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Ambiente Corporativo, Ambiente de trabalho, Business, Business, Business, Programa de Integridade, Programa de Integridade, Treinamento de Compliance

Para fomentar uma cultura de integridade nas organizações, os líderes devem ser exemplo para os outros colaboradores.

O compliance é essencial para a sustentabilidade e longevidade de qualquer organização. Uma parte crucial desse processo é o tone at the top, que se refere à postura e cultura ética estabelecida pela liderança.

O tone at the top desempenha um papel fundamental na garantia da conformidade e integridade organizacional. É a base sobre a qual uma cultura ética e de responsabilidade é construída, influenciando positivamente o comportamento e as decisões de todos os membros da organização.

Neste artigo, exploraremos a importância desse conceito no contexto do compliance e na promoção da integridade organizacional. Boa leitura!

O que é tone at the top?

O tone at the top ou o “exemplo que vem de cima”, refere-se à cultura e ao comportamento ético que são definidos e demonstrados pelos líderes de uma organização. Esses líderes incluem a alta administração, o conselho de administração e outros executivos de alto escalão. Ele influencia diretamente a cultura organizacional, afetando as atitudes e comportamentos de todos os funcionários.

Esse conceito não se limita apenas à conformidade com regulamentos e leis, engloba um compromisso mais amplo com a integridade, a ética e a responsabilidade social corporativa. Em resumo, é o tom definido pelos líderes que determina se a empresa valoriza a honestidade, a transparência e o comportamento ético em todos os níveis.


Por que o tone at the top é crucial para o compliance?

O tone at the top estabelece o padrão para toda a organização. Quando os líderes demonstram um compromisso genuíno com a ética e conformidade, isso influencia positivamente o comportamento de todos os membros da equipe.

 

Desafios comuns e suas soluções

A implementação eficaz do tone at the top é essencial para promover uma cultura organizacional de integridade e conformidade. No entanto, esse processo muitas vezes enfrenta uma série de desafios que podem dificultar sua execução e impactar negativamente a eficácia do programa de integridade, como:

  • Resistência à mudança: muitos funcionários podem resistir a mudanças na cultura organizacional. A transparência e a educação são essenciais para superar essa resistência.
  • Falta de alinhamento entre discurso e prática: é fundamental que os líderes vivam os valores que pregam, caso contrário, o tone at the top perderá sua eficácia.
  • Estratégias para superar os desafios: promover uma comunicação aberta, oferecer treinamento adequado e reforçar constantemente os valores organizacionais são estratégias eficazes para superar os desafios.


Benefícios do tone at the top para a integridade

O tom estabelecido desempenha um papel fundamental na promoção da integridade e no cumprimento de regulamentos em uma organização. Sua importância pode ser resumida em várias dimensões, como veremos a seguir.

Construção de confiança

Empresas com um exemplo positivo da alta administração geralmente inspiram maior confiança de stakeholders, como clientes, investidores e reguladores. A confiança é um ativo intangível valioso que pode ajudar a impulsionar o sucesso a longo prazo.

Inspiração e motivação

Um tone at the top positivo inspira os funcionários a agirem de maneira ética e a cumprir as regras. Os colaboradores tendem a seguir o exemplo de seus líderes e a adotar os valores e padrões demonstrados pela alta administração.

Redução de riscos e sanções

Um compromisso sólido com o compliance e a integridade ajuda a evitar violações regulatórias, escândalos e sanções. Isso pode economizar recursos significativos e preservar a reputação da empresa.

É essencial que os líderes reconheçam sua responsabilidade em estabelecer e promover uma cultura ética, pois isso não só fortalece a reputação da empresa, mas também reduz os riscos e promove o sucesso a longo prazo.

 

Alta direção e seu papel fundamental no programa de integridade

Um programa de integridade eficaz deve começar com a decisão de comprometimento da alta direção. O tom que guia a companhia vem daqueles no topo da hierarquia, que devem demonstrar engajamento com comportamento ético e íntegro.

Assim como um piloto de avião que não só planeja o voo, mas também guia os passageiros até o destino e toma medidas para permanecer na rota, os líderes empresariais não apenas planejam, mas também colocam em prática e mantêm as ações necessárias para garantir a integridade na empresa.

Por isso, o comprometimento da alta direção é o primeiro do pilar de um programa de compliance, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU). O apoio da alta direção é condição indispensável e permanente para fomentar uma cultura ética, de respeito às leis e para a aplicação efetiva do programa.

O comportamento e envolvimento dos líderes influenciam toda a equipe. É por isso que o comprometimento da alta administração é o primeiro pilar para um programa de integridade eficaz e é fundamental para o sucesso e a continuidade do programa.


Ações que a alta administração pode realizar

Cultivar um tone at the top positivo requer ações concretas por parte da alta administração das empresas. Aqui estão algumas estratégias que os líderes organizacionais podem adotar:

Definir valores e normas claras

A alta administração deve estabelecer e comunicar claramente os valores e normas da empresa. Isso pode ser feito por meio de declarações de missão, código de conduta e políticas de ética.

Demonstrar comportamento ético

Os líderes devem ser modelos de comportamento ético. Eles precisam seguir as regras e agir com integridade em todas as situações. Isso envolve tomar decisões difíceis, mesmo que sejam impopulares.

Promover a comunicação aberta

Incentivar um ambiente no qual os funcionários se sintam à vontade para relatar preocupações e irregularidades é crucial. A alta administração deve apoiar e promover os canais de denúncia e garantir que não haja represálias contra os denunciantes.

Apoiar a educação e o treinamento contínuo

Os treinamentos de compliance podem ajudar a conscientizar os líderes e colaboradores sobre as questões de integridade e garantir que eles entendam suas responsabilidades.

Monitoramento e auditoria interna

Implementar mecanismos de monitoramento e auditoria interna ajuda a garantir o cumprimento das políticas e procedimentos da empresa. Isso também envolve revisar regularmente as práticas e os controles internos.






Conheça o clickCompliance!

O tone at the top desempenha um papel vital na promoção da integridade e do compliance em uma organização. A alta administração tem a responsabilidade de definir o tom ético, e suas ações têm um impacto direto na cultura organizacional e no comportamento de toda a equipe.

Cultivar um tom positivo não apenas ajuda a evitar problemas de conformidade, mas também contribui para uma empresa mais ética. Com integrações eficientes e um design profissional, o clickCompliance pode contribuir para tornar sua empresa adepta ao tone at the top!

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Estudo mostra como gastos com compliance podem, na verdade, ajudar na economia de recursos da empresa. Saiba mais!

Você já parou para calcular o quanto sua empresa gasta ao não implementar um programa de compliance?

Muitas vezes, encaramos o compliance como um investimento desnecessário ou oneroso. Quando, na verdade, é sua ausência que pode ser extremamente prejudicial e custar caro às empresas.

O compliance vai além de uma mera prevenção aos crimes administrativos, como muitos pensam. Trata-se de uma estratégia fundamental para garantir integridade, transparência e sustentabilidade dos negócios.

Quer entender melhor sobre este assunto? Neste conteúdo, iremos abordar os impactos financeiros de não ter um programa de compliance.

Boa leitura!

Quanto custa não ter compliance na empresa?

A falta de um programa de compliance pode parecer uma economia a curto prazo, mas os números contam uma história diferente. Estudo realizado pelo Ponemon Institute LLC revelou que as empresas que não investem em conformidade regulatória pagam três vezes mais do que aquelas que o fazem.

Após analisar 46 organizações multinacionais e entrevistar 160 líderes, os pesquisadores concluíram que:

Enquanto o custo médio por funcionário para cumprir as regulamentações é de apenas US$222, as despesas decorrentes da não conformidade chegam a uma média de US$820 por empregado.

E não para por aí: resolver problemas de não conformidade tem um custo ainda mais elevado, atingindo a média de US$9,4 milhões. Por outro lado, o custo de manter um bom programa de compliance chega no máximo a R$3,5 milhões.

Além disso, o estudo mostra que se uma empresa não se preocupa em seguir as regras e garantir a segurança dos seus produtos e serviços, ela pode perder clientes e, consequentemente, perder dinheiro.

Veja o trecho extraído na íntegra:

“A implicação para uma organização que não gerencia riscos de conformidade com uma resposta integrada e abrangente para a segurança de dados e desafios de compliance relacionados é a diminuição na receita. Isso resulta na perda de confiança e lealdade do cliente e na incapacidade de oferecer serviços e produtos”.

 

Como o compliance pode enxugar custos?

Agora que podemos afirmar que não ter um programa de compliance pode custar até três vezes mais, chegou a hora de mostrar como um bom trabalho de conformidade pode reduzir custos e trazer benefícios tangíveis para a empresa.

Comunicação clara

Não é novidade que manter uma comunicação clara é um dos princípios fundamentais para qualquer organização. Com políticas de compliance bem definidas e documentadas, fica mais fácil informar expectativas e normas para todos os colaboradores.

Agora, você pode estar se perguntando como uma comunicação clara pode ajudar a enxugar custos. Isso pode ser feito por meio de: 

  • Padronização de processos;
  • Redução de erros e penalidades;
  • Melhoria da eficiência operacional;
  • Redução de litígios.

Ferramentas adequadas

Investir em ferramentas de compliance, como um canal de denúncias, a princípio, pode parecer um gasto adicional. Porém, a longo prazo é uma solução que pode simplificar o processo de conformidade.

Com um bom sistema de conformidade, a empresa consegue acompanhar facilmente quem deu aceite em determinadas políticas, realizou treinamentos obrigatórios, entre outros aspectos essenciais para garantir a conformidade.

Vejamos em quais aspectos as ferramentas que podem ajudar:

Controles internos em dia

Outro aspecto do compliance que ajuda a enxugar custos é a manutenção dos controles internos. Assim, podemos garantir que a empresa esteja em conformidade com as regulamentações e protegida contra riscos operacionais.

Mas, afinal, como o compliance pode contribuir para a atualização dos controles internos? Há alguns pilares do compliance que atuam diretamente nessa vertente:

  • Identificação e mitigação de riscos;
  • Prevenção de fraudes e erros;
  • Eficiência operacional;
  • Cumprimento das regulamentações.






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Dessa forma, a implementação de políticas de compliance pode ser mais simples e contribuir para a economia de recursos.

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Fique por Dentro, Fique por Dentro

Entenda como os princípios da ISO 37000 podem ser aplicados na governança da sua organização.

Uma boa estrutura de governança corporativa pode representar a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma organização. Infelizmente, algumas empresas optam por não se aprofundar tanto nas práticas por falta de conhecimento ou por considerarem que o processo é complexo demais.

A ISO 37000 surge justamente para democratizar o acesso às melhores práticas de governança corporativa e simplificar o processo de implementação para organizações de todos os tamanhos e setores.

Quer entender melhor sobre a norma e como ela ajuda a organizar a governança nas empresas? Neste texto, iremos te explicar do que se trata a ISO 37000 e quais seus princípios fundamentais.

Boa leitura!

O que é a ISO 37000?

A ISO 37000 é uma norma internacional desenvolvida para estabelecer uma referência única no campo da governança corporativa. Ela fornece orientações precisas e detalhadas para organizações e seus órgãos diretivos, independentemente do tamanho ou do setor em que operam.

É regida por quatro princípios fundamentais que são considerados essenciais para a manutenção dos pilares de governança corporativa. Veja quais são:

  • Geração de valor: é essencial que a empresa esteja sempre focada em criar valor para os stakeholders. Isso envolve decisões estratégicas que maximizem os retornos financeiros e não financeiros a longo prazo. 
  • Estratégia: é o processo de estabelecer objetivos claros e planos de ação para alcançá-los. Ter uma visão clara de onde quer chegar e como pretende fazer isso é o que vai garantir o alinhamento entre as metas organizacionais e as iniciativas empreendidas.
  • Supervisão: o monitoramento da empresa é indispensável para que a mesma opere de acordo com os princípios estabelecidos e em conformidade regulatória. Para isso, é necessário definir mecanismos de controle interno e externo que possam identificar eventuais desvios e mitigar os riscos. 
  • Prestação de contas: é um princípio que envolve a responsabilização dos membros do conselho, executivos e demais líderes da empresa pela sua atuação e pelas decisões tomadas. Está diretamente relacionado à transparência e credibilidade da empresa. 

Ao adotar esses princípios, as empresas chegam mais perto de conquistar uma governança sólida. É importante ressaltar que o objetivo final dessas práticas é promover transparência, responsabilidade e sustentabilidade em todas as operações da organização.

 

Quais pontos a ISO 37000 aborda?

Além dos quatro princípios básicos, a ISO 37000 aborda outros pontos igualmente importantes e que precisam estar presentes em uma boa governança corporativa.

Governança e delegação

Dois pontos-chave da ISO 37000 são a governança e a delegação de responsabilidades dentro das empresas. A norma estabelece diretrizes claras sobre como os órgãos diretivos devem delegar diferentes funções. Também reafirma a importância de definir os limites de autoridade e responsabilidade de cada função e garantir que os processos de prestação de contas sejam claros e eficientes.

Governança e sustentabilidade

Empresas que praticam a sustentabilidade no Brasil conquistam um maior nível de credibilidade. Por esse motivo, a ISO 37000 enfatiza a importância da governança para a sustentabilidade a longo prazo.

Para fins de governança, a sustentabilidade engloba aspectos, como:

  • Comportamento ético;
  • Contribuição fiscal ao país;
  • Compromisso com meio ambiente.

Liderança

A ISO 37000 reconhece que uma liderança ética é fundamental para o sucesso de qualquer organização. De acordo com as diretrizes da norma, os líderes devem ser incentivados a estabelecer um tom ético e a promover uma cultura organizacional baseada em valores como integridade, transparência e responsabilidade.

Risco de governança

A governança corporativa e o compliance têm um grande papel na gestão eficaz dos riscos em uma organização. Esse aspecto é abordado pela ISO 37000, que destaca a importância de identificar, avaliar e gerenciar os riscos associados às atividades da empresa. Assim, podemos garantir a proteção dos interesses das partes e a sustentabilidade a longo prazo.

Responsabilidade social

Outro ponto de relevância dentro da ISO 37000 é a responsabilidade social. As diretrizes enfatizam a importância de tomar decisões transparentes e éticas que levem em consideração as expectativas mais amplas da sociedade. Isso inclui:

  • Responsabilidade de agir de forma sustentável;
  • Respeitar os direitos humanos;
  • Contribuir para o bem-estar das comunidades em que a empresa opera.

Viabilidade e desempenho

Por fim, a ISO 37000 aborda a importância de garantir a viabilidade e o desempenho a longo prazo da empresa, sem comprometer as necessidades das gerações presentes e futuras. Adoção de práticas de governança podem ser o caminho para promover a eficiência, inovação e adaptação necessárias para garantir esse cenário.






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Nossa tecnologia leva em conta o ISO 37000 e diversas outras diretrizes voltadas para compliance. Com automatização de processos internos e tecnologia de Inteligência Artificial, nossos módulos te ajudam a reduzir os custos e o trabalho manual da sua equipe.

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Empresas que apostam na diversidade cultural podem vivenciar uma melhoria na produtividade e até no clima organizacional.

Respeitar a diversidade cultural no ambiente corporativo vai muito além de cumprir obrigações legais ou seguir tendências passageiras. Trata-se, na verdade, de uma necessidade estratégica para empresas que desejam se destacar no mercado.

Sob a lente do compliance, a diversidade cultural nas empresas é uma parte essencial da cultura organizacional e das práticas de governança. E sua implementação não deve se limitar apenas a questões éticas e legais. É necessário haver compromisso com a promoção de um ambiente de trabalho inclusivo.

Quer saber mais sobre esse assunto? Neste texto, iremos abordar tudo o que você precisa saber sobre diversidade cultural nas empresas e como promovê-la de forma adequada.

Boa leitura!

O que é diversidade cultural nas empresas?

Quando falamos sobre diversidade cultural nas empresas, nos referimos à variedade de origens, identidades e experiências presentes no ambiente de trabalho. O que inclui:

Grupos de afinidade cultural, étnica e racial

Falar sobre diversidade e inclusão sem abordar a questão étnica e racial é ignorar uma parte significativa do que torna a diversidade cultural tão importante. O grupo de afinidade engloba pessoas de diferentes origens étnicas, culturais e raciais.

Os indivíduos trazem consigo uma variedade de experiências, pontos de vista e formas de pensar que enriquecem o ambiente de trabalho e promovem a compreensão intercultural.

Grupos de afinidade sexual, de gênero e de identidade

O respeito à diversidade sexual, de gênero e identidade é assegurado por leis, como a Lei de Igualdade Salarial. Mas, é necessário ir além do cumprimento das normas para garantir a inclusão dessas pessoas no ambiente corporativo.

Reconhecer e valorizar a diversidade ajuda a criar um ambiente mais acolhedor e respeitoso para todos os colaboradores. Além de fortalecer o engajamento e a satisfação dos funcionários, também contribui para uma cultura organizacional mais inclusiva

Grupo de afinidade social

O grupo de afinidade social abrange uma variedade de backgrounds socioeconômicos, níveis de educação e experiências de vida dos colaboradores. Ter atenção nesse aspecto pode trazer uma mina de ouro para sua empresa.

Afinal, a diversidade social enriquece o ambiente com diferentes habilidades e insights que vêm da possibilidade de ver além do que é comum para cada colaborador. Uma pessoa que já morou em outros países, por exemplo, pode ter uma visão. Enquanto um morador de comunidade pode conseguir implementar essa visão de forma prática, devido às suas vivências.


Como lidar com a diversidade cultural nas empresas?

Para lidar com a implementação de programas de diversidade cultural e garantir que tudo esteja ocorrendo de acordo com o planejamento, sugerimos que aposte em:

  • Organizar rodas de conversas sobre discriminação de maneira regular. As rodas podem proporcionar um espaço seguro para que todos compartilhem suas dores e preocupações e até mesmo experiências positivas que podem servir de inspiração;
  • Implementação de desafios de contratação às cegas (sem identificação do candidato) podem mitigar preconceitos inconscientes da equipe de RH. Remover informações pessoais que possam levar a preconceitos, como gênero e idade, durante as etapas iniciais do processo seletivo, permite uma avaliação mais objetiva com base nas habilidades e qualificações dos candidatos;
  • Evite conversas preconceituosas entre a equipe e procure estar em conformidade com os princípios da governança corporativa. Estabeleça políticas de tolerância zero para comportamentos discriminatórios ou preconceituosos, inclusive entre os líderes e gestores de cada setor.


 

Como promover a diversidade cultural nas empresas?

Você já entendeu o que é a diversidade cultural e quais ações podem dar um start na sua implementação. Mas, afinal, como promover esses princípios, na prática? Pensando em te ajudar, separamos quatro dicas essenciais. Confira a seguir. 

Faça um censo na corporação

Um censo pode te ajudar a identificar melhor a composição demográfica da sua equipe. Nessa avaliação, você deve responder às seguintes perguntas, por exemplo: Existem pessoas negras? E de diferentes origens? As mulheres recebem um salário equânime?

Com essa análise em mãos, fica mais fácil orientar estratégias futuras para promover uma maior diversidade e inclusão no ambiente de trabalho. Também é importante que esse censo seja repetido sempre que necessário, para manter as métricas atualizadas. 

Faça pesquisa de clima organizacional

As pesquisas de clima organizacional são um complemento ao censo demográfico. Afinal, depois de ter em mãos dados mais quantitativos sobre a empresa, precisamos também avaliar o clima do ambiente de maneira qualitativa.

Aqui, buscamos responder a essas perguntas: Os funcionários se sentem confortáveis? Sentem segurança para expor suas ideias? Eles gostam dos benefícios atuais ou buscam por mais?

Assim, podemos identificar possíveis áreas de melhorias através dos feedbacks dos colaboradores. Com isso, a empresa pode entender melhor as preocupações e implementar medidas para promover um ambiente mais acolhedor e inclusivo para todos.

Atenção à retenção de talentos

Para garantir a retenção de talentos diversos, o primeiro passo é ter políticas de compliance bem definidas. Isso porque elas estabelecem diretrizes claras sobre o comportamento esperado dos colaboradores e as consequências de violações. E os funcionários precisam se sentir seguros e respaldados para continuar na empresa.

Outras estratégias incluem:

  • Oferecer oportunidades de desenvolvimento profissional;
  • Programas de mentoria;
  • Políticas de promoção transparentes e igualitárias. 

Dê treinamento sobre diversidade cultural

Oferecer treinamentos sobre diversidade e inclusão para todos os colaboradores, independente do nível hierárquico, é um passo fundamental. Os treinamentos ajudam a promover a conscientização e a sensibilidade em relação às questões de diversidade.

Eles podem abordar tópicos como:

  • Comunicação inclusiva com viés em gênero;
  • Políticas antidiscriminatórias para pessoas com deficiência;
  • Microagressões que configuram racismo.


 

Qual a importância da diversidade cultural nas empresas?

A diversidade cultural pode promover diversos benefícios para as empresas, como:

  • Aumenta da criatividade organizacional;
  • Incentiva inovação;
  • Promove redução de conflitos;
  • Diminui rotatividade de funcionários;
  • Melhora a reputação da empresa.

Ao reconhecer e valorizar a multiplicidade de experiências e perspectivas dos colaboradores, as empresas abrem espaço para fortalecer sua capacidade de inovação. Vale lembrar que a diversidade cultural não é apenas uma escolha ética. É uma estratégia inteligente que pode te deixar mais próximo ao sucesso empresarial. 






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Como fazer

Saiba mais sobre a estrutura de governança corporativa e como funcionam diferentes modelos ao redor do mundo.

Transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa são princípios essenciais da governança corporativa no Brasil. Inclusive, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) os define como aspectos essenciais para que as empresas garantam uma gestão ética.

Entretanto, a implementação desses princípios não é uma tarefa simples. Na verdade, requer um planejamento cuidadoso e profundo conhecimento a respeito da estrutura de governança corporativa e seus diferentes modelos.

Pensando em te ajudar com isso, preparamos este conteúdo com tudo o que você precisa saber sobre a estrutura e implementação da governança corporativa. Então, se você tem interesse em tornar sua empresa mais ética e confiável, fique conosco até o final.

Boa leitura!

Como é a estrutura de governança corporativa 

Antes de qualquer ação, você precisa entender como é formada e mantida uma boa estrutura que segue os pilares de governança corporativa. Veja a seguir:

  • Conselho de Administração: é considerado o epicentro da governança, composto por membros independentes e executivos. Detém a responsabilidade de definir a direção estratégica da empresa, levando em consideração o interesse de todos os stakeholders. Além disso, supervisiona as ações da gestão executiva e é capaz de tomar decisões em nome dos acionistas. 
  • Conselho Fiscal: atua de forma independente e é responsável pelo controle interno da administração da empresa. O foco do conselho fiscal é o monitoramento das atividades para garantir que estejam de acordo com a conformidade legal e ética. 
  • Comitês: muitas vezes, o conselho delega algumas responsabilidades para comitês de auditoria, por exemplo. Eles conseguem ter um olhar mais amplo e trazer ideias diferentes a respeito de áreas específicas da organização. 
  • Secretário do conselho: é responsável por assegurar que as reuniões do conselho sejam documentadas de forma adequada e que todas as decisões e procedimentos estejam em conformidade com os regulamentos legais e estatutários.
  • Auditoria independente e interna: para que a implementação de processos de governança seja eficaz, é necessário apostar em uma dupla camada de garantia. Auditorias independentes feitas por especialistas externos e auditorias internas podem identificar e mitigar riscos de compliance
  • Ouvidoria e Corregedoria: são mecanismos de feedback e controle interno que proporcionam uma via confidencial para que todos possam expressar suas preocupações e relatar condutas inadequadas. O canal de denúncias, por exemplo, instrumento de ouvidoria, ajuda no combate ao assédio e práticas de corrupção.
  • CEO e diretores: mesmo que o conselho seja responsável por supervisionar as atividades da empresa, é o CEO e sua equipe de diretores que executam as estratégias no dia a dia. Por esse motivo, eles têm um papel fundamental dentro da governança. 
  • Acionistas: são os proprietários da empresa que possuem o direito e dever de participar ativamente do processo de governança corporativa. Eles têm grande influência e seus votos podem determinar decisões do conselho.

 

 

Modelos de governança corporativa

Agora que você já entendeu como funciona a estrutura de governança corporativa, queremos te apresentar cinco modelos universais dessa prática. Vamos lá!

Japonês

O modelo japonês é conhecido por valorizar a colaboração entre empresas e seus stakeholders. Suas principais características incluem:

  • Conselhos de administração com membros internos e externos com foco na diversidade e expertise;
  • Envolvimento dos trabalhadores nas decisões da empresa;
  • Priorização do sucesso a longo prazo sobre lucros imediatos; 
  • Relacionamentos de longo prazo com fornecedores para garantir qualidade e confiabilidade; 
  • Ênfase na transparência financeira, com divulgação regular de informações sobre finanças e desempenho.


Apesar de elogiado, o modelo japonês também enfrenta críticas por sua lentidão em adotar mudanças.

Alemão

Assim como o japonês, o modelo alemão tem como princípio a participação dos trabalhadores nas decisões da empresa e inclui características como:

  • Conselhos de administração mistos, com membros internos e externos, incluindo representantes dos trabalhadores;
  • Legislação exigindo representantes dos trabalhadores nos conselhos de administração de empresas com mais de 2.000 funcionários;
  • Foco em investimentos a longo prazo e desenvolvimento sustentável;
  • Transparência financeira obrigatória para empresas cotadas na bolsa de valores.

Anglo-saxão

O modelo anglo-saxão tem foco no desempenho financeiro e na criação de valor para os acionistas. Mas, sua principal característica é a separação entre acionistas e administradores. Em resumo, esse modelo visa pela:

  • Separação clara entre administradores e acionistas, com estes últimos tendo hierarquia sobre os primeiros;
  • Decisões importantes do negócio submetidas a votações dos acionistas.  

Latino-americano 

Já no modelo latino-americano existem algumas diferenças, uma vez que as empresas familiares dominam o mercado. Esse aspecto leva à concentração de capital em poucos grupos. Além disso, há:

  • Participação do Estado na governança corporativa, com regulamentação e fiscalização ativa;
  • Ênfase nos trabalhadores, clientes e comunidades locais.   

Latino-europeu

Semelhante ao latino-americano, este modelo também apresenta concentração de patrimônio em corporações familiares. Suas características incluem:

  • Governança corporativa fraca;
  • Baixo controle externo sobre as decisões dos negócios;
  • Pouca proteção para acionistas minoritários.

 

 

Como implantar governança corporativa na empresa? 

Depois de saber mais sobre a estrutura de governança corporativa e seus diferentes modelos ao redor do mundo, você pode estar se perguntando como colocar todos esses princípios em prática.

A seguir, te mostramos três passos essenciais para implantar a governança corporativa na sua empresa.

Implante a estrutura

O primeiro passo é implantar uma estrutura bem planejada, que leve em conta as responsabilidades e os processos de tomada de decisão em todos os níveis da organização.

Vale destacar que, essa estrutura pode variar de acordo com o modelo de governança que você escolher seguir. Mas, em geral, segue os elementos que citamos acima. 

Estabeleça hierarquia

Uma hierarquia clara e bem definida pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso da estrutura de governança corporativa. Cada pessoa na empresa deve saber a quem responder e quem toma as decisões finais.

Só assim as informações poderão fluir livremente e as decisões serão tomadas de forma mais eficiente e responsável, de acordo com os pilares de compliance.

Faça reuniões de acompanhamentos de projetos

Reuniões regulares de acompanhamento dos projetos servem para revisar o progresso, identificar desafios e ajustar estratégias conforme necessário. Sugerimos que você mantenha um controle da eficiência e do progresso da organização, documentando todas as reuniões.

As atas, junto com balanços financeiros e outros documentos, compõem o histórico da empresa e são essenciais para auditorias, transparência e prestação de contas aos sócios e à sociedade.






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Dessa forma, a implementação de políticas de compliance e governança corporativa podem ser mais simples.

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Saiba mais sobre a história da governança corporativa e como a implementação de seus pilares pode fortalecer as empresas.

A governança corporativa é uma área bem estabelecida em boa parte das organizações. Apesar disso, ainda encontramos pessoas que não compreendem seus princípios e funcionamento. O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) define governança como:

“Conjunto de regras e procedimentos pelos quais companhias e outras instituições são administradas, monitoradas e estimuladas”.

Na prática, as regras existem para reforçar a ética diante de diferentes públicos, como clientes, funcionários e até governo. As ações podem promover uma maior longevidade da empresa e simplificar o acesso ao capital.

Quer entender como isso funciona? Neste conteúdo, iremos explicar sobre os fundamentos da governança corporativa e os principais benefícios de sua implementação.

Boa leitura!

História da governança corporativa 

Antes de qualquer coisa, precisamos voltar um pouco no tempo para entender em que contexto a governança corporativa surgiu.

Logo após a Segunda Guerra Mundial, em 1945, as organizações empresariais nos Estados Unidos começaram a se tornar mais complexas e responsáveis pela economia do país.
Com a presença de grupos dispersos de acionistas e proprietários, tornou-se inviável exercer uma interferência direta na gestão das companhias.

O que antes era um privilégio dos controladores majoritários, especialmente em empresas familiares, passou a enfrentar desafios crescentes devido à falta de regulamentação e fiscalização adequadas.

A ausência de supervisão abriu espaço para práticas que privilegiavam os interesses individuais dos conselheiros e executivos em detrimento dos interesses da empresa.

Estudos conduzidos por acadêmicos, como Jensen e Meckling, em 1976, destacaram os riscos da dinâmica e apontaram a necessidade urgente de adotar medidas que alinhassem os interesses dos acionistas e gestores para garantir o sucesso empresarial a longo prazo.

Assim, surgiram propostas para estabelecer mecanismos de:

  • Monitoramento;
  • Controle;
  • Ampla divulgação de informações.


Posteriormente, esses mecanismos viriam a ser chamados de governança corporativa.

 

Primeiro código de governança corporativa

Em 1992, na Inglaterra, surgiu o primeiro código oficial com pilares da governança corporativa: o Relatório Cadbury. Ele é impulsionado por discussões que tratavam sobre grandes escândalos contábeis que envolveram importantes empresas nos anos 1980.

Pesquisa realizada pelo California Public Employees Retirement System (Calpers) mostrou que mais de 50% das 300 principais organizações do país já possuíam manuais de orientação sobre governança corporativa em 1992.


Princípios da governança corporativa 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a história da governança corporativa, vamos nos aprofundar em seus princípios. 

Ter boas práticas de gestão

Boas práticas de gestão vão além de apenas seguir um conjunto de regras, significa cultivar uma cultura organizacional que promova:

Preservar a imagem

Não restam dúvidas de que a imagem de uma empresa é um ativo tão valioso, quanto delicado. Por isso, para preservar a imagem corporativa, é essencial ter um compromisso com:

Estimular a competitividade saudável

A competitividade é essencial para o crescimento de uma empresa, desde que seja feita de maneira saudável. Além de uma competição por participação no mercado, incluir buscar, constantemente, por melhorias em:

  • Produtos;
  • Serviços;
  • Processos.

Fortalecer a marca

A marca de uma empresa é muito mais do que um logotipo ou um slogan. Trata-se da percepção que os clientes têm da empresa e de seus produtos ou serviços. Fortalecer a marca requer:

  • Consistência;
  • Autenticidade;
  • Compromisso com a qualidade e a comunidade.

Respeitar a concorrência

A governança e o compliance pregam por uma postura honesta, que respeite os princípios da livre concorrência e da ética empresarial. Por isso, deve-se evitar práticas como:

  • Cartéis;
  • Monopólios;
  • Dumping

Atrair bons investidores e parceiros

Ter bons investidores e parceiros ao seu lado pode fazer sua empresa prosperar muito mais rapidamente. Mas, para isso, é necessário ter:

  • Boa reputação de integridade;
  • Transparência nos processos;
  • Responsabilidade corporativa.

Incrementar o Brand Equity

Brand equity, ou valor de marca, é um indicador do sucesso e da competitividade de uma empresa. Incrementá-lo exige investir em estratégias que:

  • Fortalecem a percepção da marca no mercado;
  • Aumentam sua relevância;
  • Diferenciam a empresa da concorrência.

Arbitrar conflitos

Conflitos são inevitáveis em qualquer organização, mas a forma como são resolvidos pode fazer toda a diferença. Por isso, a governança estabelece que isso seja feito por meio de:

  • Diálogo;
  • Negociação;
  • Mediação ou arbitragem.


 

Conheça os 7 pilares da governança corporativa

Há sete pilares básicos que devem ser considerados, quando falamos em boas práticas de governança. Veja quais são:

  1. Transparência, sobretudo, em processos financeiros. Também inclui as operações e as estratégias que devem ser divulgadas amplamente para a preservação do valor da companhia.
  2. Equidade para garantir que todos os sócios e partes interessadas recebam um tratamento justo.
  3. Prestação de contas e definição de metas claras para a gestão de recursos,de acordo com os objetivos da empresa.
  4. Conformidade e compliance são fundamentais para a legitimidade e a legalidade em todas as operações e processos.
  5. Responsabilidade corporativa e compromisso com o impacto social, ambiental e econômico das atividades.
  6. Orientação a longo prazo para antecipar tendências, identificar oportunidades e enfrentar desafios de forma proativa.
  7. Independência adequada entre os poderes de governança na empresa. É indispensável que a supervisão seja livre de influências externas.


Vantagens de implantar governança corporativa

Implantar a governança corporativa traz inúmeras vantagens para as empresas. Não é à toa que, cada vez mais, as organizações em todo o mundo reconhecem a importância de adotar essas práticas.

Algumas das vantagens mais significativas incluem:

  • Maior clareza nas ações;
  • Melhora na tomada de decisões em todas as esferas;
  • Redução no custo do capital/ sustentabilidade;
  • Melhora no planejamento estratégico;
  • Fortalecimento da empresa e sua marca;
  • Ajuda a mitigar riscos.

É perceptível que, com um bom sistema de gestão, voltado a governança corporativa, as empresas estão mais bem equipadas para enfrentar desafios e oportunidades de crescimento.






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Com integrações eficientes e um design profissional, o clickCompliance é um software de compliance que torna o trabalho de governança muito mais fácil.

Nossos módulos incluem a automatização de processos internos, utilizando tecnologia e Inteligência Artificial para reduzir os custos e o trabalho manual da equipe de compliance.

Dessa forma, a implementação de políticas de compliance e governança corporativa podem ser mais simples.

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