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Como fazer
O Código de Ética e Conduta é o documento mais importante do programa de compliance da empresa. Por isso ele precisa ser feito com o maior cuidado e precisão. Abaixo listamos 11 pontos imprescindíveis para qualquer Código de Ética profissional.

Criação e divulgação

1: O documento precisa ser elaborado por um comitê das pessoas relevantes na empresa. Isso porque a alta direção deve sempre estar presente para dar a palavra final. Já o RH e jurídico devem estar presentes para garantir a legalidade e a concordância com os regulamentos de cada área.

2: A divulgação das políticas corporativas costuma ser feito na intranet da empresa, mas nem sempre esse é o ideal. Enviar por e-mail na criação e da admissão de novos funcionários é sempre uma boa estratégia. Mas não se deve exagerar no envio de e-mails. O ideal é ter um ambiente próprio para as políticas e que consegue comprovar a leitura e os aceites do código.

Conteúdo


3: O Código de Conduta precisa ser fácil de compreender por qualquer pessoa. Ou seja, não se deve utilizar linguajar jurídico ou complexo. O conteúdo deve ser objetivo e direto, com frases curtas e em poucas páginas. Isso também evita interpretações erradas ou confusões.

4: O documento deve regulamentar a relação dos funcionários da empresa com outros colaboradores, clientes, fornecedores, a imprensa, órgãos e funcionários governamentais, o meio ambiente, etc. Isso não exclui a existência de políticas específicas e mais completas sobre essas relações.

No entanto, para regular a relação de todos os terceiros com a empresa, é preciso um Código de Conduta específico e mais detalhado para cada um. Gerenciar essa quantidade de documentos pode ser muito complexo, e por isso, se a empresa possui muitos parceiros, é recomendável o auxílio de alguma tecnologia de gerenciamento.

5: Usar exemplos é importante para garantir a clareza e a compreensão de todos os colaboradores e é muito indicado.

6: Outro ponto que precisa estar sempre explícito é as sanções que serão aplicadas em caso de infrações do código. Não só qual a infração, mas também o processo de punição e quem a aplicará precisam estar muito claros.

Revisão


7: Após a criação, se não houver alguém da área legal no comitê, é preciso que um advogado ou profissional da área revise. Assim, é garantido que não há nenhuma infração aos direitos trabalhistas ou constitucionais dos funcionários.

Por exemplo, não é permitido proibir a filiação de funcionários a partidos políticos ou a concorrência a um cargo. No entanto, é permitido proibir manifestações políticas no espaço de trabalho.

8: Também é preciso fazer uma revisão para a checagem ortográfica e semântica. Em documentos mais longos é comum ocorrerem erros de digitação. Além disso, um olhar de fora ajuda a perceber incongruências ou partes mais difíceis de entender.

Manutenção

9: Não adianta ter um excelente Código de Conduta se a alta direção não se comprometer a seguir e compartilhar esses valores. O “tone at the top” é o que ajuda a manter a credibilidade da ética na empresa.

10: Parceiro do código, o canal de denúncias não pode faltar. Se há um regulamento, os funcionários precisam de um meio para denunciar práticas contrárias. Precisa ser sigiloso, confiável e bem divulgado. O código deve explicitar como funciona, e como é o procedimento de apuração de denúncias.

11: Ao longo do tempo, os funcionários precisam ser relembrados no que consiste o código e da importância dele para a empresa. Por isso, palestras e treinamentos periódicos são recomendáveis. Eles ajudam a reforçar aquilo que já estava no código de forma mais lúdica, além de ser um espaço para tirar dúvidas.
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Como fazer
A Inteligência Artificial tem sido um tópico consistente nas listas de tecnologias para empresas ficarem de olho nos próximos anos. E os resultados, e as expectativas, para a Inteligência Artificial em empresas são claros. 47% das empresas maduras digitalmente já definiram uma estratégia de AI. Além disso, 54% de executivos disseram que essas soluções já aumentaram a produtividade das suas empresas. De segurança e atendimento ao compliance, a IA veio para revolucionar o setor financeiro. Inclusive, é um dos que mais deve investir nos próximos anos. A seguir vamos analisar quatro aplicabilidades, e exemplos, da Inteligência Artificial no mercado financeiro.

Inteligência Artificial e Big Data nos Investimentos

Quando pensamos o mercado financeiro, uma das primeiras áreas que associamos é o de investimentos em ações. Conhecido por ser imprevisível, o mercado das ações tem se provado difícil de ler. A maioria das pessoas confiam em previsões de especialistas, ou até das suas próprias leituras de acontecimentos recentes e passados. E ainda, no momento da decisão, o medo, coragem excessiva e ganância costumam interferir nos resultados do investimento.

Prever o comportamento do mercado depende de muitas variáveis. Tantas, que é muito difícil calcular precisamente o que vai ou não ser uma ação valiosa amanhã em relação a hoje. E é aí que a Inteligência Artificial está deixando sua marca através de algoritmos, automação e análise preditiva.

Robôs de análise cada vez mais complexa de dados conseguem identificar a não linearidade do mercado financeiro e das ações. A personalização de investimentos e a pesquisa inteligente de dados textuais da internet que podem influenciar nas ações são outras inovações já existentes. Elas prometem um mercado cada vez mais preciso com a ajuda da Inteligência Artificial e o “Big Data”.

Inteligência Artificial no Mercado Financeiro: Bancos

Segundo uma pesquisa da PwC sobre a Inteligência Artificial, até 2020 “os efeitos serão sentidos em todos os setores da indústria, embora os serviço financeiros talvez sejam os que sofrerão maior impacto”. E os bancos têm sido instituições importantes na introdução da Inteligência Artificial no mercado financeiro.

Por exemplo, a popularidade dos bots de atendimento, como a Alexa da Amazon e o Google Home da Google, tem impulsionado investimentos nesse tipo de tecnologia. E os bancos já entraram na onda usando não só para atendimento ao cliente, como para dar explicações sobre seus investimentos e jargões do setor. Os robôs também podem fazer análises sobre o mercado financeiro global e propor dicas aos clientes.

Além de atendimento direto, outro uso da Inteligência Artificial no mercado financeiro é a personalização. Ou seja, os bancos, que possuem bancos de dados imensos sobre seus clientes, vão poder usar os bots para reunir tudo. Os robôs conseguem sugerir preços e produtos baseados no histórico e nas preferências de cada cliente. Isso ainda está em desenvolvimento, mas está se tornando uma preocupação de várias empresas. Por exemplo, o Santander, que já fez uma competição encorajando programadores a aperfeiçoarem essa tecnologia.


IA na Segurança Digital


O principal uso da Inteligência Artificial no mercado financeiro quanto à segurança é no blockchain. O blockchain é um método de segurança descentralizado e em cadeia utilizado para criptografar informações compartilhadas. E a comunidade das criptomoedas, a origem do sistema, tem falado muito sobre o próximo passo para a segurança: o uso da IA com o blockchain.

O blockchain é uma forma muito mais segura e eficiente de disponibilizar o que a Inteligência Artificial precisa para funcionar: dados. Todas as funcionalidades da IA vão ser otimizadas. Isso se deve ao acesso inédito a uma quantidade enorme de informações globais, verificadas e sincronizadas. Além disso, os dados serão mais seguros e confiáveis

Inteligência Artificial em Software de Compliance


O mercado financeiro é um dos que mais está preocupado com o compliance
. Os crimes da Lava-Jato afetaram instituições financeiras e provocaram uma regulamentação do Banco Central. Em 2017 ele publicou diretrizes para que instituições financeiras e cooperativas de crédito instaurassem políticas de compliance até o final do ano. Agora, grandes bancos já estão investindo nos programas de compliance para garantir segurança e estabilidade, e conformidade com essas novas normas.

Então, como a Inteligência Artificial entra no jogo?

O uso mais prático para os profissionais de compliance é a pesquisa inteligente de normas, documentos e regulamentações além de notícias relacionadas ao setor. A legislação, principalmente agora em época de Lava-Jato, está constantemente sendo atualizada e adaptada. Portanto, é muito importante conseguir estar atualizado e manter as políticas corporativas dentro das novas especificações.

Além desse tipo de uso, a Inteligência Artificial em softwares já está sendo usada dentro de programas de compliance, como o clickCompliance. Por exemplo, com o bot do clickCompliance funcionários podem fazer perguntas relacionadas às políticas e tirar dúvidas sobre corrupção. A Inteligência Artificial faz pesquisas nos documentos que foram inseridos, além de em respostas pré-definidas pelo administrador.

Ou seja, com certeza ainda veremos muitas inovações na Inteligência Artificial e nos diversos mercados. Todas essas utilidades que fazem o dia a dia no mercado financeiro cada vez mais fácil são apenas o começo de uma revolução tecnológica. No entanto, cada uma dessas aplicações é importante para as empresas que estão de olho no futuro.

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Como fazer

Até pouco tempo atrás, o bullying no trabalho por parte de superiores era considerado normal. Dar ordens de forma grossa ou intimidadora era uma tática para garantir trabalho feito. Mas pesquisas mais recentes mostram que um funcionário que se sente confortável e acolhido no emprego acaba produzindo mais e melhor. E um programa de compliance é uma ferramenta muito eficaz para garantir uma cultura hospitaleira entre seus funcionários.

Como o bullying afeta a produtividade?

Um funcionário que sofre de bullying no trabalho não se sente à vontade e tem a tendência de faltar mais, ou de realizar as tarefas com menos ânimo. A falta de vontade de participar do crescimento da empresa também limita suas contribuições e sua criatividade na hora de resolver problemas. Esses efeitos também são válidos para um funcionário que não concorda com a filosofia ou a ética da empresa. Entra em jogo o programa de compliance.

Como um programa de compliance afeta o bullying no trabalho?

O primeiro passo é se certificar de que as suas políticas de ética especificam a contrariedade da empresa quanto a esse tipo de atitude. Um bom programa de compliance te ajuda a monitorar os aceites das políticas. Assim, os funcionários têm a certeza de que o que estão sofrendo não é permitido. Eles sabem que têm algo que os protege, e a quem recorrer. Com o programa bem estruturado, também é possível comprovar que quem cometeu o bullying (normalmente com cargo superior à vítima, provocando medo de retaliação), também estava ciente das políticas.

Compliance, cultura e comunicação

Além da documentação, como políticas de integridade, que trabalha como escudo para a vítima, é possível implantar outras medidas de compliance mais enraizadas. Essas têm o objetivo de implantar toda uma cultura ética na empresa, como combate ao bullying no trabalho e à corrupção. Através delas a empresa oferece treinamentos, que podem ser de temas como anticorrupção, integração de equipe e anti-assédio (de diversos tipos). Além disso, é recomendável criar canais de denúncia confiáveis, enviar mensagens periódicas sobre a cultura que a empresa deseja para seus funcionários, entre outros. Este tipo de programa de compliance mais completo também pode trazer alguns benefícios fora da empresa.

O nosso programa de compliance, o clickCompliance, ajuda a organizar tudo que você precisa para o compliance na sua empresa. Ele é adquirido facilmente pela plataforma Azure, da Microsoft, e é personalizado para se encaixar nas suas necessidades. Agende uma demonstração gratuita!

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Como fazer

Ter um programa de compliance já é um grande passo para a sua empresa. Você fica protegido legalmente de possíveis ações, atos de corrupção de funcionários, entre outros. Mas o compliance também tem outra funcionalidade muito importante. Ela tem a ver com a cultura da sua empresa. Afinal, não adianta só ter o seu programa se ninguém sabe que tem, ou se você não reflete a cultura de ética e compliance nas empresas na prática.

Mostrar ao mundo que a sua empresa está trabalhando para construir uma equipe que realmente valoriza as boas práticas no dia a dia contribui para a imagem da sua empresa. E além disso, ajuda a comprovar além de só documentos que você está comprometido. Isso pode trazer facilidades como redução de taxa de juros de bancos, por exemplo. Veja abaixo 3 recomendações para consolidar uma cultura de ética e compliance nas empresas.

Pesquisas de clima

Para estabelecer uma cultura de ética e compliance nas empresas, primeiro é preciso avaliar qual é o clima entre os funcionários. Para conseguir construir um sentimento de colaboração, todos precisam estar dispostos a participar do melhoramento da empresa e a seguir a cultura desejada. Para isso, é recomendável fazer pesquisas do clima. Perguntar o que os trabalhadores estão achando, se estão satisfeitos, etc. Ao tentar melhorar o ambiente de trabalho, você cria um clima favorável para implantar a cultura de compliance na sua empresa com sucesso.

Relacionamentos pessoais da alta direção

Uma prática simples, mas que inspira muita confiança, é a alta direção manter relacionamentos pessoais. Isso significa encontrar com clientes e colaboradores pessoalmente para dar o exemplo de ética e compliance nas empresas. Pode ser fazendo visitas aos diferentes locais de trabalho, participando de atividades da empresa, etc. Com isso, você cria o chamado efeito soft power. Ao dar o exemplo de ética e compliance de cima, da alta direção, cria-se um efeito cascata que espalha esse bom comportamento entre os demais stakeholders.

Comunicação interna e endomarketing

Finalmente, deve-se utilizar o endomarketing para disseminar a cultura desejada entre os funcionários e, consequentemente, para o público externo. Isso consiste em organizar eventos para os funcionários (lembrando sempre de incluir a alta direção, os “representantes” da cultura ética na empresa), treinamentos e campanhas internas de marketing sobre o tema.

Uma das ferramentas utilizadas por empresas para estimular essa comunicação é a Intranet. É um espaço comum onde todos podem compartilhar documentos, imagens e demais informações. O programa de intranet da Ímpeto, o Intrashare, inclusive pode ser integrado com o ClickCompliance. Ou seja, você tem ferramentas voltadas para a ética e compliance diretamente na plataforma de comunicação interna. Um exemplo seria o chatbot do ClickCompliance, que você pode conhecer aqui. Ele fica no dashboard do Intrashare para tirar dúvidas dos funcionários sobre compliance e as políticas da empresa.

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Como fazer

A partir desse mês, o Click Compliance pode ser comprado através de uma assinatura Azure da Microsoft. O processo é muito simples e nesse post, vamos te mostrar o passo a passo.

O que é uma assinatura Azure?

Azure é a plataforma nuvem da Microsoft, onde se encontram todas as aplicações que a Microsoft oferece para o público doméstico e corporativo. Ou seja, se você tem um e-mail do Hotmail, um game Xbox ou no seu trabalho você utiliza o Office 365, você já é um usuário do Azure!

O Azure é comercializado no formato de assinatura, onde você paga pelo o que é consumido. O consumo pode ser realizado através de diversos serviços disponíveis na plataforma, que vão desde servidores, bancos de dados, algoritmos de inteligência artificial e recentemente, aplicativos de negócio.

E o Click Compliance é um dos primeiros aplicativos de negócio que podem ser ativados dentro da Azure! Hoje cerca de 60% do mercado corporativo possui algum contrato com a Microsoft que inclui créditos para consumo Azure. Ou seja, é bem provável que a sua empresa já seja um cliente Azure!

O que isso significa para mim, como Compliance Officer?

Ficou muito mais fácil contratar o ClickCompliance! O programa é versátil, e agora ainda pode ser adquirido em alguns cliques. Verifique se a sua TI possui uma assinatura Azure e para ativar o uso do software basta seguir o passo a passo abaixo:

1) Depois de se autenticar no portal da Azure, pesquise por ClickCompliance:

azure portal
Portal do Azure

2) Preencha as informações solicitas e após clicar em aceitar você será direcionado para uma tela de configurações no ClickCompliance:

clickcompliance ready
Configuração do ClickCompliance

3) Pronto! Agora é só aguardar as configurações ficarem prontas e iniciar o uso do ClickCompliance!

ready for use
Configuração pronta para uso


active service in azure
Serviço ativo no Azure

Simples assim! Todo o processo burocrático da aquisição (contrato, notas fiscais, pagamento) já está embarcado na assinatura Azure que a sua TI contratou. O serviço ClickCompliance pode ser ativado ou cancelado a qualquer momento. Você ainda pode experimentar o serviço numa conta demo do Appsource (Marketplace da Microsoft) ou agendar uma demonstração.

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Como fazer

Inteligência artificial e compliance

Atualmente, possuir um programa de compliance é muito importante para qualquer empresa. Porém, a equipe de compliance tem enfrentado desafios que reduzem sua produtividade no dia-a-dia. Quando os colaboradores ficam em dúvida sobre o que podem fazer ou o que a empresa permite, costumam acionar a equipe de compliance para sanar essas dúvidas e, na maioria dos contatos, as dúvidas são as mesmas.

Chatbot clickCompliance

Baseado nisso, o clickCompliance desenvolveu um “ChatBot” – um robô de atendimento de suporte que utiliza inteligência artificial – que tem por objetivo sanar grande parte das dúvidas dos colaboradores. Assim, a equipe de compliance poderá otimizar seu tempo de atendimento e liberar orçamento para outras atividades mais produtivas. A inteligência artificial do ChatBot do clickCompliance faz buscas dentro da base de conhecimento de integridade de cada cliente.

Funciona da seguinte maneira: você faz uma pergunta e o sistema te responde com a melhor resposta correlata ao assunto. Assim que o usuário abre a ferramenta, o ChatBot já sugere algumas perguntas em função do número de buscas e a popularidade delas; dessa forma, o robô abre caminho para o acesso às informações do sistema e facilita o processo de navegação, guiando os primeiros passos dos usuários.O ponto central do processo de desenvolvimento da inteligência artificial é a compreensão da linguagem natural pelo treinamento do robô em cima da base de conhecimento.

Como funciona o processo?

O processo é alimentado pelos administradores e pelos usuários. O ChatBot aprende com as perguntas e respostas feita tanto pelos inputs manuais dos administradores do programa de compliance quanto pelos usuários, por meio de um modelo de aprendizagem ativa. A partir do uso contínuo do sistema pelos usuários o processo de inteligência artificial faz com que o robô aprenda quais respostas são mais apropriadas para as perguntas feitas.

Por exemplo: se um usuário faz uma pergunta e as respostas sugeridas não condizem com sua dúvida, ele pode acionar o atendimento humanizado do suporte de compliance pela pela própria ferramenta; ao mesmo tempo, a equipe de atendimento pode alimentar a base de conhecimento adicionando essas novas perguntas e respostas, enriquecendo a ferramenta e o aprendizado do ChatBot.



Vantagens de usar um Chatbot

Além do aumento de produtividade da equipe de atendimento, existem questões comportamentais que deixam o processo mais eficiente:

  • Um robô não faz julgamento de valor – isso permite aos colaboradores ficarem mais a vontade para realizar perguntas que talvez não fizessem por telefone ou pessoalmente
  • Os milênios (mais nova geração de colaboradores) preferem se comunicar por chat do que outros canais (telefone, e-mail, etc).
  • Indicadores – perguntas mais realizadas, necessidades de treinamento, situações não previstas nas suas políticas…

Veja como o clickCompliance pode se tornar um grande aliado na automação e gestão de seu programa de integridade. Agende agora mesmo demonstração!
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