Programa de Integridade - clickCompliance
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Ambiente Corporativo, Ambiente de trabalho, Programa de Integridade, Treinamento de Compliance

Para fomentar uma cultura de integridade nas organizações, os líderes devem ser exemplo para os outros colaboradores.

O compliance é essencial para a sustentabilidade e longevidade de qualquer organização. Uma parte crucial desse processo é o tone at the top, que se refere à postura e cultura ética estabelecida pela liderança.

O tone at the top desempenha um papel fundamental na garantia da conformidade e integridade organizacional. É a base sobre a qual uma cultura ética e de responsabilidade é construída, influenciando positivamente o comportamento e as decisões de todos os membros da organização.

Neste artigo, exploraremos a importância desse conceito no contexto do compliance e na promoção da integridade organizacional. Boa leitura!

O que é tone at the top?

O tone at the top ou o “exemplo que vem de cima”, refere-se à cultura e ao comportamento ético que são definidos e demonstrados pelos líderes de uma organização. Esses líderes incluem a alta administração, o conselho de administração e outros executivos de alto escalão. Ele influencia diretamente a cultura organizacional, afetando as atitudes e comportamentos de todos os funcionários.

Esse conceito não se limita apenas à conformidade com regulamentos e leis, engloba um compromisso mais amplo com a integridade, a ética e a responsabilidade social corporativa. Em resumo, é o tom definido pelos líderes que determina se a empresa valoriza a honestidade, a transparência e o comportamento ético em todos os níveis.


Por que o tone at the top é crucial para o compliance?

O tone at the top estabelece o padrão para toda a organização. Quando os líderes demonstram um compromisso genuíno com a ética e conformidade, isso influencia positivamente o comportamento de todos os membros da equipe.

 

Desafios comuns e suas soluções

A implementação eficaz do tone at the top é essencial para promover uma cultura organizacional de integridade e conformidade. No entanto, esse processo muitas vezes enfrenta uma série de desafios que podem dificultar sua execução e impactar negativamente a eficácia do programa de integridade, como:

  • Resistência à mudança: muitos funcionários podem resistir a mudanças na cultura organizacional. A transparência e a educação são essenciais para superar essa resistência.
  • Falta de alinhamento entre discurso e prática: é fundamental que os líderes vivam os valores que pregam, caso contrário, o tone at the top perderá sua eficácia.
  • Estratégias para superar os desafios: promover uma comunicação aberta, oferecer treinamento adequado e reforçar constantemente os valores organizacionais são estratégias eficazes para superar os desafios.


Benefícios do tone at the top para a integridade

O tom estabelecido desempenha um papel fundamental na promoção da integridade e no cumprimento de regulamentos em uma organização. Sua importância pode ser resumida em várias dimensões, como veremos a seguir.

Construção de confiança

Empresas com um exemplo positivo da alta administração geralmente inspiram maior confiança de stakeholders, como clientes, investidores e reguladores. A confiança é um ativo intangível valioso que pode ajudar a impulsionar o sucesso a longo prazo.

Inspiração e motivação

Um tone at the top positivo inspira os funcionários a agirem de maneira ética e a cumprir as regras. Os colaboradores tendem a seguir o exemplo de seus líderes e a adotar os valores e padrões demonstrados pela alta administração.

Redução de riscos e sanções

Um compromisso sólido com o compliance e a integridade ajuda a evitar violações regulatórias, escândalos e sanções. Isso pode economizar recursos significativos e preservar a reputação da empresa.

É essencial que os líderes reconheçam sua responsabilidade em estabelecer e promover uma cultura ética, pois isso não só fortalece a reputação da empresa, mas também reduz os riscos e promove o sucesso a longo prazo.

 

Alta direção e seu papel fundamental no programa de integridade

Um programa de integridade eficaz deve começar com a decisão de comprometimento da alta direção. O tom que guia a companhia vem daqueles no topo da hierarquia, que devem demonstrar engajamento com comportamento ético e íntegro.

Assim como um piloto de avião que não só planeja o voo, mas também guia os passageiros até o destino e toma medidas para permanecer na rota, os líderes empresariais não apenas planejam, mas também colocam em prática e mantêm as ações necessárias para garantir a integridade na empresa.

Por isso, o comprometimento da alta direção é o primeiro do pilar de um programa de compliance, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU). O apoio da alta direção é condição indispensável e permanente para fomentar uma cultura ética, de respeito às leis e para a aplicação efetiva do programa.

O comportamento e envolvimento dos líderes influenciam toda a equipe. É por isso que o comprometimento da alta administração é o primeiro pilar para um programa de integridade eficaz e é fundamental para o sucesso e a continuidade do programa.


Ações que a alta administração pode realizar

Cultivar um tone at the top positivo requer ações concretas por parte da alta administração das empresas. Aqui estão algumas estratégias que os líderes organizacionais podem adotar:

Definir valores e normas claras

A alta administração deve estabelecer e comunicar claramente os valores e normas da empresa. Isso pode ser feito por meio de declarações de missão, código de conduta e políticas de ética.

Demonstrar comportamento ético

Os líderes devem ser modelos de comportamento ético. Eles precisam seguir as regras e agir com integridade em todas as situações. Isso envolve tomar decisões difíceis, mesmo que sejam impopulares.

Promover a comunicação aberta

Incentivar um ambiente no qual os funcionários se sintam à vontade para relatar preocupações e irregularidades é crucial. A alta administração deve apoiar e promover os canais de denúncia e garantir que não haja represálias contra os denunciantes.

Apoiar a educação e o treinamento contínuo

Os treinamentos de compliance podem ajudar a conscientizar os líderes e colaboradores sobre as questões de integridade e garantir que eles entendam suas responsabilidades.

Monitoramento e auditoria interna

Implementar mecanismos de monitoramento e auditoria interna ajuda a garantir o cumprimento das políticas e procedimentos da empresa. Isso também envolve revisar regularmente as práticas e os controles internos.






Conheça o clickCompliance!

O tone at the top desempenha um papel vital na promoção da integridade e do compliance em uma organização. A alta administração tem a responsabilidade de definir o tom ético, e suas ações têm um impacto direto na cultura organizacional e no comportamento de toda a equipe.

Cultivar um tom positivo não apenas ajuda a evitar problemas de conformidade, mas também contribui para uma empresa mais ética. Com integrações eficientes e um design profissional, o clickCompliance pode contribuir para tornar sua empresa adepta ao tone at the top!

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Business, Business, Business, Business, Business, Business, Fique por Dentro, Programa de Integridade

Estudo mostra como gastos com compliance podem, na verdade, ajudar na economia de recursos da empresa. Saiba mais!

Você já parou para calcular o quanto sua empresa gasta ao não implementar um programa de compliance?

Muitas vezes, encaramos o compliance como um investimento desnecessário ou oneroso. Quando, na verdade, é sua ausência que pode ser extremamente prejudicial e custar caro às empresas.

O compliance vai além de uma mera prevenção aos crimes administrativos, como muitos pensam. Trata-se de uma estratégia fundamental para garantir integridade, transparência e sustentabilidade dos negócios.

Quer entender melhor sobre este assunto? Neste conteúdo, iremos abordar os impactos financeiros de não ter um programa de compliance.

Boa leitura!

Quanto custa não ter compliance na empresa?

A falta de um programa de compliance pode parecer uma economia a curto prazo, mas os números contam uma história diferente. Estudo realizado pelo Ponemon Institute LLC revelou que as empresas que não investem em conformidade regulatória pagam três vezes mais do que aquelas que o fazem.

Após analisar 46 organizações multinacionais e entrevistar 160 líderes, os pesquisadores concluíram que:

Enquanto o custo médio por funcionário para cumprir as regulamentações é de apenas US$222, as despesas decorrentes da não conformidade chegam a uma média de US$820 por empregado.

E não para por aí: resolver problemas de não conformidade tem um custo ainda mais elevado, atingindo a média de US$9,4 milhões. Por outro lado, o custo de manter um bom programa de compliance chega no máximo a R$3,5 milhões.

Além disso, o estudo mostra que se uma empresa não se preocupa em seguir as regras e garantir a segurança dos seus produtos e serviços, ela pode perder clientes e, consequentemente, perder dinheiro.

Veja o trecho extraído na íntegra:

“A implicação para uma organização que não gerencia riscos de conformidade com uma resposta integrada e abrangente para a segurança de dados e desafios de compliance relacionados é a diminuição na receita. Isso resulta na perda de confiança e lealdade do cliente e na incapacidade de oferecer serviços e produtos”.

 

Como o compliance pode enxugar custos?

Agora que podemos afirmar que não ter um programa de compliance pode custar até três vezes mais, chegou a hora de mostrar como um bom trabalho de conformidade pode reduzir custos e trazer benefícios tangíveis para a empresa.

Comunicação clara

Não é novidade que manter uma comunicação clara é um dos princípios fundamentais para qualquer organização. Com políticas de compliance bem definidas e documentadas, fica mais fácil informar expectativas e normas para todos os colaboradores.

Agora, você pode estar se perguntando como uma comunicação clara pode ajudar a enxugar custos. Isso pode ser feito por meio de: 

  • Padronização de processos;
  • Redução de erros e penalidades;
  • Melhoria da eficiência operacional;
  • Redução de litígios.

Ferramentas adequadas

Investir em ferramentas de compliance, como um canal de denúncias, a princípio, pode parecer um gasto adicional. Porém, a longo prazo é uma solução que pode simplificar o processo de conformidade.

Com um bom sistema de conformidade, a empresa consegue acompanhar facilmente quem deu aceite em determinadas políticas, realizou treinamentos obrigatórios, entre outros aspectos essenciais para garantir a conformidade.

Vejamos em quais aspectos as ferramentas que podem ajudar:

Controles internos em dia

Outro aspecto do compliance que ajuda a enxugar custos é a manutenção dos controles internos. Assim, podemos garantir que a empresa esteja em conformidade com as regulamentações e protegida contra riscos operacionais.

Mas, afinal, como o compliance pode contribuir para a atualização dos controles internos? Há alguns pilares do compliance que atuam diretamente nessa vertente:

  • Identificação e mitigação de riscos;
  • Prevenção de fraudes e erros;
  • Eficiência operacional;
  • Cumprimento das regulamentações.






Conheça o clickCompliance!

Com integrações eficientes e um design profissional, o clickCompliance é um software de compliance que torna o trabalho de conformidade muito mais fácil.

Nossos módulos incluem a automatização de processos internos, utilizando tecnologia e Inteligência Artificial para reduzir os custos e o trabalho manual da equipe de compliance.

Dessa forma, a implementação de políticas de compliance pode ser mais simples e contribuir para a economia de recursos.

Agende uma demonstração e saiba como podemos contribuir!

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Descubra as vantagens para a organização de as duas áreas atuarem em conjunto.

Para uma empresa ser bem-sucedida, muitas são as exigências necessárias para alcançar os objetivos e as metas previamente traçadas. Mas como a grande engrenagem de uma operação ganha tração para funcionar sem sobressaltos?

É aí que entra uma área de grande relevância para o funcionamento adequado de toda e qualquer operação: a área de controles internos.

Trata-se de um setor com grandes responsabilidades no dia a dia da organização, pois o objetivo é conquistar
a máxima eficiência de todos os processos operacionais.

Além disso, o controle interno também desempenha papel de relevância junto ao compliance. E é esta relação que iremos abordar ao longo deste texto.

Quer saber como a área de controles internos e o compliance se ajudam mutuamente em prol dos objetivos comuns da organização?

A resposta você encontra nos tópicos a seguir. Fique com a gente e acompanhe tudo a partir de agora!

Conceito da área de controles internos

A área de controles internos tem por missão acompanhar processos, políticas e práticas estabelecidas pela organização para que os objetivos sejam alcançados plenamente. Dessa forma, ela interfere diretamente no sucesso dos processos.

De maneira geral, podemos afirmar que o controle interno se concentra na eficiência operacional e na mitigação de riscos que ameaçam o crescimento sustentável da organização.


Tipos de controles internos

Há diferentes tipos de controles internos. Entre os mais praticados pelas empresas e que contribuem significativamente para o fortalecimento dos programas de compliance estão:

Administrativos

Os controles administrativos asseguram o gerenciamento de diversas informações inerentes à empresa. Na categoria se enquadram dados e informações sobre lucratividade, qualidade, estratégia, entre outros aspectos da organização.

Esse tipo de controle ajuda não só na produtividade, como também na etapa de revisões e auditorias, que devem ser realizadas, periodicamente, para atestar as boas práticas da empresa.  

Contábeis

Os controles contábeis dizem respeito à saúde financeira da empresa. Dessa forma, ajudam na prevenção contra fraudes e desvios, uma vez que certificam que a aplicação do dinheiro vem sendo feita de maneira adequada, de acordo com os objetivos da empresa. 

Gestão de Recursos Humanos

Aqui entram os controles relacionados ao RH da empresa, o que inclui os processos de recrutamento, seleção e treinamento de novos colaboradores. O controle se dá por meio da análise dos processos, com o intuito de minimizar erros. 

Controle de instalações de equipamentos

Sim, esta também é uma das atribuições do setor de controles internos. Nesse sentido, a área é responsável pelo controle dos ativos físicos da empresa e, também, pela instalação de equipamentos e outros sistemas de segurança para garantir a proteção de dados, informações estratégicas e do próprio patrimônio.

 

Funções dos controles internos

Os diferentes tipos de controles internos que acabamos de exemplificar também podem ser agrupados de acordo com as funções desempenhadas dentro da organização. Veja quais são:    

Preventivos

Os controles preventivos atuam para evitar ocorrências como erros, fraudes e violações. Podemos citar como exemplos as políticas internas e os treinamentos destinados aos colaboradores da empresa. Ambos têm o objetivo de disseminar normas e atitudes éticas aplicadas ao ambiente de trabalho.  

Detectivos

Aqui entram os controles capazes de detectar erros ou violações que já ocorreram. As auditorias internas são bons exemplos para ilustrar esta modalidade de controle. 

Corretivos

Os controles corretivos atuam para corrigir erros e mitigar danos. O objetivo é a reparação imediata por meio de medidas cabíveis que sejam eficazes para evitar a repetição do dano. 

De monitoramento

Aqui entram as ações de monitoramento contínuo, que revelam as condições favoráveis ou não acerca do funcionamento geral da operação.

 

Controles internos na área de compliance

A partir de tudo o que foi exposto, você deve estar se perguntando: mas qual é a relação existente entre controles internos e compliance?

Para entender, vamos começar falando sobre a principal diferença entre as duas áreas: o controle interno se concentra mais na eficácia operacional, enquanto o compliance assegura a conformidade de toda a organização e, por isso, é mais abrangente.

Como o compliance atua em várias frentes na empresa, podemos compreender a área de controles internos como um de seus componentes.

A seguir, vamos trazer alguns exemplos de controles internos que são amplamente utilizados pela área de compliance. Confira: 

Políticas e procedimentos

As políticas e os procedimentos internos são ferramentas de controle usadas pelos programas de compliance. A proposta é estabelecer regras e comportamentos que devem guiar a conduta dos funcionários de acordo com as leis e a ética profissional. 

Treinamentos e alinhamentos

O treinamento de compliance é uma poderosa ferramenta de conhecimento sobre as diretrizes que ditam as políticas da organização. Esse tipo de capacitação deve ocorrer com a finalidade de informar e engajar os colaboradores quanto às condutas que devem ser seguidas para o bom funcionamento da organização, assim como prática de alinhamento interno.

Os treinamentos reforçam o entendimento por parte dos funcionários quanto às suas responsabilidades e asseguram que todos tenham ciência dos controles internos praticados. 

Divisão de funções

A divisão de funções garante às empresas maior controle e transparência sobre processos e procedimentos. Ao dividir as responsabilidades entre diferentes colaboradores e departamentos, a empresa evita a centralização de atividades. 

Auditorias internas

As auditorias internas são práticas muito comuns nas organizações para identificar falhas e atestar que os procedimentos internos estão em conformidade com normas e leis. 

Canais de denúncias

Os canais de denúncias são ferramentas que permitem apontar irregularidades de forma confidencial. Na prática, servem para acolher relatos de infrações cometidas no ambiente corporativo que serão investigados. Uma vez confirmados, há a aplicação das sanções previstas no código de ética da empresa. Para um bom funcionamento, os canais devem respeitar o anonimato dos denunciantes.  

Monitoramento tecnológico

Ao investir em ferramentas de monitoramento de alta tecnologia, as organizações dão um salto de qualidade no que diz respeito aos dados e processos que precisam de acompanhamento constante. Algumas dessas ferramentas, desenvolvidas com uso da Inteligência Artificial, fornecem informações em tempo real que agregam valor ao plano de ação do compliance.

Avaliação de terceiros (fornecedores e terceirizados)

Também conhecida por due diligence, a avaliação de terceiros é uma forma de proteger o negócio de transações ou parcerias que possam oferecer riscos. Ao realizar esta avaliação, a empresa garante que o futuro parceiro esteja de acordo com as mesmas condutas legais e éticas que ela pratica. 






É hora de investir no compliance!

Se a sua empresa já conta com uma área de controles internos, chegou a hora de dar um passo adiante. O clickCompliance é o software inteligente que você buscava  para proteger sua operação contra todo tipo de ameaça.

A tecnologia possui diversos módulos que tornam a gestão de compliance  mais fácil e tranquila de ser feita. Agende uma demonstração e comprove a eficácia da solução! 

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Programa de Integridade

Entenda por que o risco de crédito é uma ameaça para os negócios e como o compliance age preventivamente nesses casos.

Se há uma expressão que causa muito temor no mundo dos negócios, podemos dizer que é o risco de crédito. E por um motivo muito simples de entender: na tentativa de ganhar mercado, é natural que as empresas ampliem as ofertas de produtos ou serviços com vendas a prazo, por exemplo. Mas, o que garante que as obrigações financeiras serão cumpridas por clientes e parceiros comerciais?

É aí que mora o perigo. Se os compromissos não são honrados, a empresa pode enfrentar dificuldades com a entrada de receita. Porém, esse é um movimento natural do mercado. O que importa é ter um risco de crédito calculado para ampliar terreno, sem perder de vista a saúde financeira.

É esse o tema que este artigo vai abordar. Nos tópicos a seguir, vamos detalhar melhor o que é o risco de crédito, quais as suas tipificações e o que as empresas podem fazer para controlar melhor esse risco. Também vamos falar sobre a importância do compliance nesse contexto.

Siga com a gente, tire as suas dúvidas e uma ótima leitura! 

O que é risco de crédito?

De uma forma mais ampla, podemos conceituar risco de crédito como uma possibilidade (bastante real no mundo dos negócios), de um cliente, fornecedor ou parceiro não cumprir com compromissos financeiros pactuados com a empresa. E isso vale para compras a prazo, empréstimos, financiamentos, entre outros instrumentos de crédito.

Como falamos na parte introdutória do artigo, esse é um risco real, mas que faz parte das dificuldades diárias que qualquer companhia enfrenta na oferta de produtos e serviços.

Quando há atraso no pagamento ou a impossibilidade do devedor quitar toda a dívida, o credor (no caso, a empresa) acaba por ter que arcar com os prejuízos financeiros dessa conduta. Isso é prejudicial por afetar diretamente a solvência e a liquidez da companhia.


Tipos de risco de crédito

Agora vamos conhecer os diferentes tipos de risco de crédito. Para esse artigo, selecionamos dois subgrupos principais que podem afetar credores, instituições financeiras e investidores. Confira:

Individual

O risco de crédito individual refere-se ao risco associado a apenas um devedor em específico com quem a empresa (ou outro tipo de companhia) pactuou um acordo financeiro. E aí se incluem diversas transações já citadas, como venda, empréstimos, entre outras.

Sistemático

Diferentemente do individual, o risco de crédito sistemático diz respeito ao risco associado a um amplo número de devedores. Isso ocorre, por diversos motivos, mas em especial às condições econômicas que afetam muitas partes ao mesmo tempo e não à incapacidade individual de honrar compromissos financeiros. Recessões econômicas são um bom exemplo para ilustrar.  


Os Cs do risco de crédito

Agora que já sabemos o que é risco crédito e quais os dois tipos mais comuns em que ele costuma ser subdividido, chegou a hora de avançarmos para outra questão bastante referida neste universo.

Vamos falar sobre os 5 Cs do risco crédito, que nada mais são do que os fatores considerados para a concessão (ou não) de crédito. Veja quais são eles: 

Caráter

O caráter é fator-chave que está intimamente ligado ao histórico financeiro, e em especial de crédito propriamente dito do indivíduo. É um indicador da reputação do tomador de crédito frente ao mercado

Capacidade

Diz respeito às condições que a pessoa tem de honrar com o pagamento das dívidas

Capital

Como o próprio nome já indica, é o patrimônio que a pessoa dispõe para pagar as dívidas em caso de aperto financeiro.

Colateral

Aqui entram as garantias e os ativos que a pessoa dispõe em troca de crédito. Em resumo: tudo o que poderia ser confiscado em caso de inadimplência. 

Condições

Esse fato está relacionado à condição financeira atual do indivíduo ou empresa. E também as potencialidades que dispõe para avançar financeiramente. Também são avaliadas condições externas, como o cenário macroeconômico, por exemplo. 

 

Administrando o risco de crédito

Diante do exposto até aqui, percebemos que o risco de crédito é uma das variáveis dentro do negócio que precisam de um monitoramento contínuo para não levar a empresa à insolvência financeira.

Para administrar esse risco, listamos algumas estratégias que ajudam a exercer esse controle:

Política clara de crédito

Para começar, toda empresa deve contar com uma política de crédito clara e consistente. Essa política deve guiar qualquer uma das ações de concessão de crédito.

Além de promover a tomada de decisões responsável e proteger os interesses da empresa, também é garantia de proteção aos demais entes envolvidos, como clientes e parceiros de negócios.  

Análise rigorosa

O segundo ponto a ser considerado é analisar de forma rigorosa o perfil do tomador de crédito. Essa é uma ação necessária para reduzir o risco de calote.  

Monitoramento permanente

Através do monitoramento constante dos pagamentos, e na outra ponta, dos clientes inadimplentes, a empresa consegue acompanhar mais de perto o grau de evolução de risco e tomar medidas rápidas a qualquer sinal de alerta.  

Diversidade na carteira de clientes

Aqui entra aquela máxima de nunca colocar os ovos na mesma cesta. Por isso, a ordem é diversificar! Ao evitar concentrar o crédito em um mesmo perfil de cliente, os riscos são minimizados. 

Uso de garantias

Essa é mais uma medida protetiva que impede a tomada de risco. Em troca da concessão de crédito, garantias. A prática dá maior segurança ao credor. 

Seguro

O seguro contra risco de crédito protege a empresa contra eventuais prejuízos por inadimplência. É uma forma a mais de proteção financeira para mitigar riscos. 

Equipe preparada

Por último e não menos importante: o treinamento de pessoal. Para garantir total alinhamento às práticas de gerenciamento de risco de crédito, os colaboradores precisam estar muito bem preparados para conduzir esse processo com excelência. 


 

Compliance e o risco de crédito

Agora chegou a vez de descobrir como o compliance financeiro pode atuar junto às empresas para combater as ameaças decorrentes do risco de crédito. A seguir listamos as principais vantagens dessa importante ferramenta de gestão aplicada a esse contexto. Veja:  

Organiza o fluxo de informações

Uma das grandes contribuições do compliance para minimizar o risco de crédito está na organização de todo o fluxo de informações referentes às atividades financeiras das empresas.

Essa conduta é capaz de garantir maior transparência nas empresas e precisão quanto às informações financeiras, gerando mais clareza para todas as partes interessadas no negócio. 

Administra processo de análise de crédito

Nessa frente, o compliance atua para garantir que todos os procedimentos e práticas para a análise de crédito estejam em conformidade com as políticas da empresa e, se for o caso, também com as questões legais. 

Promove operações mais seguras

Se o compliance financeiro é capaz de regular processos e criar alertas para procedimentos que não estejam em conformidade com a gestão financeira da empresa, o resultado disso é a promoção de operações mais seguras e livres de riscos

Evita fraudes e corrupção

O compliance é atuante na blindagem contra crimes de qualquer natureza no âmbito corporativo. E os crimes de fraude e corrupção, muito associados ao ramo financeiro, entram nessa seleta lista.

Nesses casos, o compliance age para regular procedimentos internos e seguir à risca a legislação vigente para que crimes com essas características não ocorram. 

Trabalha sempre com a prevenção

A prevenção é o grande trunfo dos programas de compliance. No contexto financeiro, o compliance age para que todos os aspectos monetários estejam em conformidade com normas, leis e procedimentos, blindando a empresa da exposição a riscos. Nesse sentido, os treinamentos de compliance são fundamentais para preparar a equipe.






Compliance financeiro: antídoto para evitar o risco de crédito

Como vimos até aqui, o compliance financeiro tem se mostrado a ferramenta mais eficaz para reduzir o risco de crédito nas empresas. Esse é um dos problemas que mais afligem executivos e gestores na atualidade.

Se a sua empresa ainda não conta com esse tipo de solução, seus negócios podem estar correndo sérios riscos. Afinal, práticas de compliance contribuem para gerenciar riscos.

Por isso, convidamos você a conhecer as vantagens do clickCompliance. Com o software, você conseguirá automatizar todos os seus processos de compliance, garantindo mais tranquilidade na condução da gestão financeira do seu negócio.

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Entenda por que o compliance também deve fazer parte dos esforços das startups.

Muito se fala sobre a importância das políticas de compliance para o crescimento sustentável das organizações. Mas neste conteúdo, iremos abordar de forma específica o compliance para startups.

Essas empresas também estão sujeitas a riscos, sejam eles de crédito, reputação, financeiros, fiscais, legais, entre outros. Por isso, o compliance é uma ferramenta de gestão indispensável, independente do porte e ramo em que atuam.

Se você sempre quis saber mais sobre o assunto, chegou a hora! Navegue pelos tópicos a seguir e conheça os principais aspectos que justificam a implantação de um programa de compliance nas startups. Tenha uma ótima leitura!  

O que são startups?

O termo é usado para se referir às empresas emergentes, com potencial para rápido crescimento e um modelo de negócio escalável. Geralmente, têm base tecnológica e, por isso, são conhecidas pela inovação. Por não serem lucrativas em seu estágio inicial, são dependentes de capital de risco para se consolidarem.

E como elas nascem? As startups são criadas por meio de uma ideia disruptiva, ou seja, uma proposta inovadora que quebra com as normas estabelecidas, dando nova roupagem para produtos ou serviços de um mercado já consolidado.

Alguns exemplos bem conhecidos ajudam a ilustrar o conceito:

  • Uber
  • Netflix 
  • Airbnb 


As três empresas surgiram a partir de ideias disruptivas, avançando em uma fatia de mercado, até então consolidado, visto quase que como imutável.


Aspectos importantes do compliance para startups

Agora que você já entendeu o conceito de startup, iremos destacar quatro aspectos que tornam o compliance uma ferramenta indispensável para esse modelo de negócio. Confira:

LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), publicada em 2018, trouxe inúmeros desafios para o mundo empresarial. E ainda mais para as startups, que lidam com um grande volume de dados e fazem uso da tecnologia.

Mas qual é a relação entre compliance e LGPD?

Por ser uma lei relativamente nova, muitas empresas têm encontrado dificuldades em se adequar. Nesse sentido, o compliance atua para garantir proteção jurídica e assegurar as adequações necessárias à LGPD.

Prevenção de riscos

No que se refere à prevenção de riscos, o compliance também tem uma atuação importante junto às startups. Com um programa bem estabelecido, elas têm ao seu lado um aliado de primeira grandeza para mapear riscos que possam impactar negativamente o negócio.

O compliance contribui para a prevenção às ameaças, resguardando a empresa de possíveis problemas legais e de reputação. 

Governança e cultura organizacional

Por serem empresas jovens e ainda em fase de maturação, o compliance tem papel vital no fortalecimento da cultura organizacional e, também, no engajamento da governança. Nesse sentido, o compliance contribui decisivamente para construir um negócio mais sustentável e responsável. 

Due diligence

Por serem empresas que recebem aportes de investidores, o due diligence é uma necessidade para as startups. A prática consiste na análise prévia de terceiros antes de firmar parcerias.

O compliance contribui para uma análise mais detalhada, mitigando riscos e blindando a empresa contra decisões precipitadas que envolvam parcerias estratégicas e outros tipos de transações.

 

Benefícios do compliance nas startups

A seguir, você confere quais são os benefícios que um programa de compliance bem estruturado é capaz de oferecer às startups a curto, médio e longo prazo. 

Promove conformidade total

O compliance atua em várias frentes de um negócio, mas entre as principais contribuições está a adequação às normas, leis e regulamentações. No caso das startups, o compliance promove a conformidade total quanto às exigências legais obrigatórias que abrangem o negócio, protegendo de todo tipo de sanção prevista em caso de descumprimento.   

Identificação de pontos frágeis

O monitoramento contínuo, a avaliação de riscos e as auditorias internas orquestradas pelo programa de compliance são ferramentas que ajudam a identificar os pontos frágeis de uma startup. A partir disso, é possível trabalhar aspectos que devem ser aprimorados para fortalecer o negócio.  

Incrementa reputação e imagem da startup

O compliance tem grande participação na gestão de reputação das empresas, e não seria diferente com as startups. Ao assumir o compromisso de estimular a ética e a transparência, o compliance ajuda no fortalecimento da imagem positiva das startups perante o mercado. Isto é um diferencial competitivo frente à concorrência, lançando luz sobre a boa gestão e reputação ilibada do negócio. 

Ganha eficiência operacional

Ao ajustar processos, o compliance contribui para o ganho de eficiência operacional. Isso se dá através de diversos métodos, como automação e padronização de tarefas, corte de custos, melhora da produtividade, entre outras frentes. 

Promove ajustes constantes 

Com vistas à melhoria contínua da operação, o compliance promove ajustes constantes em processos, seja para a adequação à legislação vigente, seja para maiores ganhos em eficiência. Esses ajustes agregam muito ao dia a dia das startups, ao revisar pontos que necessitam de atenção e correção






Compliance para startups: como fazer uma gestão inteligente e mitigar riscos? 

Podemos dizer que o compliance é fundamental para qualquer tipo de negócio, inclusive as startups.

Apesar de ser negligenciado muitas vezes, em virtude de recursos limitados ou devido ao foco no crescimento rápido, é uma ferramenta que deve fazer parte dos investimentos de toda e qualquer startup. Em especial para construir uma reputação sólida e de destaque no mercado em que atua.

Para startups que desejam ter um programa de compliance completo e moderno, o clickCompliance é a solução! Conheça o nosso software e saiba como fazer a gestão de compliance de forma inteligente e integrada.

Não perca tempo e agende uma demonstração!

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Programa de Integridade, Programa de Integridade, Programa de Integridade

Descubra agora como o compliance opera dentro das organizações e quais as atribuições competentes à área.

Manter a boa reputação perante clientes, parceiros comerciais e investidores é um imperativo no mundo dos negócios. Essa imagem positiva deve ser constantemente trabalhada e, por isso mesmo, exige muitos esforços no dia a dia das organizações.

Para evoluir nessa direção, algumas empresas contam com um programa de compliance.

Você já ouviu falar? Sabe efetivamente o que faz a área de compliance dentro de uma empresa e como ela atua para manter intacta a imagem positiva das empresas frente ao mercado?

É sobre isso que este artigo vai tratar. Vamos trazer em detalhes as principais atribuições da área de compliance e como ela age na prevenção de atos ilícitos ou de condutas antiéticas que podem manchar a reputação de qualquer empresa e, junto com ela, levar a sérios prejuízos.

Se interessou pelo tema? Então siga com a gente e descubra tudo sobre a área de compliance!

O que faz a área de compliance em uma empresa?

Para entender o que a faz a área de compliance em uma empresa, vamos detalhar primeiro o conceito de compliance.

Derivado do termo inglês to comply, verbo que tem como significado agir de acordo com uma regra, instrução ou comando, o programa de compliance atua exatamente nessa direção. A própria tradução literal da palavra em inglês explica em parte o que é compliance.

De forma mais didática, podemos conceituar o compliance, no contexto das organizações, como um programa de conformidade empresarial. O que isso quer dizer? Que o compliance atua no controle de todos os processos da empresa na busca por adequação às normas, regulamentações, política interna e demais leis vigentes.

Por isso, o objetivo da área de compliance pode ser descrito como o de assegurar que a organização opere de forma ética, legal e responsável em todos os âmbitos: administrativo, financeiro, de governança, entre outros.

Na sequência, vamos abordar duas frentes de atuação do compliance nas organizações, a interna e a externa. Entenda: 

Compliance interno

O compliance interno assegura que as atividades e processos estejam de acordo com regulamentos e políticas internas da própria organização. Três aspectos guiam este trabalho: 

  • Políticas corporativas: é o conjunto de diretrizes estabelecidas pela empresa que devem orientar a conduta interna de quem faz parte da organização. Alguns exemplos são a política de recursos humanos, de segurança da informação, código de conduta, entre outros. 
  • Cultura organizacional: aqui entram os valores compartilhados da empresa, com o intuito de fomentar uma cultura própria de identidade organizacional. Quando a cultura é bem trabalhada, há um alto grau de engajamento dos colaboradores com as políticas internas. 
  • Controles internos: diz respeito a processos implementados no sentido de coibir diversas violações, fraudes e até mesmo conflitos de interesse. 

Compliance externo

O compliance externo, por sua vez, lida com leis, normas e regulamentos estabelecidos por fontes externas à organização, e aí podemos citar governos, agências reguladoras, entre outros entes. Aqui, destacamos:

  • Conformidade com leis e regulamentos: o compliance externo atua de acordo com a legislação vigente a fim de atestar que a organização está em conformidade legal. Isso é válido para diversos tipos de leis, como ambiental, trabalhista, fiscal e mais. 
  • Normas do setor: aqui entram as normas específicas ao setor de atuação da empresa, que também precisa estar em conformidade para evitar sanções. 


Regulamenta relações com terceiros:
o due diligence de terceiros diz respeito à investigação feita pela empresa antes de firmar qualquer tipo de parceria com terceiros. Aqui
são incluídos empresas parceiras, fornecedores, consultores, intermediários, entre outros. É uma forma de assegurar que o novo parceiro também esteja em conformidade com leis e outras condutas. 

 

Principais atribuições da área de compliance

Bom, agora que já vimos os principais pilares do compliance, vamos ver na prática quais as atribuições do setor responsável por gerenciar esse programa dentro das organizações.

Preparado para conhecer as principais atribuições da área de compliance?

Analisar riscos operacionais

Esse é um dos principais ganhos para as empresas que investem em um programa de compliance. A análise de riscos operacionais permite efetuar correções e a curtíssimo prazo fazer com que a empresa ganhe em produtividade, eficiência e, por fim, competitividade.   

Conhecer e interpretar leis que se relacionem à empresa

A segunda responsabilidade atribuída à área de compliance diz respeito a conhecer e interpretar o conjunto de leis que têm impacto sobre a organização. Esse estudo precisa ser contínuo, para acompanhar atualizações legais que devem ser implementadas imediatamente, visando blindar a empresa de sanções ou outras penalidades. 

Elaborar manuais de conduta

A elaboração de manuais de conduta é outra atribuição que está no escopo das funções desempenhadas pela área de compliance. Mais do que meros documentos, os manuais de conduta permitem registrar processos e normas que devem ser seguidos pela organização.

Uma maneira didática de levar as diretrizes que constam nos manuais aos colaboradores é por meio de treinamentos de compliance, espaços que também permitem o esclarecimento de dúvidas.  

Gerenciar controles internos

Ao fazer a avaliação de riscos, a área de compliance tem a tarefa de implementar controles internos para garantir um nível de prevenção para mitigar os riscos. Por isso, o gerenciamento dos controles internos precisa atuar de forma ativa para prevenir, detectar e corrigir falhas. 

Fazer auditorias

Realizar auditorias de compliance, sejam elas internas ou externas, também faz parte das funções da área. É através delas que se pode avaliar profissionalmente se os processos estão condizentes com a legislação, normas e também políticas internas da empresa. 

Desenvolver projetos de melhoria contínua

Com o objetivo de mitigar riscos, também compete à área de compliance o desenvolvimento de projetos de melhoria contínua. Eles devem estar alicerçados na busca por processos mais eficientes e modernos. Essa condução garantirá à empresa padrões mais elevados de produtividade e conformidade.  

Disseminar o compliance

Aqui entram os treinamentos, as campanhas de conscientização e outras formas de divulgação dentro da empresa. Afinal, todos devem estar cientes de como o programa de compliance funciona a fim de estimular o engajamento de todos para o sucesso do projeto.

Monitorar a segurança da informação

A segurança da informação é um dos pontos que mais causam preocupação dentro das empresas. É uma área sensível e que costuma ser monitorada de perto a fim de evitar ataques cibernéticos de qualquer natureza, expor dados da organização ou dos próprios clientes. Esse monitoramento contínuo é outra das muitas atribuições da área de compliance.

 

Objetivos da área de compliance

Para fechar o artigo com chave de ouro, vamos listar a seguir os principais objetivos da área de compliance. Acompanhe: 

Zelar pela imagem da empresa

Aqui entra a questão da reputação, que já abordamos rapidamente no decorrer do texto. A área de compliance tem como uma de suas principais responsabilidades zelar pela boa imagem da empresa frente ao mercado.

E como faz isso? Através do monitoramento contínuo e da correção dos processos, capazes de manter a empresa operando normalmente e em conformidade, livre de escândalos ou crises de maior grau.    

Estruturar as operações, garantindo segurança e idoneidade

Sim, esse é outro ponto de responsabilidade da área de compliance. Para que a engrenagem funcione corretamente, é necessário avaliar as operações da empresa a fim de aplicar medidas corretivas, quando necessário.

Assim, há a garantia de uma gestão organizacional plena, eficiente e sem maiores riscos que possam afetar negativamente a organização. 

Evitar prejuízos financeiros

De olho na gestão fiscal e financeira, o compliance atua para mitigar riscos a partir de condutas como fraudes e desvios. Nesse sentido, há um compromisso em evitar ocorrências dessa natureza, garantindo que todas as operações e procedimentos ocorram dentro da ética, transparência e legalidade.

Aperfeiçoamento da gestão de riscos da operação

O aperfeiçoamento da gestão de riscos é uma das responsabilidades de maior destaque da atuação do compliance nas empresas. Ao fazer essa gestão de forma profissional, a área de compliance garante que ameaças sejam identificadas e mitigadas de forma eficaz, blindando a empresa dos riscos que podem impactar nas finanças e na reputação. 

Manter a cultura de compliance

É importante que a cultura de compliance esteja disseminada entre toda a estrutura da companhia, a começar pelo alto escalão. Se os agentes de governança estão engajados, o compliance ganha força como programa de gestão, além de contribuir para encorajar todos os funcionários a participarem ativamente dele.  





 

Compliance: vital para qualquer negócio! 

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