadas à IA. 

A própria IA pode ser usada também para conduzir esse tipo de treinamento. O módulo de treinamentos do clickCompliance já está integrado ao ChatGPT. A ferramenta gera perguntas automaticamente a fim de verificar se o colaborador compreendeu tópicos de um treinamento, políticas de compliance e até se entendeu bem o conteúdo de um documento antes de assiná-lo.



Medidas práticas para o aproveitamento correto da IA

A eficiência em tarefas repetitivas e o reconhecimento de padrões são exemplos de ganhos que a IA traz para a sociedade. Com a devida atenção e controle, os resultados podem ser cada vez mais positivos.

Vamos explorar o assunto a seguir! 

Proteção aos dados

A coleta e o uso adequado de informações pessoais são capazes de evitar violações de privacidade e até mesmo de roubos de identidade. 

Por isso, as empresas de IA têm adotado medidas para garantir a proteção e a confidencialidade dos dados dos usuários, o que torna seu uso bastante seguro. Confira alguns exemplos:

  • Criptografia de dados: torna as informações ilegíveis para qualquer pessoa não autorizada.
  • Políticas de acesso e autenticação: limita o acesso apenas a funcionários autorizados e utilizar senhas fortes, autenticação de dois fatores ou biometria. 
  • Monitoramento contínuo: identifica e responde rapidamente a qualquer atividade suspeita.
  • Treinamento e conscientização: Capacita os funcionários sobre as melhores práticas de segurança de dados.
  • Conformidade com regulamentações de privacidade: como o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) na União Europeia ou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil.


Essas são apenas
algumas das medidas que as empresas podem adotar para preservar a segurança e a confidencialidade de registros em um contexto ético do uso da inteligência artificial. Cada instituição precisa analisar seu próprio setor de atuação e selecionar os métodos mais adequados para o seu contexto

Manutenção de profissionais capacitados

Um dos pilares da ética digital é garantir que a adoção da IA não resulte em demissões em massa, sabia? A ideia é justamente fazer o oposto: capacitar e treinar pessoas para se adaptarem aos novos mercados que surgem a todo instante. 

Como a automação pode aumentar a eficiência e reduzir custos, é importante equilibrar esse ponto com a preservação dos empregos e a valorização das habilidades humanas. Desse modo, criam-se mecanismos para aliar o avanço tecnológico à manutenção de trabalho qualificado.

Análise dos riscos

A análise adequada dos riscos que uma organização corre no seu setor de atuação é aquela feita antes de implementar programas de IA. Nesse momento, devem ser ajustados os potenciais riscos e os impactos positivos das soluções artificialmente criadas.   

Considerar possíveis vieses algorítmicos, equidade nas tomadas de decisão e transparência nos processos são algumas ações indispensáveis.





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Conheça também o nosso canal de privacidade para estar em conformidade com a LGPD!

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Canal de Denúncias

Uma das preocupações principais do compliance officer e do compliance trabalhista hoje em dia são os dados pessoais e a LGPD. Isso porque todo o ambiente digital, e o maior ativos que empresas buscavam e exploravam até hoje eram esses dados pessoais sensíveis de usuários.

Agora que legislações novas como a LGPD e GDPR têm surgido, as empresas precisam descobrir como proteger os dados pessoais com os quais ela lida e pode ter acesso o tempo todo.

Com isso, surgem dois conceitos importantes: dados pessoais e dados anônimos. Entender a diferença, saber como identificar e saber tratar cada um desses é a chave para conseguir fazer a devida proteção deles e proteger sua empresa das consequências do mal uso de dados pessoais.


O que são dados pessoais e dados anônimos

Para entendermos como tratar, primeiro temos que saber como identificar esses dados. De acordo com a LGPD as definições para cada tipo são:

  • Dado pessoal: Informação relacionada à uma pessoa natural identificada ou identificável;
  • Dado pessoal sensível: Raça e etnia, convicção religiosa, opinião política, filiação sindical, dados de saúde, opção sexual, genético-biométrico ou dados de crianças;
  • Dado anonimizado: Aquele cujo titular não possa ser identificado, considerando a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis na ocasião de seu tratamento.

Por que anonimizar dados sensíveis?

Para o compliance, existem dois grandes motivos para anonimizar dados. O primeiro é o canal de denúncias, e o segundo é a LGPD.

Canal de denúncias

O canal de denúncias é um dos primeiros pilares do programa de compliance. É ele que permite que funcionários participem da luta contra a corrupção na empresa, e ainda aumentam muito a probabilidade de encontrar e resolver prática ilegais ou antiéticas.

No entanto, as denúncias costumam conter uma grande quantidade de dados pessoais, o que pode levar a algumas situações desfavoráveis, como:

  • Possibilidade de identificação do denunciante;
  • Possibilidade de identificação de denunciados;
  • Denúncia de alguém que terá contato com a denúncia e/ou interferência ou exclusão da denúncia;
  • Impossibilidade de compartilhamento da denúncia com outras equipes para investigação; etc.

Esses e muitos outros problemas podem ser resolvidos facilmente com a adoção de um canal de denúncias terceirizado. No entanto, essas soluções não são possíveis para qualquer empresa, devido à grande estrutura e consequente alto custo.

LGPD

O segundo motivo importante para o compliance buscar proteger dados pessoais é a LGPD. A lei se aplica à proteção de dados pessoais e dados sensíveis. Ou seja, apenas os dados que permitem a identificação do titular do dado.

Se você tiver alguma forma de anonimizar os dados utilizados na empresa, não é necessário extinguir todos os processos que envolvem esses dados.

Afinal, os dados continuam sendo muito valiosos para conseguir fazer uma boa gestão nas empresas. Ajudam a ter insights, entender melhor as operações e criar novos processos e estratégias fundadas em dados concretos.

Como fazer a proteção de dados pessoais?

Em um outro blogpost, explicamos 7 importantes passos para conseguir fazer a proteção de dados pessoais na prática. São eles:

  • Mapear entrada e saída de dados pessoais
  • Mapear o tratamento dos dados e os riscos
  • Categorizar os dados tratados pela empresa
  • Elaborar o relatório de impacto
  • Criar políticas corporativas sobre proteção de dados
  • Fazer treinamentos sobre proteção de dados
  • Exigir compliance de dados de terceiros
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Como fazer, Como fazer, Fique por Dentro, Legislação, Legislação

Já fizemos um artigo no nosso blog sobre como é possível aproveitar os avanços da indústria 4.0 no compliance. Isso possibilita automatizar processos e fazer uma gestão mais eficiente. No entanto, novos desafios do compliance também tem sido introduzidos pela a revolução 4.0 e devem ser acompanhados desde já.


“Errar é humano”

A constante busca pela perfeição é um grande objetivo das novas tecnologias disponíveis. Automatizar processos e usar tecnologias inovadoras já permitem atingir essa “perfeição”, tanto que empresas aproveitam elas para aumentar a precisão das atividades.

No entanto, isso também significa que terá cada vez menos tolerância para deslizes e “erros”. Por exemplo, casos de fraude tributária ou desvios não podem mais ser atribuídos a apenas falhas no procedimento ou um simples erro.

Se uma empresa possui ferramentas, qualquer “erro” que ocorra só pode ser intencional. Já se ainda não empregou ferramentas inovadoras em seus processos, será dito que ela deveria ter empregado já que são facilmente acessíveis hoje em dia. Portanto, também não tem desculpa.

Nesse sentido, o compliance e o controle de integridade precisam estar cada vez mais sofisticados. Não podem deixar passar nada visto que, com as tecnologias disponíveis, não há mais a desculpa de que “errar é humano” para livrar seus funcionários


Legislação atrasada

Um notório desafio do compliance na indústria 4.0 é a legislação. Um dos principais objetivos da conformidade é garantir que a empresa esteja de acordo com normas e leis que dizem respeito a seu funcionamento.

No entanto, com as tecnologias 4.0, legisladores não conseguem acompanhar ou entender as rápidas evoluções do mercado da tecnologia. Um caso emblemático foi quando houve os escândalos de vazamento de dados envolvendo o Facebook e a Cambridge Analytica.

Quando legisladores questionaram o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ao em vez de conseguir pressioná-lo e expor a falta de ética na captação de dados de usuários, apenas deixaram claro que não entendiam nada de como funcionava o Facebook.

Esses legisladores deveriam ter deixado o Zuckerberg desconfortável, mas acabaram como motivo de piada na internet por estarem tão por fora do mundo digital.

Esse caso mostra como é difícil o compliance conduzir empresas e orientá-las quanto ao uso de ferramentas 4.0 quando não há leis atuais em que se basear. Como o compliance deve conduzir o uso de Inteligência Artificial se não há leis que definem o que pode ou o que não pode?


Legislação local

Outro dos desafios do compliance na indústria 4.0 são as legislações locais. O desenvolvimento de tecnologia tem sido um dos motores por trás da globalização. Cada vez mais pessoas e países são atingidos por empresas, que também são cada vez mais descentralizadas.

Além disso, as tecnologias usadas introduzem problemas complexos de ética e moral que não dizem respeito a regiões específicas, e sim a problemas globais, que independem de condições locais específicas.

Mesmo assim, as leis que existem a respeito de tecnologias 4.0 em negócios são leis locais. Existem poucos documentos que podem ser considerados uma orientação geral.

Para empresas cujos negócios afetam pessoas em outros países, isso significa que o compliance precisa estar atento a uma quantidade cada vez maior de diferentes normas e leis. Também precisam criar programas e procedimentos relativos a cada legislação diferente.

Um exemplo recente é a proteção de dados. Países estão criando suas próprias leis que regem como empresas devem tratar os dados dos seus cidadãos. No entanto, com a internet empresas conseguem atingir e, assim, coletar dados, de pessoas ao redor do mundo.

O compliance precisa, portanto, conhecer a legislação de cada país e garantir que sua empresa esteja em conformidade com todas elas. Mas a proteção de dados pessoais é um desafio global que não difere muito de país a país.

Unificando leis e normas sobre o tema, empresas conseguiriam direcionar esforços de forma muito mais simples.


Inteligência Artificial

O últimos dos grandes desafios do compliance é a inteligência artificial, tecnologia chefe da revolução 4.0 que está se desenvolvendo rapidamente. Todos os aspectos da vida, tanto no trabalho quanto no dia a dia, estão sendo afetados por ela.

A ideia da I.A. é que ela seja capaz de tomar decisões sozinha. No entanto, se ela cometer um erro, quem será o responsável? Se a I.A. é autônoma, a empresa pode sofrer consequências por causa de uma ação de uma inteligência artificial?

Esse é um debate que ainda não tem solução, mas as consequências podem começar a aparecer em breve no mundo corporativo.

O compliance deve ficar atento aos desenvolvimentos desse questionamento para agir da melhor forma quando essa questão se colocar em sua empresa.

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