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Como fazer, Programa de Integridade, Treinamento de Compliance
A sua empresa já possui um programa de compliance bem estruturado, com processos organizados, ferramentas, políticas e tudo mais. No entanto, as ações da equipe de compliance não saem do próprio compliance, RH e jurídico, e ninguém sabe exatamente porque vocês existem, nem o que fazem.

Se identificou com essa situação? Esse é um desafio comum do programa de compliance: engajar todos os funcionários da empresa e realmente tornar a ética e integridade uma parte da cultura e do dia a dia dos seus funcionários.

Se você quer formas criativas e inovadoras para engajar sua empresa na ética e compliance (inclusive as gerações mais jovens), continue lendo e veja nossas ideias para ter um programa de compliance criativo e eficaz.

Jogos de compliance

Muito se vê a palavra “gamificação”. Mas o que realmente é, e como podemos aplicar no compliance? Esse conceito nada mais é do criar uma experiência de jogo sobre o tema escolhido. Ou seja, criar incentivos, sensação de ganhar e perder.

É importante lembrar que essa competição criada deve ser uma competição de cada funcionários com ele mesmo, para que não sejam criadas inimizados nem ambientes desagradáveis no trabalho.

Um exemplo é o jogo de compliance da Totvs. Através do jogo eletrônico, os funcionários respondem questões sobre o assunto escolhido, como valores éticos e de conduta, e acumulam pontos que podem ser trocados, no fim do ano, por prêmios.

Dica: Você pode usar dados da plataforma do clickCompliance para isso. Você pode segmentar esses por equipes, por exemplo, ou qualquer outra visualização que prefira.

Quiz de bar

Outra atividade divertida que pode engajar os seus funcionários é o clássico diz de quiz de bar. Você pode escolher grupos menores, como 2 equipes, para jogarem uma contra a outra. Devem ser feitas perguntas e cada equipe anota as suas respostas.

No final, os cartões são revisados, e a equipe com mais pontos ganha algo, como um almoço de pizza. Além de gerar engajamento com os temas de compliance, passa uma imagem divertida do compliance e gera interação entre equipes.

Dica: Torne o quiz menos maçante misturando perguntas sobre conhecimento geral, cultura pop e até sobre a empresa, além de perguntas sobre compliance e ética.

Aproveitar redes sociais

As redes sociais são uma presença constante na vida dos seus funcionários. Por que não aproveitar elas para as ações do compliance? Você pode criar grupos no Facebook para compartilhar novidades, por exemplo.

Outra boa opção é compartilhar os resultados e o engajamentos dos funcionários e equipes nas redes, como no Linkedin, onde funcionários gostam de interagir e compartilhar seus sucessos de trabalho.

Dica: O clickCompliance tem uma funcionalidade para compartilhamento de certificados dos treinamentos nas redes sociais. Outra forma de estimular isso é estimular gestores a interagir com esses posts, comentando e curtindo.

Dia de filmes

Nessa atividade, a sua equipe pode escolher um filme que seja relacionado a questões de ética nos negócios e assistir com algum grupo de funcionários. Depois, pode ser distribuídos um questionário rápido que enaltece as questões éticas que o filme abordou.

Outra opção é levantar essas questões em forma de tópico e pedir que os grupos os discutam, as situações, a relevância para a empresa e como eles poderiam agir de forma diferente.

Esse também é um bom momento para um exercício de situação. Crie uma situação parecida como a do filme mas aplicável à sua empresa e peça que os funcionários debatem como deveriam agir.

Dica: Alguns bons filmes que falam sobre fraudes e ética corporativa são: A Rede Social, O Lobo de Wall Street e A Grande Aposta.

Campanhas e parcerias

O “Compliance Week” (como a feita por um cliente do clickCompliance, a A.Yoshii), é uma campanha muito aplicada pelas empresas para dedicar uma semana à conscientização da importância do compliance. Nela pode ser feitos esses jogos, palestras, lançamento de ferramentas, e mais.

É uma oportunidade de ter a atenção de toda a empresa e estabelecer a sua imagem como uma equipe engajada, pronta para ajudar e tirar dúvidas, e criativa.

Dica: Converse com o setor de marketing e RH da sua empresa. Ambos são experientes em fazer campanhas internas e na comunicação com os funcionários. Também sabem utilizar redes e outros meios de divulgação.


 
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Fique por Dentro, Programa de Integridade
2020 foi um ano muito particular. Mas foi especialmente diferente pelo seu impacto nas empresas e no formato de negócios e de produção. As equipes de compliance também foram fortemente afetadas pelas mudanças, como o trabalho remoto. Não é à toa que as principais tendências do compliance para 2021 que nós estamos prevendo estão relacionadas a isso.

1. Computação em nuvem

Não tem como negar mais a incorporação da computação em nuvem no trabalho diário das equipes de compliance. Com equipes, e até empresas inteiras, migrando para o home office, é preciso aprender a aproveitar ao máximo ferramentas que antes eram apenas de suporte.

A tendência é corporações perceberem benefícios da descentralização dos funcionários. Por isso, recomendamos que o compliance passe a conhecer mais a fundo as opções disponíveis nas soluções de nuvem. Pode incluir funcionalidades nos serviços de vídeo chamada, compartilhamento de documentos ou ferramentas específicas.

É importante começar a imersão nas soluções de nuvem para não perder produtividade, nem a integração do trabalho do compliance. Não só lidam com questões sensíveis que precisam de processos bem alinhados, como também já passam por dificuldades em conseguir se comunicar efetivamente com toda a empresa no formato presencial, quanto mais estando à distância.

2. Sistemas de compliance

Nessa mesma linha, não só os processos básicos devem passar a serem digitais, como cada ano cresce a quantidade de equipes de compliance usando algum tipo de sistema de compliance. Agora com o aumento do trabalho remoto, esse crescimento deve ser ainda mais forte.

Nesse caso, diferente de ter só meios de comunicação e outros processos diários na nuvem, existe uma ferramenta que centraliza procedimentos específicos do compliance. Assim, toda a equipe tem acesso fácil aos mesmos números, documentos e outras ferramentas do compliance.

Um exemplo dessa centralização é ter a gestão de políticas, canal de denúncias e treinamentos no mesmo lugar. Além disso, com todos os funcionários espalhados, é ainda mais difícil fazer comunicações e cobranças por e-mail. E além de ser difícil, é desorganizado, correndo o risco de perder informações e decisões importantes.

Tudo isso sem contar os benefícios que antes da pandemia já estimulavam uma digitalização do compliance através de ferramentas, como integrações, relatórios detalhados, automatização, etc.

3. Proteção de dados

A proteção de dados estava em alta nos últimos anos, chegando no Brasil agora com a LGPD. No entanto, a pandemia tornou ainda mais urgente os setores de compliance estarem de olho na proteção de dados.

Sem poder sair de casa, a quantidade de transações online feitas aumentou exponencialmente ao longo da pandemia. Isso aumenta muito a quantidade de dados expostos. Isso aumentou também a quantidade de fraudes.

As fraudes e tentativas de golpes em instituições bancárias tiveram alta de 80% durante a pandemia do coronavírus, segundo uma pesquisa feita pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

Além disso, com o aumento do home office, é preciso colocar salvaguardas eficazes de proteção do trabalho dos funcionários na nuvem, por exemplo. O ambiente é muito seguro, mas deve ser bem configurado para que isso seja verdade.

4. Compliance digital

A última tendência também já estava em vista nos últimos anos, mas a urgência aumentou ainda mais em 2020: o compliance digital. O momento é agora de começar a colocar procedimentos específicos de compliance em ação na sua empresa.

O primeiro passo é identificar onde estão as vulnerabilidades através de uma análise de riscos. Com isso feito, é preciso criar políticas para que seus funcionários entendam as novas regras e a importância de se ater a elas. Recomendamos políticas de segurança de dados, trabalho remoto, adaptações ao código de conduta e qualquer outra política que seja necessária.

Por último, 2021 deve ser o ano dos treinamentos sobre tudo que é digital. Só assim será possível garantir que seus funcionários estão sabendo como agir para proteger dados, como utilizar aplicações em nuvem, como agir em home office de acordo com as regras da empresa, e mais.
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Eventos, Fique por Dentro, Programa de Integridade
Em um mundo corporativo que está cada vez mais regulado, os terceiros e a cadeia de fornecedores são um dos maiores pontos de riscos. Ineficiências na gestão desse grupo de stakeholders podem levar a enormes perdas financeiras, além de abrir espaço para corrupção. Combater esses perigos deve ser feito através do due diligence de terceiros.

O que é o due diligence de compliance?

O due diligence não é nada mais do que investigar uma empresa antes que seja feita uma parceria entre ela e a sua empresa. Por exemplo, antes de uma fusão ou aquisição, inclusão dela na sua cadeia de fornecimento ou uma parceria de produção.

Nesse processo podem ser encontradas “red flags”, que são indicadores de algum perigo ou atividade ilícita que devem ser investigados mais a fundo. Alguns exemplos desses sinais são:

  • Se o terceiro tem sido alvo de ações de aplicação penais ou ações civis por atos sugerindo conduta ilegal, imprópria ou antiética.
  • Se o terceiro não tem em prática um programa de compliance ou código de conduta adequado ou se recusa a adotar um.
  • O terceiro faz contribuições políticas grandes ou frequentes.
  • O terceiro tem uma relação familiar com uma autoridade pública estrangeira ou agência governamental.
  • O terceiro se recusa a firmar um contrato escrito, ou solicita para executar serviços sem um contrato escrito quando ele é pretendido.

As possibilidades de perigos são incontáveis, e por esse motivo, o processo e framework de análise desses riscos na sua empresa deve ser muito sólido. Possíveis documentos que podem ser analisados nesse processo podem ser registros financeiros, contábeis, previdenciários, trabalhistas, imobiliários, tecnológicos, jurídicos, entre outros.

Porque fazer o due diligence de terceiros

O due diligence é extremamente importante por diversos motivos, mas os 3 principais são:

  • Lei anticorrupção:
A Lei Anticorrupção brasileira estabeleceu que sua empresa pode ser responsabilizada por atos cometidos em seu benefício, direta ou indiretamente, independente do conhecimento e do consentimento da sua empresa.

Ou seja, você pode sofrer as consequências pesadas da Lei, como multas e perda de mercado, se um terceiro infringir a lei e os benefícios se estenderem a você.

  • Exigência do mercado:
Uma “red flag” de uma empresa é ela não possuir um bom programa de compliance e, dentro disso, também um programa de due diligence. Por isso, esse processo também pode ser invertido.

Empresas que desejam fazer negócios com você também vão investigar para ter certeza de que você é um bom parceiro. Se você não houver um programa sólido de due diligence, pode ser motivo de desconfiança, e você pode perder negócios.

Além disso, a Lei Anticorrupção também exige que empresas tenham um bom programa de compliance para fazer negócios com o governo federal. Se sua empresa não houver um programa sólido, perde-se uma enorme fatia do mercado federal, e estadual onde esta lei for regulamentada.

  • Exigência da sociedade
O terceiro grande motivo para fazer um due diligence forte são as novas exigências que a sociedade faz em cima das organizações. As gerações mais jovens têm preferência por apoiar, trabalhar em e comprar de empresas que estão de acordo com seus valores.

Disso surgiu a chamada “cultura de cancelamento”. Com o poder das redes sociais, é possível fazer campanhas fortes contra empresas que não prezam pela ética, sustentabilidade, etc., ou que apenas se associam a uma organização ou pessoa que não está de acordo com esses valores.

Como inovar no due diligence?

O processo de criação de um bom framework de due diligence é longo e complexo. Ele se resume em, basicamente, analisar possíveis terceiros, classificá-los de acordo com o grau de risco, escolher os terceiros que serão contratados e justificar a escolha.

É possível aplicar tecnologias inovadoras em diversas etapas desse processo. Com as ferramentas certas, é possível automatizar tomadas de decisões, e ainda contar com a precisão da inteligência artificial na hora de decidir qual o terceiro mais seguro.

Outras formas de aplicar tecnologia são em ferramentas de big data, que analisam mares de dados disponíveis na internet e em outras fontes para fazer uma avaliação detalhada dos possíveis “red flags” da empresa e sistemas de computação em nuvem para centralizar todo o processo e as justificativas.

No próximo Compliance Talks, dia 03/12 às 17h, vamos falar justamente sobre esse tema. Um especialista em gestão de riscos e compliance vai apresentar em detalhes como esse processo é feito.

Depois, o CEO do clickCompliance, Marcelo Erthal, especialista em tecnologia para compliance, vai apresentar como você pode aproveitar tecnologias como I.A., R.P.A e cloud computing no due diligence.

Inscreva-se gratuitamente no site: http://compliancetalks.com.br/
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Fique por Dentro, Programa de Integridade
Após 7 anos apoiando sua metodologia nos 9 pilares do compliance, a Legal Ethics Compliance (LEC) anunciou a adição de um novo tópico a essa lista: a diversidade e inclusão. Essa prática é extremamente importante para os negócios.

Tanto que, em um estudo recente da Forbes, foi mostrado que 85% das grandes empresas pesquisadas concordam que a diversidade é a chave para a inovação. Além disso, disseram que negócios precisam começar a buscar a diversidade para se manterem competitivos.

A LEC afirmou que não há como ter compliance hoje em dia sem prestar atenção nesse ponto importante. Com essa nova adição, os pilares do compliance ficaram do seguinte modo:

1. Suporte da alta administração
2. Avaliação de riscos
3. Código de conduta e políticas de compliance
4. Controles internos
5. Treinamento e comunicação
6. Canais de denúncia
7. Investigações internas
8. Due diligence
9. Auditoria e monitoramento
10. Diversidade e Inclusão (D&I)

O que é a diversidade e inclusão?

A diversidade e inclusão, também conhecida como D&I, apesar de se comunicarem muito, são duas ideias diferentes e complementares. A diversidade diz respeito às características demográficas do grupo de pessoas analisado. Por exemplo, o percentual de negros, mulheres, pessoas com deficiências, pessoas LGBT e de diferentes gerações.

Já a inclusão se refere a reconhecer essas pessoas diferentes e garantir que todas elas tenham oportunidades iguais. Além disso, cabe a essa prática garantir que todas essas pessoas diversas se sintam acolhidas e seguras de discriminação, além de poderem abraçar suas diversidades abertamente.

Fique longe do Tokenismo

O “tokenismo” é um termo usado para definir uma prática que tem acontecido muito no mundo corporativo. Temos visto uma clara tendência do público, principalmente as gerações mais novas, de valorizar muito mais as empresas que consideram éticas e inclusivas, e de criticar publicamente as que não praticam a D&I.

Tanto que as buscar por esses dois termos cresceram 71% e 24% no Youtube só em 2019. Além disso, no Brasil temas ligados à diversidade são buscados duas vezes mais do que eram em 2012.

Com isso em mente, muitas empresas têm se aproveitado desse interesse e valorização para promover a marca da empresa sem realmente fazer mudanças estruturais dentro da empresa. Por exemplo, fazem campanhas publicitárias sobre o assunto que geram engajamento e aplausos, mas não de fato implementam a diversidade e inclusão na sua gestão. Isso se chama “tokenismo”.

Porque fazer um programa de compliance focado em D&I?

Não é nenhuma surpresa que as empresas estejam buscando promover cada vez mais ações e novos procedimentos voltados para a D&I. Muitas pesquisas novas mostram que não só impacta como o consumidor enxerga a empresa, como também traz benefícios reais como maior inovação, retenção de talentos, menor absenteísmo, etc.

Veja alguns exemplos:

  • Estudo da Deloitte de 2017: De acordo com esse estudo realizado nos Estados Unidos, 23% dos entrevistados confirmaram já ter deixado um emprego para ir para uma empresa mais inclusiva.
Ou seja, empresas podem perder talentos valiosos, que ajudariam a empresa a crescer, por não incluírem realmente todos os funcionários.
  • Pesquisa da Harvard Business Review: Esta pesquisa comprovou que a diversidade é um diferencial de competitividade para as empresas. Ela revelou que empresas que trabalham com políticas de diversidade têm 45% de chances a mais de aumentar a participação de mercado.
  • Dados da Equal Employment Opportunity Commission: Dados reunidos por essa organização em 2016 mostraram que mais de 97.443 ações judiciais de discriminação foram movidas por colaboradores de empresas nos EUA.

Compliance de diversidade e inclusão

Já é possível entender a relevância desses conceitos para as empresas. Com benefícios como aumento em produtividade, retenção de talentos, maior inovação, confiança de stakeholders, boa reputação e redução de gastos com ações judiciais, a empresa tem muitos motivos para investir.

Mas o que o compliance pode fazer para ajudar nessa missão?

Prevenção, não correção

O foco dos programas de compliance deve sempre ser de prevenção, não correção. Ou seja, devem criar estruturas para antecipar possíveis condutas ilícitas ou antiéticas. O mesmo se dá com a D&I.

A tendência é que as novas legislações acompanhem essas demandas novas dos consumidores e do mercado. Por isso, o compliance precisa antecipar essas mudanças e começar a criar desde já programas de compliance que assegurem empresas diversas e inclusivas.

Por exemplo, criar políticas e treinamentos fortes que deixam claro a posição da empresa com relação a esses temas. Além disso, o compliance também deve criar e comunicar um canal de denúncias para relatar casos de assédio ou discriminação.

É importante criar ações específicas para esses casos e reforçar a opinião da sua empresa quanto à importância de manter a D&I como valores da empresa.
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Canal de Denúncias, Como fazer, Funcionalidades, Programa de Integridade
Uma pesquisa em 2016 da Associação de Examinadores Certificados de Fraudes mostrou que quase 80% dos entrevistados receberam a maioria de suas denúncias por meio do canal de denúncias na web.

Já de acordo com o Report to The Nation 2020, o uso de denúncias em sites aumentou, em pouco mais de dois anos, em 11%, de 23% para 32%. E essa tendência só deve crescer nos próximos anos.

Tanto profissionais de compliance quanto denunciantes podem preferir os canais web por alguns motivos, como:


Pensando nessa tendência, empresas e profissionais de compliance precisam começar a pensar a otimização de suas plataformas de denúncias. A seguir, vamos explicar uma das estratégias mais importantes a ser observada quando você está buscando uma ferramenta de denúncias: a usabilidade e experiência de usuário.

O que é a experiência de usuário?

A experiência do usuário vem do termo em inglês “user experience”. É definido como o conjunto de elementos e fatores relativos à interação do usuário com um determinado produto, sistema ou serviço.

Nesse sentido, seria a experiência geral do usuário após sua interação com o sistema. Isso envolve diversos fatores, inclusive a usabilidade. É associada ao design do produto e seus componentes.

O que é a usabilidade?

A usabilidade é uma subcategoria da experiência de usuário definida como a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante.

No caso do canal de denúncias, seria o quão fácil é para o denunciante ou administrador realizarem suas tarefas, seja fazer uma denúncia ou administrá-la.

Em linhas gerais, a diferença ente os dois termos é que a usabilidade envolve eficiência e satisfação com o uso do sistema. Experiência é mais abrangente, cobrindo toda a interação com o produto.

O que procurar em um canal de denúncias?

A seguir vamos listar pontos relacionados à usabilidade e experiência do usuário que você deve buscar no seu canal de denúncias web:

  • Simplicidade de navegação
Uma coisa que o seu sistema precisa ter é uma navegação simples. Ou seja, para o denunciante fazer uma denúncia, deve ser um caminho único e sempre em uma mesma direção. Não deve ser preciso voltar para uma página anterior para completar a denúncia.

Também é bom evitar que o caminho seja complexo, com muitos passos e páginas. Além disso, a quantidade de cliques até o final do processo deve ser o mínimo possível sem perder qualidade e sentido de navegação.

  • Organização da página
A estrutura deve ser organizada e o mais simples possível sem perder conteúdo. Coisas para ficar de olho são se a hierarquia da página faz sentido, se tem blocos muito grandes de texto e se conteúdos diferentes estão bem separados em blocos claros.

  • Sinalização coerente
Ao escolher um canal de denúncias, procure analisar se é fácil identificar como passar para o próximo passo através de botões, o que é cada página através de títulos, o que significa cada botão (o que acontecer se for clicado), em que passo do processo o usuário está e se o processo foi de fato concluído (com telas claras de conclusão).

  • Cores coerentes
Uma parte importante da experiência de usuário é o estudo de cores. Verifique se as cores são coerentes com a ação. Por exemplo, verde e vermelho dão a entender, respectivamente, resultados ou ações positivas e negativas.

Se um usuário precisa corrigir algo no formulário da denúncia, isso não pode ser sinalizado em verde pois pode confundir ele. Além disso, verde é recomendado para botões de confirmação, por exemplo.

O que eu ganho com um canal de denúncias com boa usabilidade?

Quanto mais fácil é usar o canal de denúncias para o denunciante, maior a probabilidade de confiarem no canal e de usarem ele novamente se precisar. Uma experiência negativa ou difícil é uma forma fácil de fazer denunciantes nunca mais quererem fazer denúncias.

Já para o administrador, se a experiência de uso do canal for boa, ele conseguirá tirar melhores resultados e fazer seu trabalho de forma muito mais eficiente e preciso.

O canal de denúncias do clickCompliance foi feito com a parceria de desenvolvedores e designers de UX (experiência do usuário). Assim, proporcionamos a melhor experiência para denunciantes e profissionais de compliance do mercado. Conheça o sistema em uma demonstração.

 
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Anticorrupção, Programa de Integridade, Treinamento de Compliance
O marketing muitas vezes é associado ao marketing quando se fala dos muitos riscos que esse setor apresenta. Principalmente agora com a LGPD, é um setor de alto risco que deve ser monitorado. No entanto, é imprescindível que o programa de compliance também aplique as estratégias dele.

É a partir do marketing que você vai conseguir não só criar processos eficazes, mas tornar o compliance uma parte do dia a dia dos funcionários. Além disso, você quer que eles se lembrem dos valores de ética e integridade. Por último, através do branding você consegue realmente criar uma cultura viva em cada funcionário.

A seguir, vamos explicar o que é o marketing e branding para o compliance, o que você ganha com eles e também vamos passar muitas dicas práticas para você aplicar esse programa.


O que é Marketing e Branding?

Antes de entendermos como aplicar essas estratégias importantes, vamos explicar o que significam cada uma delas.


O que é branding

A primeira delas a ser aplicada no seu programa de compliance deve ser o branding. Podemos pensar nele como o “porque” do seu programa. Quais os valores gerais, porque o seu programa de compliance é importante, etc.

Nele se escolhe qual vai ser o tom da sua marca (por exemplo, mais informal e engraçado, ou mais sério e formal), que sugerimos alinhar com o posicionamento geral da marca da empresa.

Você também vai definir o que você quer atingir com o seu programa de compliance. Pode ser que você queira que seus funcionários se familiarizem com o compliance e entendam como ele se aplica na sua vida e na da empresa.

Outro objetivo pode ser querer que seus funcionários comecem a valorizar mais a ética e integridade nos negócios e a ativamente praticar isso no trabalho.


O que é marketing

O marketing é a estratégia que deve vir em seguida. Esse é o momento de pensar em formas mais específicas e colocar em práticas atividades e campanhas que conversem com a marca geral do seu compliance.

Isso deve começar pelos seus funcionários. Embora seja importante que o seu programa seja conhecido pelo mundo externo, os funcionários da empresa são mais fáceis de atingir e podem ser “embaixadores” da sua marca.

Para isso, alguns passos são recomendados. Primeiro, você deve entender o seu público. Com quem você está conversando (funcionários, terceiros, membros de conselhos e da alta direção, etc.)?; Qual o perfil dos funcionários da sua empresa?; O que acham de compliance e como enxergam esse conceito?; Qual sua idade, como falam, como interagem com a empresa, etc.; Essas são perguntas básicas que você fazer.

Além disso, uma ferramenta essencial do marketing é o storytelling, a contação de histórias. Você quer que seus funcionários sintam na prática a importância do compliance e que possam se identificar com as experiências.

Contar histórias com situações e personagens também ajudam seu público a verem o compliance de outra forma, como algo que tem impacto e valor nas suas vidas, não só como algo burocrático e corporativo.


Porque fazer marketing do seu programa de compliance

Agora que entendemos o que são marketing e branding, podemos começar a entender os benefícios que eles trazem ao compliance, como:

  • Ensinar funcionários não só a entenderem o compliance, mas a praticá-lo no dia a dia.
  • Promover lealdade e confiança na empresa e no compliance
  • Ter iniciativas visíveis e práticas para justificar orçamento para o setor
  • Ter evidências do seu programa para autoridades e stakeholders
  • Criar maior engajamento e participação no compliance



Dicas para fazer o marketing do seu programa de compliance

Crie páginas no site da empresa

Uma forma básica de começar a promover o programa de compliance é criar um portal para o programa no site da empresa, ou ligado ao site da empresa. Isso pode ser feito com a ajuda do setor de T.I da empresa.

Nessa página, você pode colocar as ações, os objetivos e as novidades do programa de compliance. O link da página fica muito fácil de acessar e compartilhar, podendo ser publicado em redes sociais, colocado em matérias e artigos sobre a empresa, na intranet, etc.

Alguns exemplos são:
programa de compliance eletrobras


programa de compliance petrobras

Ferramentas acessíveis

Além de ter um portal centralizador, como a página ou o site, outras ferramentas devem ser facilmente acessíveis. Um bom exemplo é o canal de denúncias. É um dos pilares do programa, mas não adianta muito se não for fácil de encontrar e usar.

Ao ter ele disponível numa página web, com uma url atrelada ao nome da empresa (como fica o canal oferecido pelo clickCompliance), ele pode ser disponibilizado em assinaturas de e-mail, várias partes do site da empresa, intranet, divulgado em redes sociais, etc.


canal de denúncias clickcompliance

site ayoshii

Entre em contato com o marketing e RH

Você não só pode, como deve entrar em contato com o setor de marketing e de RH da sua empresa. O objetivo do RH é promover os valores da empresa, que incluem (ou devem incluir) a ética e a integridade.

Além disso, o setor de recursos humanos também já cria campanhas internas com foco em divulgar esses valores, além de ter um vínculo com os funcionários.

Já o marketing tem experiência em divulgar o trabalho da empresa ao mundo exterior, podendo incluir nessa mensagem e estratégia o compliance.

Trabalhando em parceria com esses dois setores, é possível criar campanhas internas e externas com mais frequência e qualidade para divulgar o programa de compliance.

Um exemplo legal é o Compliance Week, da A.Yoshii Engenharia, cliente do clickCompliance. Puderam criar campanhas em redes sociais divulgando ações sobre compliance que duraram uma semana.


compliance week ayoshii

Facilitar compartilhamento de iniciativas em redes sociais

A dica mais fácil para conseguir engajamento e divulgação orgânica do seu programa de compliance é fazer com que seja fácil para funcionários compartilharem as ações dele. Além de ter links como os que já citamos, outras atividades podem ser exploradas como algo que pode ser compartilhado.

Por exemplo, no clickCompliance nós permitimos que os funcionários compartilhem facilmente os certificados dos treinamentos que fazem. Isso mostra para toda sua rede de contatos as ações e os esforços da sua empresa em promover o compliance no ambiente corporativo.

treinamento de compliance 
 
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